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  • terralegria
    R$78.00
    [FRETE INCLUSO] "terralegria", de Wagner Moreira e Mário Vinícius, apresenta treze cantos dispostos em linguagem verbal ─ escrita até o outono de 2016 ─ e visual – orquestrada ao longo de 2019–2020 – que dialogam entre si. Composto em versos livres, traz como tema o desejo amoroso e um olhar sobre a cidade de Belo Horizonte, ou outra cidade que se queira em horizonte belo. O tema amoroso é anunciado por diferentes vozes que receberam um tratamento diferenciado no que diz respeito ao processo de diagramação, mais especificamente, no uso dos tipos gráficos – todos de autoria de Mário Vinícius – e no sistema de codificação semiótico-estatística desenvolvido para, paralelamente, representar os cantos de maneira não verbal. Em "terralegria" verificamos a necessidade de acentuar a dobra como um dos elementos constitutivos do livro. Ela, a dobra, foi realizada a mão, peça por peça, parte por parte. Desse modo, ela empresta à materialidade do livro um especial caráter artesanal, além de contribuir na afirmação de cada um dos treze cantos, tanto em sua diferente configuração quanto no espelhamento das linguagens visual e verbal, reforçando também os diálogos literários como desdobramentos entre textos, contextos e vozes artísticas que se interessam pelo ato de criação.
  • anfíbia,
    R$45.00
    [FRETE INCLUSO] "Dória brinca no panteão dos orixás e no Olimpo, mistura mitologia africana com grega e essa mistura é em tudo especial e bela. Do riso ao choro, seus contos evocam um olhar mais profundo para as relações, ela mergulha fundo no desejo dos personagens. Como não chorar em Não, Anjos e Tigres, Alinhavo, Suturas e Solturas, Bisa. E gargalhar em Gozo, em que o gozo foi meu, no sentido laico! Suas palavras desembainhadas foram golpes certeiros e a minha sensação foi um grande “bem feito”! Olhar de psicanalista, em todos os textos, mas o Tal e Qual em Quase Completude, por exemplo, incrível. Sem contar o Mulher Gato. O sujeito desejante, como no Troca, a linguagem jurídica, a conciliação, o trabalho como psicóloga na justiça, como no Edificações, Galinhada, Entrâncias e Precipícios. A loucura, no Farda de Querubim, no São Francisco, que fisga a gente assim como o personagem foi fisgado pelo coração de Chopin enterrado em Varsóvia. Inclusive tem playlist o livro, que vai de sertanejo a Chopin passando por Beethoven e sua Ode à Alegria, e outras músicas que a gente vai tomando licença de inserir na seleção. No Alinhavo, por exemplo, eu inseri “Dói”, do Tom Zé. A arte nascendo ora do transe, no Ferramentas de Oxóssi (eu que nem gosto de rankings, preciso dizer: dos meus preferidos), no Carteado, em que a arte nasce da negação do desejo. O bom humor em Desertor, numa prosopopéia ferina (ou felina). A brincadeira com Luiz de Camões em Minha Cara Donamene. A autobiografia escancarada e corajosa em Sopro e Química, Física, embora saibamos que tudo se trata de cunho autobiográfico, como Vetusta. E em Costumes, a melhor personagem para dizer da mudança dos tempos." (Texto de Aiezha Martins)
  • A trilogia do álcool e outros poemas
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] o eu etílico de Jovino Machado está ali na trilogia de ateu ator e à toa bebendo no malleta com seu jeito bêbado de Ser olhando o mundo girar cambalear sabendo que a vida é neblina tropeçando o leitor na trapaça porque Jovino Antônio Rabelo Machado escreve em casa, sóbrio, comendo pamonha, ousando inventar a cerveja, sendo ateu de muitos deuses, sendo ator de muitas peças e taças e tintos, sendo à toa no verso enquanto se dedica à leitura de dante alighieri, rindo do riso de quem não entendeu que a verdade está no vinho e o poeta é um eu etílico trino que bebe tão completamente que chega a fingir que é vinho o vinho que deveras mente na missa na música nas noites brumas do cenário de papel a fumaça dissolve o retrato do bêbado enquanto o artista de fígado e osso é aquele que avança titubeante e construindo com destilada lucidez uma poética mística erótica, solvendo Leminskis & relaxos, diluindo no seu sangue românticos, modernistas e marginais, sambando aos goles dessa modernidade cada vez mais líquida, porque tudo que é sóbrio se desmancha no bar (Texto de Rafael Fava Belúzio para o posfácio do livro)
  • Vão
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] A imagem usual do vão enquanto estrutura oca e livre é aqui preenchida pelo sentido de vacuidade e banalidade também evocada pelo título do livro, delineando a geografia de um cotidiano desastroso, por vezes inútil, mas ainda assim entreaberto. No texto escrito para a orelha, Flávia Péret chama atenção para a imagem nada exata que emerge do jogo poético de montagem dos livros, semelhante a uma “paisagem sem figura”, tal qual a imagem de um vão. Nas palavras da autora, [...] “João cria outros sentidos para essa palavra, reafirmando assim o trabalho do poeta como aquele que inventa desvios onde antes existiam usos gastos e ordinários”. O livro, dividido em três partes – dentro, entre e fora –, convida o leitor a retraçar uma singela odisseia poética que tem princípio no âmago íntimo do cotidiano, atravessa o labor da arte poética e desembarca nas margens de um mundo desmesuradamente descentrado, ao qual o poeta tenta ainda se apegar. A reflexão sobre a escrita que ocupa o núcleo do livro parece operar como vaso comunicante entre o mundo do indivíduo e o indivíduo no mundo, propondo um entre-espaço capaz de simbolizar o poder da linguagem em atar (e desfazer) laços e relações. Como uma passagem – de ida e volta – entre o dentro e o fora que nos habita. Mas os limites da capacidade desta mesma linguagem em nomear e fixar situações, lugares e afetos são também colocados à prova nestes poemas, pois muitas vezes é também vão nosso esforço de comunicação. Não seria a poesia uma arma para falar do indizível, do impronunciável?
  • Ensaios para quase
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] "Tantas são as tarefas do poeta e seu poema. Camila Nicácio, poetisa diligente, parece congregar essas tarefas de forma natural. Com a aparente simplicidade e facilidade com que um João de Barro arma seu ninho, Camila constrói assim o poema que nos alberga ou nos seduz. Trata-se de uma estrutura, de uma arquitetura aparentemente simples e porém ao extremo refinada, onde cada frase contém seu equilíbrio próprio e sustenta o conjunto. Nenhum elemento a ser agregado ou retirado, sob pena do poema não existir. Contrapeso perfeito, harmonia onde nos pousamos ou de onde podemos partir." (Texto escrito por Rosa Maria Unda Souk para a orelha do livro)  
  • CASA
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] Mário Alex Rosa, autor dos livros Via Férrea (Cosac Naify), Ouro Preto (Scriptum), Formigas (Cosac Naify) e ABC futebol clube (Aletria), volta agora, depois de sete anos, com um novo livro, CASA. Trata-se de uma publicação singular, delicada e que traz uma experiência diferente da forma habitual com que o autor costuma exercitar seus poemas: os textos são curtos e escritos em apenas três versos. “CASA foi escrito durante meses de confinamento num apartamento, obedecendo rigorosamente a quarentena. A mistura de uma tristeza com reflexões sobre uma única pergunta – o que fazer? – fez com que Mário Alex Rosa olhasse para dentro de si e da casa, e observasse as partes e o todo desse espaço e ambiente em que moramos e que nem sempre é tão observado. Na apresentação, o poeta Ronald Polito escreve: “Este pequeno livro tão especial é um projeto de sobrevivência, é uma política de sobreaviso, um diagnóstico de alternativas. Mas em pianíssimo, como convém à nova temporada de caça às bruxas, ao rebote do medievo. Daí o silêncio imperativo entre os enunciados, poemas-concha, a necessária brevidade deles, sua natureza de senha, código, cifra”. E completa: “Assim surgem imagens inaugurais: o sol que não podemos tomar lá fora nos faz companhia aqui dentro no ovo estalado em uma frigideira, gema que surge entre nuvens. E no talvez mais recôndito da privacidade da casa, o banheiro, a revelação enorme de que no espelho somos duplamente sós”. Para o poeta Armando Freitas Filho, na CASA de Mário “Está ali tudo que se vive em poucas palavras: ‘quanto tempo/o tempo demora/na quarentena’. A gente não sabe: se triste, se alegre, entre quatro paredes. Você montou, enfim, para se pensar nessa casa que tranca e se abre no tempo. Nessa casa e nas seguintes elas padecem de dúvidas e certezas, e volta e meia se desenham tal qual todas de alguma forma entre sair e ficar para sempre”. O livro conta com ilustrações de Wallison Gontijo, feitas em nanquim. A edição apresenta, ainda, sobrecapa, impressa em papel vegetal, com a planta baixa de uma casa feita pelo arquiteto João Diniz, e projeto gráfico de Elza Silveira.  
  • Dicionário de Imprecisões
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] Segunda edição revista e ampliada. O que diz um dicionário sobre as coisas do mundo, sobre tudo e sobre o indescritível? A resposta a esse tipo de questão pode muito bem estar em um livro de poemas, que não tem, a rigor, o compromisso de definir ou descrever com precisão. E quem disse que os dicionários alcançam esse intento, afinal? Dicionário de Imprecisões é o oitavo livro solo de poesia de Ana Elisa Ribeiro, autora também de Álbum (Relicário, 2018, Prêmio Manaus), Xadrez (Scriptum, 2015) e Anzol de pescar infernos (Patuá, 2013, semifinalista Portugal Telecom). Provocada por situações reais de consulta a dicionários, a autora compôs um imprevisível e impreciso volume, com palavras aleatórias, das mais substantivas às mais abstratas, como saudade ou pelo, por onde passeia sem cerimônia, hibridizando gêneros discursivos, confundindo e ironizando significados possíveis e as classes de palavras, sem deixar de tocar em temas micropolíticos e sociais. Este Dicionário, que certamente confundiria também livreiros mais distraídos, é editado pela Impressões de Minas, dentro do selo Leme, com o apuro gráfico-visual que somente um livro semiartesanal poderia apresentar. A segunda edição do livro, com tiragem numerada, ganhou novos papéis na capa e no miolo, e a cor azul foi substituída pelo roxo. Além disso, dois novos poemas entraram na lista dos verbetes. O design gráfico é de Elza Silveira e as ilustrações, em nankin, são de Wallison Gontijo. Sem paratextos convencionais, este Dicionário se apoia na solitude dos livros para serem consultados, sem serem totalmente lidos, se for o caso.  
  • Manual de Berros
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] Noites de insônia, a convivência em grupos de whatsapp marcados pela polarização política e a leitura constante, no aplicativo, de mensagens acaloradas digitadas em caixa alta. Esse foi o cenário de grande parte do processo de criação de Manual de Berros e a Poesia Física, décimo livro de poesia do escritor, jornalista, crítico musical, letrista e radialista Kiko Ferreira. Com um humor ácido, característica presente na obra poética completa do escritor, e críticas a uma sociedade que cada vez mais berra e não consegue dialogar, Manual de Berros não deixa de lado o lirismo romântico e apresenta versos que contêm ritmo, melodia e cadência, explicitando as relações íntimas do autor com a música e a comunicação, além das influências de Paulo Leminski, Leonard Cohen, Chacal, Marcelo Dolabella e Bob Dylan.  
  • Elegia de descuidos
    R$30.00
    [FRETE INCLUSO] "Em Elegia de descuidos, de Laércio J. Pereira, as cenas são distopias: estão em combate a vida ordenada pela tirania do Capital (que sufoca toda espontaneidade) e a desordem do voo, da intuição do movimento que ainda não existe, do mundo em devir. Do lado da ordem, a Dama de toga, racista, deseja preservar sua nobreza e reza um terço para que não caia a Bastilha, símbolo de libertação e renovação. À senhora rancorosa se juntam outros, os “cidadãos de bem” do Brasil atual, adoradores do ódio e de fascistas." (trecho da orelha do livro, escrita por Simone Teodoro).  
  • Sobre avencas, ervas daninhas e flores do mato
    R$26.00

    [FRETE INCLUSO]

    Sobre avencas, ervas daninhas e flores do mato é um livreto de poesias escrito por Monica Toledo a partir das ilustrações do gravurista Sergio Kal. Palavra e imagem se encontram com frutos, raízes e toda a vida verde, celebrando um imenso corpo sensório e comum.

  • Árvore nômade
    R$36.00

    [FRETE INCLUSO]

    Árvore nômade é um livro dedicado às árvores e aos povos indígenas, e à relação entre eles. Composto por algumas dezenas de poemas, é uma pequena exposição do que o autor chama de uma poética da paisagem, da terra. No livro, além das impressões das palavras, estão presentes as ilustrações de diversos artistas plásticos que se dedicam às árvores e aos modos de ver os mundos em suas obras plásticas: Leonora Weissmann, Nila Guarani Kaiowá, Humberto Mundim e Jaider Esbell.

  • Jabuticaba
    R$35.00

    [FRETE INCLUSO]

    Jabuticaba, primeiro livro do artista gráfico Filipe Costa, é um livro autoficcional que mistura fotografia e poesia. Semelhante a um livro de artista ou a um diário de bordo, a publicação apresenta fragmentos da viagem de dois amigos pelo interior de Minas. A obra é composta por 48 fotografias de celular, 2 prints de whatsapp, 10 poemas e 2 anexos. Num jogo de possíveis combinações e brincadeiras entre imagem e palavra, o livro acaba revelando o olhar pessoal do artista nessa viagem: as fronteiras entre amor e amizade, real e virtual, velho e novo, sagrado e profano, banal e sublime, literal e metafórico. A paisagem íntima do autor se mistura à paisagem geográfica das seis cidades mineiras por onde ele andou: vegetações, casas, objetos e estradas. Jabuticaba é um livro de detalhes, que com humor e poesia pede para ser decifrado. Um livro enigmático, como os interiores: de Minas e do olho do artista.

  • Invasões
    R$40.00

    [FRETE INCLUSO]

    "Invasões" é o primeiro livro de Bernardo Gondim, artista que transita entre a literatura, a música e as artes cênicas e que busca, em todas essas expressões, um lugar cotidiano ainda que de natureza fantástica. O livro é dividido em três cadernos: ‘a medida das coisas’, ‘cartas’ e ‘invasões’, delineando um caminho que aponta para o surreal, como se a obra, aos poucos, fosse sendo invadida por insetos, plantas e objetos fora de seu habitat natural. Os desenhos de Maria Clara Cheib retratam com extrema delicadeza este universo, criando uma atmosfera mágica, mas ainda assim, tangível. Esse livro trata de invasões. Daquilo que nos toma e nos coloca em outro lugar. Daquilo que nos revira, revê, refaz e revolta. Daquilo que nos encontra e nos torna o que somos: seres humanos. Mas ser no sentido conjugado: o de estar-humano.

  • A sola dos pés respira melhor quando toca o solo
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Tristão Macedo nasceu em Formiga, Minas Gerais, em 1959, e é professor de Língua Portuguesa da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte. É autor dos livros Sem cuecas na gaveta (Impressões de Minas, 2012) e Poesia visível (Impressões de Minas, 2014). "A sola dos pés respira melhor quando toca o solo" é seu segundo livro de poesias.
  • Gratifica-se quem me encontrar
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Gratifica-se quem ​​me ​​encontrar releitura gráfico/literária da biografia de Marília Pires Entre palavras e desenhos, histórias e descobertas, essa publicação é fruto do encontro de duas gerações. Impulsionadas por questões sobre como estar no mundo, sobre os paradigmas das relações sociais, sobre ser mulher, mãe e sobre como ser por inteiro, neta e avó traçam um caminho gráfico-literário para contar uma história. Fazendo uso de minicontos, fotos, desenhos, cartas e colagens, cruzam com a angústia, o prazer, os silêncios e os êxitos da vida. Juntas, elas constroem e desconstroem ideias e palavras que se originam nos anos dourados no Brasil, passam pelo período da ditadura militar, até chegar aos dias de hoje.
  • Notícias populares
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] "Notícias populares" é o primeiro livro de poemas de Tatiana Bicalho. Os poemas foram elaborados a partir de notícias curiosas extraídas de dois jornais: Meia Hora e Notícias Populares, além de sites e revistas de notícias variadas. Partindo dessa imprensa de ampla circulação, Tatiana recorta, monta, apara e desconstrói o discurso da imprensa, deslocando-o e transformando-o em uma poesia repleta de ironia, humor, tragédia e sarcasmo. O projeto gráfico do livro também é pensado segundo a concepção de um jornal – com seus cadernos separados, podendo ser tirados da encadernação e lidos como um jornal.
  • Samba de Santos
    R$31.00
    [FRETE INCLUSO] Em Samba de Santos, Jussara abre, aos poucos, o sagrado baú de si mesma: a sóbria delicadeza da superação de etapas tanto em seu processo criativo quanto em relação à tessitura das memórias individual e coletiva. Qual samba é composto por esses afro-mineiros versos? Samba-canção, samba-blues, samba de roda – quando a deusa dos raios se faz presente? – ou todos estes simultaneamente?
  • Vrás
    R$25.00
    [FRETE INCLUSO] Vrás conta com uma seleção de poesias escritas nos últimos 5 anos por Carolina Spyer. O livro se desenvolve em torno de temas como corpo, encontro e tempo, numa tentativa de experimentá-los na dimensão poética por um olhar que se volta tanto para aquilo que falta quanto para aquilo que eclode.
  • Do pó
    R$16.00
    [FRETE INCLUSO] Do pó é um livreto que traz um poema do autor Diogo da Costa Ruffato.
  • Do pau
    R$16.00
    [FRETE INCLUSO] O livro é composto por um poema de Diogo Rufatto que é uma paródia de Do pó, também de sua autoria.