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  • Ainda
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Empreender uma busca em que esteja em causa o próprio ato de buscar: o termo latino queste, mencionado a certa altura de Ainda, segundo romance de Laura Cohen Rabelo, pode produzir importantes iluminações sobre o que a autora parece estabelecer como seu projeto de escrita.­
  • Notícias da contenda
    R$40.00

    [FRETE INCLUSO]

    Em Notícias da contenda, Adilson aprimora sua linguagem, indo além: parte de uma espécie de distopia pretérita, enquadrada na década de 1980, em plena Guerra Fria. Abolindo o passado e reinventando a história, subverte a disputa de poder de influência política, econômica, militar e ideológica entre os dois blocos, em uma disputa lúdica e amistosa, como ele escreve logo na primeira página. No lugar de ogivas nucleares, seu arsenal são os livros das principais bibliotecas do mundo. A “corrida armamentista” entre os países adversários é travada pela mensuração do conteúdo dos acervos e dos alvos onde são lançados, na distinção de uma supremacia canônica literária universal. Nada mais oportuno em dias sombrios como os atuais. O conhecimento ao invés do obscurantismo, a civilidade ao invés da barbárie. Patrimônios culturais inteiros antes restritos às prateleiras das bibliotecas, agora acanhoados nas ruas e praças, ao bel-prazer de quem se interessar resgatá-los. Entremeado a isto, nos capítulos pares, desenrola-se relato epistolar, psicológico, memorialístico, roteirístico e investigativo; afinal, independentemente da abrangência dos conflitos, a vida segue desenfreadamente o seu curso. (Texto de Luiz Guilherme Romancini)

  • Os patos
    R$40.00

    [FRETE INCLUSO] "Os patos" é uma ficção que narra as tentativas de uma mulher em escrever a história do seu corpo. É uma história feita mais de lacunas e vazios do que de acontecimentos, mais de perguntas do que de respostas. Enquanto tenta escrever essa história, a personagem vai descobrindo como a vergonha - sentimento que a acompanha desde a infância – é uma emoção complexa: vergonha do próprio corpo, mas também vergonha da escrita (outra forma de exposição). A narrativa – escrita em formato de diário – tenta produzir um exercício circular (melancólico mas também sarcástico e irônico) que resiste às tentativas de definição do ser mulher, revelando, também, os múltiplos movimentos de existir para além daquilo que está pré-configurado.