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  • A trilogia do álcool e outros poemas
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] o eu etílico de Jovino Machado está ali na trilogia de ateu ator e à toa bebendo no malleta com seu jeito bêbado de Ser olhando o mundo girar cambalear sabendo que a vida é neblina tropeçando o leitor na trapaça porque Jovino Antônio Rabelo Machado escreve em casa, sóbrio, comendo pamonha, ousando inventar a cerveja, sendo ateu de muitos deuses, sendo ator de muitas peças e taças e tintos, sendo à toa no verso enquanto se dedica à leitura de dante alighieri, rindo do riso de quem não entendeu que a verdade está no vinho e o poeta é um eu etílico trino que bebe tão completamente que chega a fingir que é vinho o vinho que deveras mente na missa na música nas noites brumas do cenário de papel a fumaça dissolve o retrato do bêbado enquanto o artista de fígado e osso é aquele que avança titubeante e construindo com destilada lucidez uma poética mística erótica, solvendo Leminskis & relaxos, diluindo no seu sangue românticos, modernistas e marginais, sambando aos goles dessa modernidade cada vez mais líquida, porque tudo que é sóbrio se desmancha no bar (Texto de Rafael Fava Belúzio para o posfácio do livro)
  • Generalidades ou Passarinho Loque Esse
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] "O livro conta a história de um poeta que começa a receber cartas e a responder vozes que falam de várias maneiras e por muitos meios, muitas vezes em prosa, outras em verso, algumas respostas a perguntas impostas e agressivas e também a perguntas que nem sabemos se foram feitas. Às vezes chegam pelo correio, envelopadas em cartas assinadas, outras não, muitas parecem continuar um assunto que não havia sido começado. O fato é que dentro de todas as variantes do estado de ser, há uma ordenação, uma narrativa que apresenta um processo de grande mudança, o anúncio de uma metamorfose. As primeiras páginas do livro são preenchidas por frases e parágrafos curtos que introduzem as diversas vozes que se colocarão diante do leitor nas páginas seguintes. "Certa noite eu ouvia tango sob a luz de velas", e a partir daí o que se revela é uma escrita que parte do questionamento de si mesmo e tudo aquilo que chega com esse movimento, todos os conflitos construídos pela mente a partir da indagação sobre a estrutura básica que é o corpo."Terceira edição, primeiro livro de uma trilogia, primeiro volume da coleção Ouvido Falante, que nasceu do encontro da Impressões de Minas com os poetas Nívea Sabino e Pedro Bomba. Os trabalhos reunidos na Ouvido Falante envolvem poetas que no seu fazer artístico de tessitura da palavra, optam por partilhar seus trabalhos em diferentes espaços coletivos da Poesia Falada – Saraus, Slam’s e Rodas de Poesia. A partir da performance oral, concebem, nesses espaços, a entrega da obra poética. Os textos publicados em cada livro dessa coleção já foram ditos e falados em algum momento por suas autoras e autores. Podemos dizer que esses textos foram publicados primeiramente através da boca e chegam agora a esta publicação impressa, pensada para contar e registrar os sons, a voz, a escritura e a obra de poetas da poesia falada. João Maria Kaisen nasceu em 1991, na cidade de Belo Horizonte. Pessoa intersexo transmasculina não binária. Poeta marginal antimanicomial, artista da cena, performer, produtor cultural e integrante do coletivo Academia TransLiterária. Vez ou outra é Pochety, o palhaço. Estudante de Letras, pesquisador, tradutor, revisor, palestrante e, em 2016, foi eleito Delegado Nacional de Direitos Humanos, em decorrência de sua atuação pela pauta LGBTQIA+. Generalidades ou Passarinho Loque Esse tem capa de Sofia Coeli, prefácio de Marta Neves, projeto gráfico e posfácio de Elza Silveira, ilustrações de Heitor Rezende e Madu Machado.
  • Vão
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] A imagem usual do vão enquanto estrutura oca e livre é aqui preenchida pelo sentido de vacuidade e banalidade também evocada pelo título do livro, delineando a geografia de um cotidiano desastroso, por vezes inútil, mas ainda assim entreaberto. No texto escrito para a orelha, Flávia Péret chama atenção para a imagem nada exata que emerge do jogo poético de montagem dos livros, semelhante a uma “paisagem sem figura”, tal qual a imagem de um vão. Nas palavras da autora, [...] “João cria outros sentidos para essa palavra, reafirmando assim o trabalho do poeta como aquele que inventa desvios onde antes existiam usos gastos e ordinários”. O livro, dividido em três partes – dentro, entre e fora –, convida o leitor a retraçar uma singela odisseia poética que tem princípio no âmago íntimo do cotidiano, atravessa o labor da arte poética e desembarca nas margens de um mundo desmesuradamente descentrado, ao qual o poeta tenta ainda se apegar. A reflexão sobre a escrita que ocupa o núcleo do livro parece operar como vaso comunicante entre o mundo do indivíduo e o indivíduo no mundo, propondo um entre-espaço capaz de simbolizar o poder da linguagem em atar (e desfazer) laços e relações. Como uma passagem – de ida e volta – entre o dentro e o fora que nos habita. Mas os limites da capacidade desta mesma linguagem em nomear e fixar situações, lugares e afetos são também colocados à prova nestes poemas, pois muitas vezes é também vão nosso esforço de comunicação. Não seria a poesia uma arma para falar do indizível, do impronunciável?
  • A atualidade da Teoria Estética de Theodor W. Adorno
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO]

    Há cinquenta anos era publicada a Teoria Estética de Theodor W. Adorno, um ano após seu súbito falecimento. Hoje como há meio século, a obra é objeto de fascinação e de desafio para a crítica. Com efeito, sua condição de inacabamento confere-lhe aquele brilho enigmático dos grandes projetos interrompidos que, embora inconclusos, abandonados, muitas vezes inacabáveis ou, no melhor dos casos, arrematados por outrem de forma provisória, permanecem misteriosamente de pé, dando à própria fragmentação um aspecto de imponência e perenidade. Embora inacabada, a obra condensa a reflexão estética de toda uma vida desse autor que ofereceu uma das contribuições à disciplina mais decisivas do século passado. Pois trata-se de seu “grande livro sobre a estética”, como Adorno se referiu à Teoria Estética em uma das últimas entrevistas que concedeu. Este livro compreende-se como um gesto de celebração desse fascínio e uma tentativa de confrontação de seu desafio. Como toda celebração de uma efeméride do mundo do pensamento, também esta pretende, a um só tempo, afirmar e interrogar a sua vitalidade – ou, na melhor tradição crítica, afirmá-la justamente ao interrogá-la, na exata medida em que ela permanece sendo um objeto de interrogação produtiva para o presente.

    Organizado por Rodrigo Duarte e Daniel Pucciarelli, o livro também traz textos de Silke Kapp, Bruno Pucci, Douglas Garcia Alves Júnior, Lucyane De Moraes, Verlaine Freitas, Luiz A. Calmon Nabuco Lastória e Rachel Cecília de Oliveira. O projeto gráfico é da Rita Davis.
  • Ensaios para quase
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] "Tantas são as tarefas do poeta e seu poema. Camila Nicácio, poetisa diligente, parece congregar essas tarefas de forma natural. Com a aparente simplicidade e facilidade com que um João de Barro arma seu ninho, Camila constrói assim o poema que nos alberga ou nos seduz. Trata-se de uma estrutura, de uma arquitetura aparentemente simples e porém ao extremo refinada, onde cada frase contém seu equilíbrio próprio e sustenta o conjunto. Nenhum elemento a ser agregado ou retirado, sob pena do poema não existir. Contrapeso perfeito, harmonia onde nos pousamos ou de onde podemos partir." (Texto escrito por Rosa Maria Unda Souk para a orelha do livro)  
  • CASA
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] Mário Alex Rosa, autor dos livros Via Férrea (Cosac Naify), Ouro Preto (Scriptum), Formigas (Cosac Naify) e ABC futebol clube (Aletria), volta agora, depois de sete anos, com um novo livro, CASA. Trata-se de uma publicação singular, delicada e que traz uma experiência diferente da forma habitual com que o autor costuma exercitar seus poemas: os textos são curtos e escritos em apenas três versos. “CASA foi escrito durante meses de confinamento num apartamento, obedecendo rigorosamente a quarentena. A mistura de uma tristeza com reflexões sobre uma única pergunta – o que fazer? – fez com que Mário Alex Rosa olhasse para dentro de si e da casa, e observasse as partes e o todo desse espaço e ambiente em que moramos e que nem sempre é tão observado. Na apresentação, o poeta Ronald Polito escreve: “Este pequeno livro tão especial é um projeto de sobrevivência, é uma política de sobreaviso, um diagnóstico de alternativas. Mas em pianíssimo, como convém à nova temporada de caça às bruxas, ao rebote do medievo. Daí o silêncio imperativo entre os enunciados, poemas-concha, a necessária brevidade deles, sua natureza de senha, código, cifra”. E completa: “Assim surgem imagens inaugurais: o sol que não podemos tomar lá fora nos faz companhia aqui dentro no ovo estalado em uma frigideira, gema que surge entre nuvens. E no talvez mais recôndito da privacidade da casa, o banheiro, a revelação enorme de que no espelho somos duplamente sós”. Para o poeta Armando Freitas Filho, na CASA de Mário “Está ali tudo que se vive em poucas palavras: ‘quanto tempo/o tempo demora/na quarentena’. A gente não sabe: se triste, se alegre, entre quatro paredes. Você montou, enfim, para se pensar nessa casa que tranca e se abre no tempo. Nessa casa e nas seguintes elas padecem de dúvidas e certezas, e volta e meia se desenham tal qual todas de alguma forma entre sair e ficar para sempre”. O livro conta com ilustrações de Wallison Gontijo, feitas em nanquim. A edição apresenta, ainda, sobrecapa, impressa em papel vegetal, com a planta baixa de uma casa feita pelo arquiteto João Diniz, e projeto gráfico de Elza Silveira.  
  • Revista Desmanche
    R$20.00
    [APENAS O FRETE] DESMANCHE é uma revista sobre espaço, imagem, sociedade. O desmanche que dá título à revista é compreendido como um procedimento experimental e crítico para remontagens de pensamentos. Nesta primeira edição conta com contribuições de diversos campos de conhecimento como a filosofia, arquitetura e urbanismo, literatura, cinema. O formatos dos textos são variados na forma de ensaios, ensaios visuais e literatura. A revista é vinculada ao LITS (Laboratório de Tecnologias Sociais) do IFMG-campus Santa Luzia. Tem como editores Breno Silva, Roxane Sidney e Simone Cortezão.
  • Dicionário de Imprecisões
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] Segunda edição revista e ampliada. O que diz um dicionário sobre as coisas do mundo, sobre tudo e sobre o indescritível? A resposta a esse tipo de questão pode muito bem estar em um livro de poemas, que não tem, a rigor, o compromisso de definir ou descrever com precisão. E quem disse que os dicionários alcançam esse intento, afinal? Dicionário de Imprecisões é o oitavo livro solo de poesia de Ana Elisa Ribeiro, autora também de Álbum (Relicário, 2018, Prêmio Manaus), Xadrez (Scriptum, 2015) e Anzol de pescar infernos (Patuá, 2013, semifinalista Portugal Telecom). Provocada por situações reais de consulta a dicionários, a autora compôs um imprevisível e impreciso volume, com palavras aleatórias, das mais substantivas às mais abstratas, como saudade ou pelo, por onde passeia sem cerimônia, hibridizando gêneros discursivos, confundindo e ironizando significados possíveis e as classes de palavras, sem deixar de tocar em temas micropolíticos e sociais. Este Dicionário, que certamente confundiria também livreiros mais distraídos, é editado pela Impressões de Minas, dentro do selo Leme, com o apuro gráfico-visual que somente um livro semiartesanal poderia apresentar. A segunda edição do livro, com tiragem numerada, ganhou novos papéis na capa e no miolo, e a cor azul foi substituída pelo roxo. Além disso, dois novos poemas entraram na lista dos verbetes. O design gráfico é de Elza Silveira e as ilustrações, em nankin, são de Wallison Gontijo. Sem paratextos convencionais, este Dicionário se apoia na solitude dos livros para serem consultados, sem serem totalmente lidos, se for o caso.  
  • Manual de Berros
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] Noites de insônia, a convivência em grupos de whatsapp marcados pela polarização política e a leitura constante, no aplicativo, de mensagens acaloradas digitadas em caixa alta. Esse foi o cenário de grande parte do processo de criação de Manual de Berros e a Poesia Física, décimo livro de poesia do escritor, jornalista, crítico musical, letrista e radialista Kiko Ferreira. Com um humor ácido, característica presente na obra poética completa do escritor, e críticas a uma sociedade que cada vez mais berra e não consegue dialogar, Manual de Berros não deixa de lado o lirismo romântico e apresenta versos que contêm ritmo, melodia e cadência, explicitando as relações íntimas do autor com a música e a comunicação, além das influências de Paulo Leminski, Leonard Cohen, Chacal, Marcelo Dolabella e Bob Dylan.  
  • Elegia de descuidos
    R$30.00
    [FRETE INCLUSO] "Em Elegia de descuidos, de Laércio J. Pereira, as cenas são distopias: estão em combate a vida ordenada pela tirania do Capital (que sufoca toda espontaneidade) e a desordem do voo, da intuição do movimento que ainda não existe, do mundo em devir. Do lado da ordem, a Dama de toga, racista, deseja preservar sua nobreza e reza um terço para que não caia a Bastilha, símbolo de libertação e renovação. À senhora rancorosa se juntam outros, os “cidadãos de bem” do Brasil atual, adoradores do ódio e de fascistas." (trecho da orelha do livro, escrita por Simone Teodoro).  
  • Isto aqui não é a selva
    R$40.00

    [FRETE INCLUSO] 

    "Isto aqui não é a selva", primeiro livro de Sérgio Diniz Guerra, apresenta contos e crônicas que transitam pelas situações do dia a dia com uma veia reflexiva e bem-humorada. 

  • Dramaturgias do Real
    R$46.00

    [FRETE INCLUSO] O encontro de práticas potentes de criação de realidades a partir de noções diversas de performance, corpo e imagem se apresenta, em Dramaturgias do Real, nos desdobramentos tecnológicos, científicos, cênicos, urbanos e sociais. As pesquisas apresentadas renovam a dramaturgia em suas formas políticas e singulares em um drama e um real unificados, que se revelam em novos modos de viver a arte no mundo.

  • Performances da memória
    R$46.00
    [FRETE INCLUSO] O encontro dos ensaios de "Performances da Memória" vem do desejo de se pensar a memória como performance. Para isso, a organizadora, Monica Toledo Silva, provocou artistas e pesquisadores que abordam o tema a partir das artes plásticas, cênicas, digitais, neurociência, psicanálise, psicologia, arquitetura, literatura, cinema e tecnologia. O resultado é um corpo histórico e fantástico, que comunica com gestos, afetos e com as teorias contemporâneas que melhor contemplam os estudos da memória.
  • O ônibus, a cidade e a luta
    R$50.00
    [FRETE INCLUSO] Um livro surgido de uma inquietação se torna, quase sempre, ferramenta poderosa no debate para o qual se apresenta. Se, além disso, o livro emerge num momento tal que tenha diante de si o terreno aberto das lutas política e urbana, sua responsabilidade é imensa. Não é outro o caso de “O ônibus, a cidade e a luta”. Numa narrativa rigorosa sobre o transporte coletivo urbano no Brasil, André Veloso equilibra, em seu texto, tanto a formação e a trajetória histórica dos diversos sujeitos sociais no processo de modernização produtiva no país quanto a crescente complexidade das cidades brasileiras, de modo a alcançar uma reflexão aguda sobre oferta e demanda desse serviço essencial à dinâmica da vida urbana dos séculos XX e XXI. Escrevendo desde uma perspectiva marxiana de reprodução ampliada do capital, o livro investiga todo o acervo da pesquisa sobre o tema que já tenha se realizado nas nossas universidades, em geral referenciada ou à trajetória específica do setor de transportes ou a questões da produção do espaço, para, a seguir, se apresentar ao debate contemporâneo: o autor debruça-se com seriedade ímpar sobre os movimentos recentes pelo transporte e a história e contexto específicos do movimento Tarifa Zero BH entre os anos de 2013 e 2015.

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