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  • 1929
    R$50.00
    [PRÉ-VENDA COM 20% DE DESCONTO] [FRETE INCLUSO] 1929 O livro 1929 reúne 29 crônicas escritas por Rafael Fava Belúzio entre os anos de 2009 a 2014, retrabalhados, principalmente, durante a pandemia de 2020-2021. Doutor em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais, Rafael Belúzio é conhecido pelo seu olhar de cronista, atento e certeiro nas observações do cotidiano das cidades. Em 1929, o autor traz releituras de tradições literárias brasileiras, articulando aspectos locais e universais, de modo a trazer potentes reflexões sobre a vida por meio de uma linguagem fluida. Segundo a autora Maria Esther Maciel, que assina a quarta capa do livro, “1929 é um livro de crônicas incomum, que vai ‘do mais simples rés-do-chão’ aos voos (altos e rasantes) sobre cenas, cenários e acontecimentos diversos, deles extraindo pequenos e grandes assombros”. A cidade mineira de Carangola, por sua vez, é flagrada, no livro, em cenas prosaicas, vívidos cenários e paisagens íntimas. Para Maria Esther, Rafael Belúzio “traz à tona diversos temas, como também experimenta novas formas e formatos textuais, levando assim, o gênero crônica para além de seus limites, sem prescindir das linhas de força que o caracterizam”, afirma.  1929 traz imagens de Camila Monteiro de Lima, Gilmar Soares, Paulo Bevilacqua e Thiago Assis Felisberto Petronilho, além de projeto gráfico de Elza Silveira. Postais impressos com ilustrações de Thiago Assis Felisberto Petronilho acompanham o livro.
  • A filha, a flor, o cais
    R$35.00
    [PRÉ-VENDA] [FRETE INCLUSO] Primeiro livro de poemas de Ana Luíza Drummond, A Filha, a Flor, o Cais é, nas palavras de Ricardo Pinto de Souza "um livro da infância (em vez de 'sobre' a infância: escrito a partir de uma infância), e isso não significa as figuras edulcoradas e burguesas que imaginam a infância como o lugar de diminutivos e cores de plástico, mas a infância de fato, o lugar fronteiriço por excelência, de amor e inferno, espanto e abismo. (...) Um livro que permite recuperar o amor, a dor, a memória, a obscenidade e o corpo de alguma infância".
  • Trocando em miúdos
    R$40.00
    [PRÉ-VENDA] [FRETE INCLUSO]

    Eduardo Rennó troca em miúdos uns elementos da vida em 42 poemas cujos versos vêm nos lembrar de que há amor neste planeta fuliginoso e insalubre. O livro passa por temas como sexo e amor e fecha-se com a circularidade das coisas, mesmo dos escritos. (...) Começa, termina, começa, recomeça, mas sempre é outro começo. Não ficam por aí, no entanto, os versos do poeta. Temas sociais e políticos surgem aqui e ali, emprego, precariedades, mas Rennó soa otimista, dando relevo à nossa salvação autogerida de todo dia. Embora sua linguagem seja leve, despregada de dificuldades desnecessárias, as referências clássicas aparecem, traduzidas ao século em que vivemos. (...) Se é raiz, é, afinal, para onde sempre se volta, em ciclos que a vida traz marotamente, mangando de nós, como dizem nossos vizinhos baianos. Leia-se a poesia de Eduardo Rennó, no trânsito que nos torna vivos e móveis.” (Texto de Ana Elisa Ribeiro)

     
  • A mão é uma pista de voo
    R$49.90
    [PRÉ-VENDA LIVRO + BRINDE]* [FRETE INCLUSO] A mão é uma pista de voo, segundo livro de poemas de Ana Paula Dacota, exprime uma escrita ágil, precisa e sutil naquilo que se propõe: tratar de assuntos e temas contemporâneos atravessados pela pandemia e o isolamento social. Se por um lado vivemos em um país marcado por políticas de mortes, por outro A mão é uma pista de voo torna-se, antes de tudo, testemunha de uma pessoa viva; é ele, sobretudo, o principal vestígio de uma poeta que em meio às mudanças, restrições e medos, alcança, com a escrita, a potência de sua poesia. Em seu segundo livro, Dacota dedica-se a enxergar o presente pelas lentes da literatura, e opera suas lembranças, amores e vontades, para fazer das próprias mãos, território ideal para viagens. Os três poemas que abrem o livro (Bichinho, Cumuruxatiba e Tambaba) parecem tratar de momentos vividos pela poeta nos primeiros meses de 2020, quando ainda não havia se instalado no Brasil a pandemia. Aqui, portanto, estão não apenas lembranças de viagens, mas especialmente, cidades e praias como territórios de pouso. Isolada, como boa parte das pessoas que vivem neste país, Dacota cria os próprios meios para alçar voos como quem retorna a lugares queridos, como quem desbrava novos lugares, como quem faz de si o próprio lugar e o meio para se chegar a ele. A mão é uma pista de voo é, portanto, um breve e intenso resumo do cotidiano de muitas pessoas que estão, neste momento, trabalhando em casa, isoladas, sem encontrar amigos, paixões e familiares. É uma voz que se lança à poesia apesar de, que encontra nos versos e num ritmo marcado, as possibilidades de avivar lembranças e novos caminhos. Com um projeto gráfico criado detalhadamente por Elza Silveira e ilustrações de Wallison Gontijo, a Impressões de Minas Editora publica A mão é uma pista de voo de Ana Paula Dacota, reafirmando os cuidados preciosos nos processos de publicações de livros. O leitor encontrará, portanto, um livro editado por um minucioso trabalho, possível de notar na textura da capa, nas cores, ilustrações e no corte circular que revela de modo discreto, a mão por onde se voa pelo céu da poesia. * Na compra do livro pela pré-venda será enviado como brinde um print com uma ilustração do livro. Prints impressos em papel offset alta alvura 240g, assinados e numerados, tamanho 16x11cm.
  • O Rio dos Vestidos Amarelos
    R$50.00
    [PRÉ-VENDA] [FRETE INCLUSO] Em O Rio dos Vestidos Amarelos, romance de crime escrito por Marcus Freitas, nos deparamos com a história do protagonista Romero Puntel. Depois de ter abandonado a carreira de delegado de polícia, e de ter enfrentado uma crise pessoal por esse motivo, Puntel volta à ativa como investigador particular, motivado pelo assassinato em série de jovens mulheres na cidade de Belo Horizonte, cujo único dado em comum e aparente é estarem todas elas, no momento da morte, usando vestidos amarelos. A paisagem integra a trama, em especial a destruição e a cobertura “sanitária” das águas que cruzam a cidade, rios que se tornaram canais de esgoto e cujas imagens assombram o investigador e a própria narrativa. Da mesma forma, elementos da cultura pop dos anos 60 (músicas, filmes, HQs) entram na história a partir das memórias de Puntel. Um legista sórdido, uma banqueteira e professora de culinária, um velho investigador cheio de ditados, um punk admirador de Frank Sinatra, um assassino serial apelidado pela imprensa de Homem-Aranha são algumas das personagens que cruzam as reviravoltas de Romero Puntel entre ruas antigas e riachos cobertos, cinemas abandonados e casas funerárias, velhas galerias e botequins imemoriais, clipes no computador e fotos de autópsia, cachoeiras de esgoto e cantoras de blues, lixo nas calçadas e entulho na internet. O livro é editado pela Impressões de Minas Editora e traz a já conhecida marca do apurado projeto gráfico de Elza Silveira e do rigoroso controle de produção de sabor artesanal de Wallison Gontijo. Esse romance, ao mesmo tempo um thriller e uma contundente meditação sobre o Brasil de hoje, vem reafirmar o lugar de Marcus Freitas entre os escritores contemporâneos, além de, como já é marca do autor, tornar a cidade de Belo Horizonte, seus bairros e locais, palco para uma instigante investigação.
  • terralegria
    R$78.00
    [FRETE INCLUSO] "terralegria", de Wagner Moreira e Mário Vinícius, apresenta treze cantos dispostos em linguagem verbal ─ escrita até o outono de 2016 ─ e visual – orquestrada ao longo de 2019–2020 – que dialogam entre si. Composto em versos livres, traz como tema o desejo amoroso e um olhar sobre a cidade de Belo Horizonte, ou outra cidade que se queira em horizonte belo. O tema amoroso é anunciado por diferentes vozes que receberam um tratamento diferenciado no que diz respeito ao processo de diagramação, mais especificamente, no uso dos tipos gráficos – todos de autoria de Mário Vinícius – e no sistema de codificação semiótico-estatística desenvolvido para, paralelamente, representar os cantos de maneira não verbal. Em "terralegria" verificamos a necessidade de acentuar a dobra como um dos elementos constitutivos do livro. Ela, a dobra, foi realizada a mão, peça por peça, parte por parte. Desse modo, ela empresta à materialidade do livro um especial caráter artesanal, além de contribuir na afirmação de cada um dos treze cantos, tanto em sua diferente configuração quanto no espelhamento das linguagens visual e verbal, reforçando também os diálogos literários como desdobramentos entre textos, contextos e vozes artísticas que se interessam pelo ato de criação.
  • anfíbia,
    R$45.00
    [FRETE INCLUSO] "Dória brinca no panteão dos orixás e no Olimpo, mistura mitologia africana com grega e essa mistura é em tudo especial e bela. Do riso ao choro, seus contos evocam um olhar mais profundo para as relações, ela mergulha fundo no desejo dos personagens. Como não chorar em Não, Anjos e Tigres, Alinhavo, Suturas e Solturas, Bisa. E gargalhar em Gozo, em que o gozo foi meu, no sentido laico! Suas palavras desembainhadas foram golpes certeiros e a minha sensação foi um grande “bem feito”! Olhar de psicanalista, em todos os textos, mas o Tal e Qual em Quase Completude, por exemplo, incrível. Sem contar o Mulher Gato. O sujeito desejante, como no Troca, a linguagem jurídica, a conciliação, o trabalho como psicóloga na justiça, como no Edificações, Galinhada, Entrâncias e Precipícios. A loucura, no Farda de Querubim, no São Francisco, que fisga a gente assim como o personagem foi fisgado pelo coração de Chopin enterrado em Varsóvia. Inclusive tem playlist o livro, que vai de sertanejo a Chopin passando por Beethoven e sua Ode à Alegria, e outras músicas que a gente vai tomando licença de inserir na seleção. No Alinhavo, por exemplo, eu inseri “Dói”, do Tom Zé. A arte nascendo ora do transe, no Ferramentas de Oxóssi (eu que nem gosto de rankings, preciso dizer: dos meus preferidos), no Carteado, em que a arte nasce da negação do desejo. O bom humor em Desertor, numa prosopopéia ferina (ou felina). A brincadeira com Luiz de Camões em Minha Cara Donamene. A autobiografia escancarada e corajosa em Sopro e Química, Física, embora saibamos que tudo se trata de cunho autobiográfico, como Vetusta. E em Costumes, a melhor personagem para dizer da mudança dos tempos." (Texto de Aiezha Martins)
  • A trilogia do álcool e outros poemas
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] o eu etílico de Jovino Machado está ali na trilogia de ateu ator e à toa bebendo no malleta com seu jeito bêbado de Ser olhando o mundo girar cambalear sabendo que a vida é neblina tropeçando o leitor na trapaça porque Jovino Antônio Rabelo Machado escreve em casa, sóbrio, comendo pamonha, ousando inventar a cerveja, sendo ateu de muitos deuses, sendo ator de muitas peças e taças e tintos, sendo à toa no verso enquanto se dedica à leitura de dante alighieri, rindo do riso de quem não entendeu que a verdade está no vinho e o poeta é um eu etílico trino que bebe tão completamente que chega a fingir que é vinho o vinho que deveras mente na missa na música nas noites brumas do cenário de papel a fumaça dissolve o retrato do bêbado enquanto o artista de fígado e osso é aquele que avança titubeante e construindo com destilada lucidez uma poética mística erótica, solvendo Leminskis & relaxos, diluindo no seu sangue românticos, modernistas e marginais, sambando aos goles dessa modernidade cada vez mais líquida, porque tudo que é sóbrio se desmancha no bar (Texto de Rafael Fava Belúzio para o posfácio do livro)
  • Generalidades ou Passarinho Loque Esse
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] "O livro conta a história de um poeta que começa a receber cartas e a responder vozes que falam de várias maneiras e por muitos meios, muitas vezes em prosa, outras em verso, algumas respostas a perguntas impostas e agressivas e também a perguntas que nem sabemos se foram feitas. Às vezes chegam pelo correio, envelopadas em cartas assinadas, outras não, muitas parecem continuar um assunto que não havia sido começado. O fato é que dentro de todas as variantes do estado de ser, há uma ordenação, uma narrativa que apresenta um processo de grande mudança, o anúncio de uma metamorfose. As primeiras páginas do livro são preenchidas por frases e parágrafos curtos que introduzem as diversas vozes que se colocarão diante do leitor nas páginas seguintes. "Certa noite eu ouvia tango sob a luz de velas", e a partir daí o que se revela é uma escrita que parte do questionamento de si mesmo e tudo aquilo que chega com esse movimento, todos os conflitos construídos pela mente a partir da indagação sobre a estrutura básica que é o corpo."Terceira edição, primeiro livro de uma trilogia, primeiro volume da coleção Ouvido Falante, que nasceu do encontro da Impressões de Minas com os poetas Nívea Sabino e Pedro Bomba. Os trabalhos reunidos na Ouvido Falante envolvem poetas que no seu fazer artístico de tessitura da palavra, optam por partilhar seus trabalhos em diferentes espaços coletivos da Poesia Falada – Saraus, Slam’s e Rodas de Poesia. A partir da performance oral, concebem, nesses espaços, a entrega da obra poética. Os textos publicados em cada livro dessa coleção já foram ditos e falados em algum momento por suas autoras e autores. Podemos dizer que esses textos foram publicados primeiramente através da boca e chegam agora a esta publicação impressa, pensada para contar e registrar os sons, a voz, a escritura e a obra de poetas da poesia falada. João Maria Kaisen nasceu em 1991, na cidade de Belo Horizonte. Pessoa intersexo transmasculina não binária. Poeta marginal antimanicomial, artista da cena, performer, produtor cultural e integrante do coletivo Academia TransLiterária. Vez ou outra é Pochety, o palhaço. Estudante de Letras, pesquisador, tradutor, revisor, palestrante e, em 2016, foi eleito Delegado Nacional de Direitos Humanos, em decorrência de sua atuação pela pauta LGBTQIA+. Generalidades ou Passarinho Loque Esse tem capa de Sofia Coeli, prefácio de Marta Neves, projeto gráfico e posfácio de Elza Silveira, ilustrações de Heitor Rezende e Madu Machado.
  • Vão (-20%)
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] A imagem usual do vão enquanto estrutura oca e livre é aqui preenchida pelo sentido de vacuidade e banalidade também evocada pelo título do livro, delineando a geografia de um cotidiano desastroso, por vezes inútil, mas ainda assim entreaberto. No texto escrito para a orelha, Flávia Péret chama atenção para a imagem nada exata que emerge do jogo poético de montagem dos livros, semelhante a uma “paisagem sem figura”, tal qual a imagem de um vão. Nas palavras da autora, [...] “João cria outros sentidos para essa palavra, reafirmando assim o trabalho do poeta como aquele que inventa desvios onde antes existiam usos gastos e ordinários”. O livro, dividido em três partes – dentro, entre e fora –, convida o leitor a retraçar uma singela odisseia poética que tem princípio no âmago íntimo do cotidiano, atravessa o labor da arte poética e desembarca nas margens de um mundo desmesuradamente descentrado, ao qual o poeta tenta ainda se apegar. A reflexão sobre a escrita que ocupa o núcleo do livro parece operar como vaso comunicante entre o mundo do indivíduo e o indivíduo no mundo, propondo um entre-espaço capaz de simbolizar o poder da linguagem em atar (e desfazer) laços e relações. Como uma passagem – de ida e volta – entre o dentro e o fora que nos habita. Mas os limites da capacidade desta mesma linguagem em nomear e fixar situações, lugares e afetos são também colocados à prova nestes poemas, pois muitas vezes é também vão nosso esforço de comunicação. Não seria a poesia uma arma para falar do indizível, do impronunciável?
  • Ensaios para quase
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] "Tantas são as tarefas do poeta e seu poema. Camila Nicácio, poetisa diligente, parece congregar essas tarefas de forma natural. Com a aparente simplicidade e facilidade com que um João de Barro arma seu ninho, Camila constrói assim o poema que nos alberga ou nos seduz. Trata-se de uma estrutura, de uma arquitetura aparentemente simples e porém ao extremo refinada, onde cada frase contém seu equilíbrio próprio e sustenta o conjunto. Nenhum elemento a ser agregado ou retirado, sob pena do poema não existir. Contrapeso perfeito, harmonia onde nos pousamos ou de onde podemos partir." (Texto escrito por Rosa Maria Unda Souk para a orelha do livro)  
  • CASA
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] Mário Alex Rosa, autor dos livros Via Férrea (Cosac Naify), Ouro Preto (Scriptum), Formigas (Cosac Naify) e ABC futebol clube (Aletria), volta agora, depois de sete anos, com um novo livro, CASA. Trata-se de uma publicação singular, delicada e que traz uma experiência diferente da forma habitual com que o autor costuma exercitar seus poemas: os textos são curtos e escritos em apenas três versos. “CASA foi escrito durante meses de confinamento num apartamento, obedecendo rigorosamente a quarentena. A mistura de uma tristeza com reflexões sobre uma única pergunta – o que fazer? – fez com que Mário Alex Rosa olhasse para dentro de si e da casa, e observasse as partes e o todo desse espaço e ambiente em que moramos e que nem sempre é tão observado. Na apresentação, o poeta Ronald Polito escreve: “Este pequeno livro tão especial é um projeto de sobrevivência, é uma política de sobreaviso, um diagnóstico de alternativas. Mas em pianíssimo, como convém à nova temporada de caça às bruxas, ao rebote do medievo. Daí o silêncio imperativo entre os enunciados, poemas-concha, a necessária brevidade deles, sua natureza de senha, código, cifra”. E completa: “Assim surgem imagens inaugurais: o sol que não podemos tomar lá fora nos faz companhia aqui dentro no ovo estalado em uma frigideira, gema que surge entre nuvens. E no talvez mais recôndito da privacidade da casa, o banheiro, a revelação enorme de que no espelho somos duplamente sós”. Para o poeta Armando Freitas Filho, na CASA de Mário “Está ali tudo que se vive em poucas palavras: ‘quanto tempo/o tempo demora/na quarentena’. A gente não sabe: se triste, se alegre, entre quatro paredes. Você montou, enfim, para se pensar nessa casa que tranca e se abre no tempo. Nessa casa e nas seguintes elas padecem de dúvidas e certezas, e volta e meia se desenham tal qual todas de alguma forma entre sair e ficar para sempre”. O livro conta com ilustrações de Wallison Gontijo, feitas em nanquim. A edição apresenta, ainda, sobrecapa, impressa em papel vegetal, com a planta baixa de uma casa feita pelo arquiteto João Diniz, e projeto gráfico de Elza Silveira.  
  • Dicionário de Imprecisões
    R$60.00
    [FRETE INCLUSO] Segunda edição revista e ampliada. O que diz um dicionário sobre as coisas do mundo, sobre tudo e sobre o indescritível? A resposta a esse tipo de questão pode muito bem estar em um livro de poemas, que não tem, a rigor, o compromisso de definir ou descrever com precisão. E quem disse que os dicionários alcançam esse intento, afinal? Dicionário de Imprecisões é o oitavo livro solo de poesia de Ana Elisa Ribeiro, autora também de Álbum (Relicário, 2018, Prêmio Manaus), Xadrez (Scriptum, 2015) e Anzol de pescar infernos (Patuá, 2013, semifinalista Portugal Telecom). Provocada por situações reais de consulta a dicionários, a autora compôs um imprevisível e impreciso volume, com palavras aleatórias, das mais substantivas às mais abstratas, como saudade ou pelo, por onde passeia sem cerimônia, hibridizando gêneros discursivos, confundindo e ironizando significados possíveis e as classes de palavras, sem deixar de tocar em temas micropolíticos e sociais. Este Dicionário, que certamente confundiria também livreiros mais distraídos, é editado pela Impressões de Minas, dentro do selo Leme, com o apuro gráfico-visual que somente um livro semiartesanal poderia apresentar. A segunda edição do livro, com tiragem numerada, ganhou novos papéis na capa e no miolo, e a cor azul foi substituída pelo roxo. Além disso, dois novos poemas entraram na lista dos verbetes. O design gráfico é de Elza Silveira e as ilustrações, em nankin, são de Wallison Gontijo. Sem paratextos convencionais, este Dicionário se apoia na solitude dos livros para serem consultados, sem serem totalmente lidos, se for o caso.  
  • Manual de Berros
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] Noites de insônia, a convivência em grupos de whatsapp marcados pela polarização política e a leitura constante, no aplicativo, de mensagens acaloradas digitadas em caixa alta. Esse foi o cenário de grande parte do processo de criação de Manual de Berros e a Poesia Física, décimo livro de poesia do escritor, jornalista, crítico musical, letrista e radialista Kiko Ferreira. Com um humor ácido, característica presente na obra poética completa do escritor, e críticas a uma sociedade que cada vez mais berra e não consegue dialogar, Manual de Berros não deixa de lado o lirismo romântico e apresenta versos que contêm ritmo, melodia e cadência, explicitando as relações íntimas do autor com a música e a comunicação, além das influências de Paulo Leminski, Leonard Cohen, Chacal, Marcelo Dolabella e Bob Dylan.  
  • O livro dos vivos
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] "Só quem morreu pode dizer se, antes de partir, viu a vida toda passar diante dos olhos. Não sei de onde veio essa ideia, mas posso afirmar que de tão repetida, embora nunca realmente atestada, virou um lugar comum em livros, filmes, reportagens de jornal e conversas de bar. Como um escritor pode tornar esse lugar comum a todos algo interessante, estranho ou mesmo incômodo para quem lê? Penso que Binho Barreto responde essa pergunta de várias formas em “O livro dos vivos”. Com uma prosa que quase ultrapassa para o lado de lá, o da poesia, o autor tira a mera função geográfica-localizadora do “lugar” e o transforma em personagem: a cidade. E arranca o que há de literário no “comum” das pequenas coisas e pessoas que deambulam diariamente, com sua caneta que escreve e também desenha."  (Trecho da orelha de O livro dos vivos, escrita por Carina Santos). Os textos foram escritos pelo Binho a partir de suas perambulações pelo centro de Belo Horizonte, viagens pelas estradas de Minas, Bahia e Espírito Santo e reflexões sobre o tema da morte (e da passagem do tempo com suas pequenas mortes diárias). O livro também conta com ilustrações feitas pelo autor.
  • A vida mínima
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] Em A vida mínima, Luiz Guilherme Romancini emprega o mínimo de palavras para informar o máximo, discorrendo relatos verídicos, ficcionais, de trabalho, causos, anedotas e abstrações diversas, sobretudo no que diz respeito às vicissitudes humanas. No âmbito da linguagem, por meio de texto coloquial, apresenta 120 microtextos com até 120 palavras. "Os textos de 'A vida mínima' se encontram em um espaço limite entre vários modos de escrita: as fábulas, com seus bichos pensantes e suas lições morais (aqui, prezam por um mistério do negativo); os aforismos filosóficos; a criação de mundos e seus apocalipses; as lendas de cidades grandes e pequenas; os diálogos abertos com outros autores e seus personagens eternos; as piadas, anedotas e charadas; as contemplações de um lirismo irônico (que parece não contemplar apenas belezas, mas as feiuras e os atritos); as linguagens múltiplas e seus lugares comuns. Ora em humor, ora em tragédia, os feitos narrados nestes pequenos contos possuem apenas a grandeza paradoxal que o cotidiano lhes permite ter. A vida mínima vai criando espaços, às vezes enganadores, que parecem valer menos, às vezes como tesouros, mas sempre mostrando a autenticidade de uma escrita justa e contínua." (Trecho da orelha do livro, escrita por Laura Cohen, que fez a preparação dos textos originais do autor). Ilustrações de Wallison Gontijo.  
  • Sobre avencas, ervas daninhas e flores do mato
    R$26.00

    [FRETE INCLUSO]

    Sobre avencas, ervas daninhas e flores do mato é um livreto de poesias escrito por Monica Toledo a partir das ilustrações do gravurista Sergio Kal. Palavra e imagem se encontram com frutos, raízes e toda a vida verde, celebrando um imenso corpo sensório e comum.

  • Árvore nômade
    R$36.00

    [FRETE INCLUSO]

    Árvore nômade é um livro dedicado às árvores e aos povos indígenas, e à relação entre eles. Composto por algumas dezenas de poemas, é uma pequena exposição do que o autor chama de uma poética da paisagem, da terra. No livro, além das impressões das palavras, estão presentes as ilustrações de diversos artistas plásticos que se dedicam às árvores e aos modos de ver os mundos em suas obras plásticas: Leonora Weissmann, Nila Guarani Kaiowá, Humberto Mundim e Jaider Esbell.

  • Notícias da contenda
    R$40.00

    [FRETE INCLUSO]

    Em Notícias da contenda, Adilson aprimora sua linguagem, indo além: parte de uma espécie de distopia pretérita, enquadrada na década de 1980, em plena Guerra Fria. Abolindo o passado e reinventando a história, subverte a disputa de poder de influência política, econômica, militar e ideológica entre os dois blocos, em uma disputa lúdica e amistosa, como ele escreve logo na primeira página. No lugar de ogivas nucleares, seu arsenal são os livros das principais bibliotecas do mundo. A “corrida armamentista” entre os países adversários é travada pela mensuração do conteúdo dos acervos e dos alvos onde são lançados, na distinção de uma supremacia canônica literária universal. Nada mais oportuno em dias sombrios como os atuais. O conhecimento ao invés do obscurantismo, a civilidade ao invés da barbárie. Patrimônios culturais inteiros antes restritos às prateleiras das bibliotecas, agora acanhoados nas ruas e praças, ao bel-prazer de quem se interessar resgatá-los. Entremeado a isto, nos capítulos pares, desenrola-se relato epistolar, psicológico, memorialístico, roteirístico e investigativo; afinal, independentemente da abrangência dos conflitos, a vida segue desenfreadamente o seu curso. (Texto de Luiz Guilherme Romancini)

  • Jabuticaba
    R$35.00

    [FRETE INCLUSO]

    Jabuticaba, primeiro livro do artista gráfico Filipe Costa, é um livro autoficcional que mistura fotografia e poesia. Semelhante a um livro de artista ou a um diário de bordo, a publicação apresenta fragmentos da viagem de dois amigos pelo interior de Minas. A obra é composta por 48 fotografias de celular, 2 prints de whatsapp, 10 poemas e 2 anexos. Num jogo de possíveis combinações e brincadeiras entre imagem e palavra, o livro acaba revelando o olhar pessoal do artista nessa viagem: as fronteiras entre amor e amizade, real e virtual, velho e novo, sagrado e profano, banal e sublime, literal e metafórico. A paisagem íntima do autor se mistura à paisagem geográfica das seis cidades mineiras por onde ele andou: vegetações, casas, objetos e estradas. Jabuticaba é um livro de detalhes, que com humor e poesia pede para ser decifrado. Um livro enigmático, como os interiores: de Minas e do olho do artista.

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