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Mostrando 21–40 de 47 resultados

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  • Gratifica-se quem me encontrar
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Gratifica-se quem ​​me ​​encontrar releitura gráfico/literária da biografia de Marília Pires Entre palavras e desenhos, histórias e descobertas, essa publicação é fruto do encontro de duas gerações. Impulsionadas por questões sobre como estar no mundo, sobre os paradigmas das relações sociais, sobre ser mulher, mãe e sobre como ser por inteiro, neta e avó traçam um caminho gráfico-literário para contar uma história. Fazendo uso de minicontos, fotos, desenhos, cartas e colagens, cruzam com a angústia, o prazer, os silêncios e os êxitos da vida. Juntas, elas constroem e desconstroem ideias e palavras que se originam nos anos dourados no Brasil, passam pelo período da ditadura militar, até chegar aos dias de hoje.
  • Homem cão
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Homem cão é composto por 33 poemas escritos entre 2010 e 2017.
  • Invasões
    R$38.00

    [FRETE INCLUSO]

    "Invasões" é o primeiro livro de Bernardo Gondim, artista que transita entre a literatura, a música e as artes cênicas e que busca, em todas essas expressões, um lugar cotidiano ainda que de natureza fantástica. O livro é dividido em três cadernos: ‘a medida das coisas’, ‘cartas’ e ‘invasões’, delineando um caminho que aponta para o surreal, como se a obra, aos poucos, fosse sendo invadida por insetos, plantas e objetos fora de seu habitat natural. Os desenhos de Maria Clara Cheib retratam com extrema delicadeza este universo, criando uma atmosfera mágica, mas ainda assim, tangível. Esse livro trata de invasões. Daquilo que nos toma e nos coloca em outro lugar. Daquilo que nos revira, revê, refaz e revolta. Daquilo que nos encontra e nos torna o que somos: seres humanos. Mas ser no sentido conjugado: o de estar-humano.

  • Isto aqui não é a selva
    R$40.00

    [FRETE INCLUSO] 

    "Isto aqui não é a selva", primeiro livro de Sérgio Diniz Guerra, apresenta contos e crônicas que transitam pelas situações do dia a dia com uma veia reflexiva e bem-humorada. 

  • Jabuticaba
    R$35.00

    [FRETE INCLUSO]

    Jabuticaba, primeiro livro do artista gráfico Filipe Costa, é um livro autoficcional que mistura fotografia e poesia. Semelhante a um livro de artista ou a um diário de bordo, a publicação apresenta fragmentos da viagem de dois amigos pelo interior de Minas. A obra é composta por 48 fotografias de celular, 2 prints de whatsapp, 10 poemas e 2 anexos. Num jogo de possíveis combinações e brincadeiras entre imagem e palavra, o livro acaba revelando o olhar pessoal do artista nessa viagem: as fronteiras entre amor e amizade, real e virtual, velho e novo, sagrado e profano, banal e sublime, literal e metafórico. A paisagem íntima do autor se mistura à paisagem geográfica das seis cidades mineiras por onde ele andou: vegetações, casas, objetos e estradas. Jabuticaba é um livro de detalhes, que com humor e poesia pede para ser decifrado. Um livro enigmático, como os interiores: de Minas e do olho do artista.

  • Jurema
    R$30.00
    [FRETE INCLUSO] A Jurema nasceu em um curso sobre o cotidiano, oferecido pela Carina Gonçalves lá no ateliê de escrita Estratégias Narrativas. Com o fim curso, as escritoras resolveram transformar em livro o que havia sido escrito“A ‘rotina como material de vida’ foi nosso ponto de partida e o cotidiano, nossa fonte de inspiração. ‘Acontecimentos, estranhamentos, instantâneos, experiências estéticas e personagens ambientados no cotidiano’. Roubamos cenas e nos apropriamos de objetos. Inventamos histórias para pessoas que não conhecemos, mas costumamos vê-las na rua, no ônibus, no elevador, na praça e até para pessoas desconhecidas em uma foto com nome, lugar e data no verso. Observamos traços, gestos, hábitos, expressões e escutamos conversas de pessoas desconhecidas ou conhecidas. Até nossas manias foram observadas – por que não? Manias, traços, gestos, hábitos, expressões, falas. Cenas entre o fora e o dentro. Frases. Objetos e seus deslocamentos. Textos em movimento. E, entre eles, o corpo. O corpo do real. O corpo do que não existe. O corpo do silêncio. O corpo do poema. O corpo da narrativa. O corpo do texto. Entre esses corpos, o corpo de linguagem de cada uma das sete mulheres atravessado pelo ordinário.” (Viviane Moreira)
  • Livre é abelha
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Amanda Ribeiro parece achar graça de tudo que aparenta ser rígido, como as convenções, os lugares comuns e a própria palavra. No seu exercício de causar fluidez nas coisas ditas fixas, a poeta quebra as nossas expectativas. Quando pensamos que podemos completar o verso que se inicia, ela inverte, descola e desloca a ordem das “palavras que se esparramam pelo chão” e nos surpreende com uma poesia esculpida e talhada para se apresentar leve. Leve não como plumas, que levitam sem direção, mas sim como pássaros – que são precisos e sabem ao certo onde vão pousar (parafraseando Valéry e Calvino). Ou até – quem sabe – como uma abelha, que deixa um zumbido longo no ouvido mesmo depois que passa.
  • Manuscorte
    R$45.00

    [FRETE INCLUSO]

    Manuscorte é uma palavra inventada que designa algo que foi escrito com o uso da tesoura, um neologismo composto pela junção das palavras manuscrito e recorte. Este é o título do livro criado e editado pela artista Sylvia Amélia, uma obra narrativa que se situa entre as artes visuais, a poesia e o romance gráfico. Escrito inteiramente à tesoura, a obra propõe a expansão da linguagem por articular o ver e o ler em registros de leitura híbridos.

    O livro oferece ao leitor uma experiência singular pela topografia da palavra, articulando elementos espaciais, sonoridades plásticas, os silêncios e ruídos da escrita. É também um livro sobre extrair palavras da imagem, resultado de uma longa pesquisa sobre as relações entre escrever e recortar.

  • Marioleia: a pulguinha que gostava de ler
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] "Uma pulga na balança deu um pulo e foi à França. E a pulga Marioleia deu um pulo e foi à... biblioteca?! O que pode acontecer quando um misterioso vendedor de livros aparece à porta de sua casa? Ficou com a pulga atrás da orelha? Então... desvende essa linda aventura e veja o encontro da pulguinha mais interessante do planeta com a natureza que existe dentro de cada um."
  • Minhas férias
    R$31.00
    [FRETE INCLUSO] Em Minhas férias, de Mariana Zande, temos a reinvenção da infância em histórias que ressignificam a vida depois que se vira gente grande. Pequenos instantâneos que congelam o que há de melhor da criança em nós e que, muitas vezes, deixamos escondido, mas nunca perdido.
  • Muda
    R$31.00
    [FRETE INCLUSO] Muda é o livro de estreia da poeta Karen Simões Corrêa. Muda não se restringe apenas ao título escolhido a rigor pela poeta na compilação deste livro de poemas, mas também é a potência própria de uma singela muda que aqui ganha a forma da palavra, do verso, da poesia.
  • No coração fosco da cidade
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO]

    "Este livro de poemas é um pouco sobre isso: sobre esses passantes que vemos todos os dias e não chegam nem mesmo a serem desconhecidos, e que por isso são também qualquer um de nós. Andamos pela cidade grande e as referências nunca são as mesmas, os galos cantam sempre na hora errada. Nas proporções desmedidas de São Paulo, onde é que fica o centro? É o que este livro procura: “o centro se faz pelos cantos, pelos suspiros cansados já de manhã, pelos passos firmes malgrado o suspiro”. Na insônia dos pedestres, que continua para além da cama, os poemas de Juliana Ramos encontram o que sobrou do sonho, que as pessoas levam consigo para o meio da rua. Nos olhares estranhos que se cruzam “e se sustentam sem disputa”, surge o pequeno segredo que acompanha a pressa e a multidão sem nunca se confundir com elas." (Texto de Leda Cartum)

  • Notícias da contenda
    R$40.00

    [FRETE INCLUSO]

    Em Notícias da contenda, Adilson aprimora sua linguagem, indo além: parte de uma espécie de distopia pretérita, enquadrada na década de 1980, em plena Guerra Fria. Abolindo o passado e reinventando a história, subverte a disputa de poder de influência política, econômica, militar e ideológica entre os dois blocos, em uma disputa lúdica e amistosa, como ele escreve logo na primeira página. No lugar de ogivas nucleares, seu arsenal são os livros das principais bibliotecas do mundo. A “corrida armamentista” entre os países adversários é travada pela mensuração do conteúdo dos acervos e dos alvos onde são lançados, na distinção de uma supremacia canônica literária universal. Nada mais oportuno em dias sombrios como os atuais. O conhecimento ao invés do obscurantismo, a civilidade ao invés da barbárie. Patrimônios culturais inteiros antes restritos às prateleiras das bibliotecas, agora acanhoados nas ruas e praças, ao bel-prazer de quem se interessar resgatá-los. Entremeado a isto, nos capítulos pares, desenrola-se relato epistolar, psicológico, memorialístico, roteirístico e investigativo; afinal, independentemente da abrangência dos conflitos, a vida segue desenfreadamente o seu curso. (Texto de Luiz Guilherme Romancini)

  • Notícias populares
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] "Notícias populares" é o primeiro livro de poemas de Tatiana Bicalho. Os poemas foram elaborados a partir de notícias curiosas extraídas de dois jornais: Meia Hora e Notícias Populares, além de sites e revistas de notícias variadas. Partindo dessa imprensa de ampla circulação, Tatiana recorta, monta, apara e desconstrói o discurso da imprensa, deslocando-o e transformando-o em uma poesia repleta de ironia, humor, tragédia e sarcasmo. O projeto gráfico do livro também é pensado segundo a concepção de um jornal – com seus cadernos separados, podendo ser tirados da encadernação e lidos como um jornal.
  • O livro de ouro das coisas sem graça
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] O Livro de Ouro das Coisas Sem Graça é um livro de variedades: contém contos, poemas, rancores, fisiologias, um guia de uso para o facebook, uma entrevista, um guia turístico para lugares de morrer, cosmogonias, mitologias, astrologias, malcriações, muitas baratas e lançamentos próximos, consistindo, assim, numa espécie de livro-de-livros, ou uma versão contemporânea da revista Seleções. Entretanto, no lugar de fotos de gente branca que vai ao dentista, temos uma bela coleção de ilustrações feitas pelo artista plástico Henrique Detomi.
  • O ônibus, a cidade e a luta
    R$50.00
    [FRETE INCLUSO] Um livro surgido de uma inquietação se torna, quase sempre, ferramenta poderosa no debate para o qual se apresenta. Se, além disso, o livro emerge num momento tal que tenha diante de si o terreno aberto das lutas política e urbana, sua responsabilidade é imensa. Não é outro o caso de “O ônibus, a cidade e a luta”. Numa narrativa rigorosa sobre o transporte coletivo urbano no Brasil, André Veloso equilibra, em seu texto, tanto a formação e a trajetória histórica dos diversos sujeitos sociais no processo de modernização produtiva no país quanto a crescente complexidade das cidades brasileiras, de modo a alcançar uma reflexão aguda sobre oferta e demanda desse serviço essencial à dinâmica da vida urbana dos séculos XX e XXI. Escrevendo desde uma perspectiva marxiana de reprodução ampliada do capital, o livro investiga todo o acervo da pesquisa sobre o tema que já tenha se realizado nas nossas universidades, em geral referenciada ou à trajetória específica do setor de transportes ou a questões da produção do espaço, para, a seguir, se apresentar ao debate contemporâneo: o autor debruça-se com seriedade ímpar sobre os movimentos recentes pelo transporte e a história e contexto específicos do movimento Tarifa Zero BH entre os anos de 2013 e 2015.
  • Os patos
    R$40.00

    [FRETE INCLUSO] "Os patos" é uma ficção que narra as tentativas de uma mulher em escrever a história do seu corpo. É uma história feita mais de lacunas e vazios do que de acontecimentos, mais de perguntas do que de respostas. Enquanto tenta escrever essa história, a personagem vai descobrindo como a vergonha - sentimento que a acompanha desde a infância – é uma emoção complexa: vergonha do próprio corpo, mas também vergonha da escrita (outra forma de exposição). A narrativa – escrita em formato de diário – tenta produzir um exercício circular (melancólico mas também sarcástico e irônico) que resiste às tentativas de definição do ser mulher, revelando, também, os múltiplos movimentos de existir para além daquilo que está pré-configurado.

  • Performances da memória
    R$46.00
    [FRETE INCLUSO] O encontro dos ensaios de "Performances da Memória" vem do desejo de se pensar a memória como performance. Para isso, a organizadora, Monica Toledo Silva, provocou artistas e pesquisadores que abordam o tema a partir das artes plásticas, cênicas, digitais, neurociência, psicanálise, psicologia, arquitetura, literatura, cinema e tecnologia. O resultado é um corpo histórico e fantástico, que comunica com gestos, afetos e com as teorias contemporâneas que melhor contemplam os estudos da memória.
  • Perímetro urbano
    R$46.00
    [FRETE INCLUSO] Perímetro urbano reúne textos, desenhos e fotografias de Binho Barreto que falam sobre sua prática com o graffiti ao longo das duas últimas décadas. A escrita é composta por pequenos contos que relatam acontecimentos inusitados ocorridos durante as grafitagens (acompanhados por imagens dos respectivos graffitis), além de poemas e reflexões sobre desenho e cidade.
  • Permanência
    R$38.00
    [FRETE INCLUSO] Permanência é palavra que se escreve no tempo que se esvai. Grafada no título de um romance anuncia a constância, a continuidade, a firmeza de alguma coisa. Mas na diegese tudo corre o risco de ir embora como água do mar, como aquarela sobre o papel, como duna entregue ao vento. O fato é que algo estará sempre lá. A sensação é que são acasos previstos, pensados, esperados, borrados como que cuidando das formas e sítios onde foram guardadas as lembranças no presente. Bom lembrar: o mundo faz suas revoluções. Permanência é memória e esquecimento de um corpo narrado junto a outros: das paixões vividas, das paixões não vividas, dos amores inventados. Não nos interessa saber quantos personagens entrelaçam essa trama amorosa, muito menos se são homens, mulheres, pensamentos ou barcos à vela. Coisas maiores, nada em excesso e ausências presentes constroem o cenário, as narrativas e as expectativas. O fato é que alguém foi feliz à beira do absurdo. Alguém se fez um precipício. Alguém vive e permanece Ausência.

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