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  • A sola dos pés respira melhor quando toca o solo
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Tristão Macedo nasceu em Formiga, Minas Gerais, em 1959, e é professor de Língua Portuguesa da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte. É autor dos livros Sem cuecas na gaveta (Impressões de Minas, 2012) e Poesia visível (Impressões de Minas, 2014). "A sola dos pés respira melhor quando toca o solo" é seu segundo livro de poesias.
  • A vida afetiva dos objetos
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Sem arroubos, A vida afetiva dos objetos se ocupa em examinar relações, alegrias, lacunas e memórias e encontrar pequenas belezas onde não se espera.
  • Árvore nômade
    R$36.00

    [FRETE INCLUSO]

    Árvore nômade é um livro dedicado às árvores e aos povos indígenas, e à relação entre eles. Composto por algumas dezenas de poemas, é uma pequena exposição do que o autor chama de uma poética da paisagem, da terra. No livro, além das impressões das palavras, estão presentes as ilustrações de diversos artistas plásticos que se dedicam às árvores e aos modos de ver os mundos em suas obras plásticas: Leonora Weissmann, Nila Guarani Kaiowá, Humberto Mundim e Jaider Esbell.

  • CASA
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] Mário Alex Rosa, autor dos livros Via Férrea (Cosac Naify), Ouro Preto (Scriptum), Formigas (Cosac Naify) e ABC futebol clube (Aletria), volta agora, depois de sete anos, com um novo livro, CASA. Trata-se de uma publicação singular, delicada e que traz uma experiência diferente da forma habitual com que o autor costuma exercitar seus poemas: os textos são curtos e escritos em apenas três versos. “CASA foi escrito durante meses de confinamento num apartamento, obedecendo rigorosamente a quarentena. A mistura de uma tristeza com reflexões sobre uma única pergunta – o que fazer? – fez com que Mário Alex Rosa olhasse para dentro de si e da casa, e observasse as partes e o todo desse espaço e ambiente em que moramos e que nem sempre é tão observado. Na apresentação, o poeta Ronald Polito escreve: “Este pequeno livro tão especial é um projeto de sobrevivência, é uma política de sobreaviso, um diagnóstico de alternativas. Mas em pianíssimo, como convém à nova temporada de caça às bruxas, ao rebote do medievo. Daí o silêncio imperativo entre os enunciados, poemas-concha, a necessária brevidade deles, sua natureza de senha, código, cifra”. E completa: “Assim surgem imagens inaugurais: o sol que não podemos tomar lá fora nos faz companhia aqui dentro no ovo estalado em uma frigideira, gema que surge entre nuvens. E no talvez mais recôndito da privacidade da casa, o banheiro, a revelação enorme de que no espelho somos duplamente sós”. Para o poeta Armando Freitas Filho, na CASA de Mário “Está ali tudo que se vive em poucas palavras: ‘quanto tempo/o tempo demora/na quarentena’. A gente não sabe: se triste, se alegre, entre quatro paredes. Você montou, enfim, para se pensar nessa casa que tranca e se abre no tempo. Nessa casa e nas seguintes elas padecem de dúvidas e certezas, e volta e meia se desenham tal qual todas de alguma forma entre sair e ficar para sempre”. O livro conta com ilustrações de Wallison Gontijo, feitas em nanquim. A edição apresenta, ainda, sobrecapa, impressa em papel vegetal, com a planta baixa de uma casa feita pelo arquiteto João Diniz, e projeto gráfico de Elza Silveira.  
  • corpo-concreto
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] O livro “corpo-concreto” é um objeto novo no mundo. Brisa Marques traz a gema de uma escrita assumidamente disfarçada em si. Ela passa pela fenda da vida e introduz poemicros duráveis. Ela encontra a consistência de instantâneos sortidos e sorri para o estranho das próprias sentenças. Ela acolhe o trôpego da queda e coloca a dor para dormir com o poema. (Julia Panadés)
  • Dicionário de Imprecisões
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] Segunda edição revista e ampliada. O que diz um dicionário sobre as coisas do mundo, sobre tudo e sobre o indescritível? A resposta a esse tipo de questão pode muito bem estar em um livro de poemas, que não tem, a rigor, o compromisso de definir ou descrever com precisão. E quem disse que os dicionários alcançam esse intento, afinal? Dicionário de Imprecisões é o oitavo livro solo de poesia de Ana Elisa Ribeiro, autora também de Álbum (Relicário, 2018, Prêmio Manaus), Xadrez (Scriptum, 2015) e Anzol de pescar infernos (Patuá, 2013, semifinalista Portugal Telecom). Provocada por situações reais de consulta a dicionários, a autora compôs um imprevisível e impreciso volume, com palavras aleatórias, das mais substantivas às mais abstratas, como saudade ou pelo, por onde passeia sem cerimônia, hibridizando gêneros discursivos, confundindo e ironizando significados possíveis e as classes de palavras, sem deixar de tocar em temas micropolíticos e sociais. Este Dicionário, que certamente confundiria também livreiros mais distraídos, é editado pela Impressões de Minas, dentro do selo Leme, com o apuro gráfico-visual que somente um livro semiartesanal poderia apresentar. A segunda edição do livro, com tiragem numerada, ganhou novos papéis na capa e no miolo, e a cor azul foi substituída pelo roxo. Além disso, dois novos poemas entraram na lista dos verbetes. O design gráfico é de Elza Silveira e as ilustrações, em nankin, são de Wallison Gontijo. Sem paratextos convencionais, este Dicionário se apoia na solitude dos livros para serem consultados, sem serem totalmente lidos, se for o caso.  
  • Do pau
    R$16.00
    [FRETE INCLUSO] O livro é composto por um poema de Diogo Rufatto que é uma paródia de Do pó, também de sua autoria.
  • Do pó
    R$16.00
    [FRETE INCLUSO] Do pó é um livreto que traz um poema do autor Diogo da Costa Ruffato.
  • Elegia de descuidos
    R$30.00
    [FRETE INCLUSO] "Em Elegia de descuidos, de Laércio J. Pereira, as cenas são distopias: estão em combate a vida ordenada pela tirania do Capital (que sufoca toda espontaneidade) e a desordem do voo, da intuição do movimento que ainda não existe, do mundo em devir. Do lado da ordem, a Dama de toga, racista, deseja preservar sua nobreza e reza um terço para que não caia a Bastilha, símbolo de libertação e renovação. À senhora rancorosa se juntam outros, os “cidadãos de bem” do Brasil atual, adoradores do ódio e de fascistas." (trecho da orelha do livro, escrita por Simone Teodoro).  
  • Ensaios para quase
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] "Tantas são as tarefas do poeta e seu poema. Camila Nicácio, poetisa diligente, parece congregar essas tarefas de forma natural. Com a aparente simplicidade e facilidade com que um João de Barro arma seu ninho, Camila constrói assim o poema que nos alberga ou nos seduz. Trata-se de uma estrutura, de uma arquitetura aparentemente simples e porém ao extremo refinada, onde cada frase contém seu equilíbrio próprio e sustenta o conjunto. Nenhum elemento a ser agregado ou retirado, sob pena do poema não existir. Contrapeso perfeito, harmonia onde nos pousamos ou de onde podemos partir." (Texto escrito por Rosa Maria Unda Souk para a orelha do livro)  
  • Gratifica-se quem me encontrar
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Gratifica-se quem ​​me ​​encontrar releitura gráfico/literária da biografia de Marília Pires Entre palavras e desenhos, histórias e descobertas, essa publicação é fruto do encontro de duas gerações. Impulsionadas por questões sobre como estar no mundo, sobre os paradigmas das relações sociais, sobre ser mulher, mãe e sobre como ser por inteiro, neta e avó traçam um caminho gráfico-literário para contar uma história. Fazendo uso de minicontos, fotos, desenhos, cartas e colagens, cruzam com a angústia, o prazer, os silêncios e os êxitos da vida. Juntas, elas constroem e desconstroem ideias e palavras que se originam nos anos dourados no Brasil, passam pelo período da ditadura militar, até chegar aos dias de hoje.
  • Homem cão
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Homem cão é composto por 33 poemas escritos entre 2010 e 2017.
  • Invasões
    R$38.00

    [FRETE INCLUSO]

    "Invasões" é o primeiro livro de Bernardo Gondim, artista que transita entre a literatura, a música e as artes cênicas e que busca, em todas essas expressões, um lugar cotidiano ainda que de natureza fantástica. O livro é dividido em três cadernos: ‘a medida das coisas’, ‘cartas’ e ‘invasões’, delineando um caminho que aponta para o surreal, como se a obra, aos poucos, fosse sendo invadida por insetos, plantas e objetos fora de seu habitat natural. Os desenhos de Maria Clara Cheib retratam com extrema delicadeza este universo, criando uma atmosfera mágica, mas ainda assim, tangível. Esse livro trata de invasões. Daquilo que nos toma e nos coloca em outro lugar. Daquilo que nos revira, revê, refaz e revolta. Daquilo que nos encontra e nos torna o que somos: seres humanos. Mas ser no sentido conjugado: o de estar-humano.

  • Jabuticaba
    R$35.00

    [FRETE INCLUSO]

    Jabuticaba, primeiro livro do artista gráfico Filipe Costa, é um livro autoficcional que mistura fotografia e poesia. Semelhante a um livro de artista ou a um diário de bordo, a publicação apresenta fragmentos da viagem de dois amigos pelo interior de Minas. A obra é composta por 48 fotografias de celular, 2 prints de whatsapp, 10 poemas e 2 anexos. Num jogo de possíveis combinações e brincadeiras entre imagem e palavra, o livro acaba revelando o olhar pessoal do artista nessa viagem: as fronteiras entre amor e amizade, real e virtual, velho e novo, sagrado e profano, banal e sublime, literal e metafórico. A paisagem íntima do autor se mistura à paisagem geográfica das seis cidades mineiras por onde ele andou: vegetações, casas, objetos e estradas. Jabuticaba é um livro de detalhes, que com humor e poesia pede para ser decifrado. Um livro enigmático, como os interiores: de Minas e do olho do artista.

  • Jurema
    R$30.00
    [FRETE INCLUSO] A Jurema nasceu em um curso sobre o cotidiano, oferecido pela Carina Gonçalves lá no ateliê de escrita Estratégias Narrativas. Com o fim curso, as escritoras resolveram transformar em livro o que havia sido escrito“A ‘rotina como material de vida’ foi nosso ponto de partida e o cotidiano, nossa fonte de inspiração. ‘Acontecimentos, estranhamentos, instantâneos, experiências estéticas e personagens ambientados no cotidiano’. Roubamos cenas e nos apropriamos de objetos. Inventamos histórias para pessoas que não conhecemos, mas costumamos vê-las na rua, no ônibus, no elevador, na praça e até para pessoas desconhecidas em uma foto com nome, lugar e data no verso. Observamos traços, gestos, hábitos, expressões e escutamos conversas de pessoas desconhecidas ou conhecidas. Até nossas manias foram observadas – por que não? Manias, traços, gestos, hábitos, expressões, falas. Cenas entre o fora e o dentro. Frases. Objetos e seus deslocamentos. Textos em movimento. E, entre eles, o corpo. O corpo do real. O corpo do que não existe. O corpo do silêncio. O corpo do poema. O corpo da narrativa. O corpo do texto. Entre esses corpos, o corpo de linguagem de cada uma das sete mulheres atravessado pelo ordinário.” (Viviane Moreira)
  • Livre é abelha
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Amanda Ribeiro parece achar graça de tudo que aparenta ser rígido, como as convenções, os lugares comuns e a própria palavra. No seu exercício de causar fluidez nas coisas ditas fixas, a poeta quebra as nossas expectativas. Quando pensamos que podemos completar o verso que se inicia, ela inverte, descola e desloca a ordem das “palavras que se esparramam pelo chão” e nos surpreende com uma poesia esculpida e talhada para se apresentar leve. Leve não como plumas, que levitam sem direção, mas sim como pássaros – que são precisos e sabem ao certo onde vão pousar (parafraseando Valéry e Calvino). Ou até – quem sabe – como uma abelha, que deixa um zumbido longo no ouvido mesmo depois que passa.
  • Manual de Berros
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] Noites de insônia, a convivência em grupos de whatsapp marcados pela polarização política e a leitura constante, no aplicativo, de mensagens acaloradas digitadas em caixa alta. Esse foi o cenário de grande parte do processo de criação de Manual de Berros e a Poesia Física, décimo livro de poesia do escritor, jornalista, crítico musical, letrista e radialista Kiko Ferreira. Com um humor ácido, característica presente na obra poética completa do escritor, e críticas a uma sociedade que cada vez mais berra e não consegue dialogar, Manual de Berros não deixa de lado o lirismo romântico e apresenta versos que contêm ritmo, melodia e cadência, explicitando as relações íntimas do autor com a música e a comunicação, além das influências de Paulo Leminski, Leonard Cohen, Chacal, Marcelo Dolabella e Bob Dylan.  
  • Muda
    R$31.00
    [FRETE INCLUSO] Muda é o livro de estreia da poeta Karen Simões Corrêa. Muda não se restringe apenas ao título escolhido a rigor pela poeta na compilação deste livro de poemas, mas também é a potência própria de uma singela muda que aqui ganha a forma da palavra, do verso, da poesia.
  • No coração fosco da cidade
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO]

    "Este livro de poemas é um pouco sobre isso: sobre esses passantes que vemos todos os dias e não chegam nem mesmo a serem desconhecidos, e que por isso são também qualquer um de nós. Andamos pela cidade grande e as referências nunca são as mesmas, os galos cantam sempre na hora errada. Nas proporções desmedidas de São Paulo, onde é que fica o centro? É o que este livro procura: “o centro se faz pelos cantos, pelos suspiros cansados já de manhã, pelos passos firmes malgrado o suspiro”. Na insônia dos pedestres, que continua para além da cama, os poemas de Juliana Ramos encontram o que sobrou do sonho, que as pessoas levam consigo para o meio da rua. Nos olhares estranhos que se cruzam “e se sustentam sem disputa”, surge o pequeno segredo que acompanha a pressa e a multidão sem nunca se confundir com elas." (Texto de Leda Cartum)

  • Notícias populares
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] "Notícias populares" é o primeiro livro de poemas de Tatiana Bicalho. Os poemas foram elaborados a partir de notícias curiosas extraídas de dois jornais: Meia Hora e Notícias Populares, além de sites e revistas de notícias variadas. Partindo dessa imprensa de ampla circulação, Tatiana recorta, monta, apara e desconstrói o discurso da imprensa, deslocando-o e transformando-o em uma poesia repleta de ironia, humor, tragédia e sarcasmo. O projeto gráfico do livro também é pensado segundo a concepção de um jornal – com seus cadernos separados, podendo ser tirados da encadernação e lidos como um jornal.