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Dicionário inexistente, de Alice GonçalvesR$60.00[FRETE INCLUSO] Dicionário inexistente nasce da pergunta: um sentimento indescritível é um sentimento inexistente? A partir dela, Alice Gonçalves inventa palavras para nomear sensações, estados emocionais, lembranças e afetos que atravessam a experiência cotidiana, mas que ainda não encontraram lugar na língua. Saudade de si mesmo, vontade de desaparecer sem morrer, tristeza de domingo, memória causada por um cheiro, felicidade ao sentir cheiro de café coado. Entre definições, fragmentos narrativos e experimentações visuais, o livro transforma a linguagem em espaço de jogo, escuta e invenção. Designer gráfica e artista visual, Alice começou a criar essas palavras durante a pandemia de 2020, em um processo que posteriormente se tornou seu Trabalho de Conclusão de Curso na Escola de Design da UEMG. O projeto ganhou forma editorial em um livro que entende a língua como matéria viva, móvel e eternamente incompleta. Pois só porque algo ainda não tem nome, não significa que não exista.
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O melhor amigo do rato, de Henrique IwaoR$55.00[FRETE INCLUSO] “O melhor amigo do rato", de Henrique Iwao, é um livro criado a partir de uma seleção de 110 textos diversos e curtos, alguns deles escritos em apenas um parágrafo. Os textos foram selecionados a partir do que o autor publicou ou rascunhou em seus blogues, mantidos de 2008 a 2025. Segundo Preto Matheus, que assina o projeto gráfico do livro, “O melhor amigo do rato” “é uma colagem de crônicas, poemas, provérbios e sonhos — textos curtos que parecem anotações de caderno, fragmentos de blog e lampejos filosóficos transformados em literatura. Henrique Iwao costura o banal e o absurdo, o cotidiano e a especulação metafísica, num mosaico que vai da rodoviária do Tietê às parábolas do purgatório, da fila do pastel mineiro à invenção de um “undo” que desfaz o mundo. A obra habita esse entrelugar: memória pessoal, sátira social e filosofia de bolso. É literatura que não se esconde atrás de artifícios narrativos, mas assume o fragmento, o improviso e a ironia como método.” A capa, assinada por Carolina Deptulski , mostra o lado multitarefa do autor, e essa multiplicação hiperativa de braços acabou se tornando uma imagem da diversidade ágil contida no livro.
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Um filósofo, um rio, uma história quase sem história, de Luzia GontijoR$150.00Um filósofo, um rio, uma história quase sem história apresenta uma narrativa feita a partir das lembranças de uma narradora que passa temporadas de sua infância numa pequena cidade do interior de Minas Gerais. Já adulta, ela retorna a essa cidade e faz uma reflexão sobre o tempo e sua ação sobre as coisas e as pessoas, trazendo para a história o filósofo grego Heráclito e seu pensamento sobre a temporalidade e sobre tudo o que existe no universo. O projeto gráfico e as colagens de “Um filósofo, um rio, uma história quase sem história” são assinados por Rodolfo Rezende, que trouxe para a materialidade do livro o pensamento circular de Heráclito. O livro-objeto, em formato sanfona, tem 4 metros e meio de comprimento e duas capas, podendo ser lido em duas direções: de um lado, o texto; do outro, as imagens. Ao chegar no que se pensa ser o final do livro, podemos virá-lo e continuar a história, dessa vez sob a perspectiva das imagens.
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embreagencer, de jomakaR$50.00[FRETE INCLUSO] Em 2020, jomaka (@poetajomaka) lançou seu primeiro livro, “Generalidades ou Passarinho Loque Esse”, também o primeiro volume de uma trilogia. Agora, lança a continuidade, “embreagencer”, que apresenta Rudá, personagem que também aparece em “Generalidades”, que segue com suas correspondências. Novas cartas-personagens aparecem, vozes continuam existindo, ouvidos, delírios, listas, sussurros. O corpo aqui está nu e em movimento. Literatura e Loucura se encontram, se misturam, desenham, dançam e se libertam da narrativa e do verso. “Embreagencer” traz a capa de Sofia Coeli, o texto da orelha de Marcelino Freire, a epígrafe com poema inédito de Nívea Sabino, o prefácio de Marta Neves, o projeto gráfico e revisão de Elza Silveira e a ilustração de Madu Machado. O livro faz parte da Coleção Ouvido Falante, uma série de livros com a curadoria de Elza Silveira, Nívea Sabino e Pedro Bomba, que publica "poetas que no seu fazer artístico de tessitura da palavra, optam por partilhar seus trabalhos em diferentes espaços coletivos da Poesia Falada – Saraus, Slam's e Rodas de Poesia".
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Árvore Nômade (segunda edição), de Rafael FaresR$50.00[FRETE INCLUSO] Árvore nômade é um livro dedicado às árvores e aos povos indígenas, e à relação entre eles. Composto por algumas dezenas de poemas, é uma pequena exposição do que o autor chama de uma poética da paisagem, da terra. No livro, além das impressões das palavras, estão presentes as ilustrações de diversos artistas plásticos que se dedicam às árvores e aos modos de ver os mundos em suas obras plásticas: Leonora Weissmann, Nila Guarani Kaiowá, Humberto Mundim e Jaider Esbell. A segunda edição traz novos poemas e texto de apresentação de Maria Inês de Almeida.
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Meu Livro Vermelho, de OttoR$70.00[FRETE INCLUSO] Conhecido por diversas canções consagradas, o cantor e compositor Otto estreia na literatura com o tão aguardado MEU LIVRO VERMELHO, que reúne textos, reflexões, fotografias e poemas numa espécie de diário do artista. Neste livro, encontramos os pensamentos mais profundos do cantor e compositor Otto, além da sensibilidade, já conhecida em suas canções, que assume agora a potência da escrita. Em MEU LIVRO VERMELHO, Otto aborda emoções diversas em incessante movimento, onde sua escrita, nas palavras da editora Elza Silveira, se demonstra “aberta e caleidoscópica, revelando as inquietações diante das asperezas e alegrias dos dias”, afirma.
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Pequenos Cortes, de Rosa AraújoR$40.00[FRETE INCLUSO]
Um livro pode passar por alguns lugares comuns: garrafa ao mar, ruído do tempo, ser sempre melhor que o filme. O limite entre o que lemos e o que escrevemos se encontra em constante processo de negociação. A história é assim: uma pessoa volta de uma viagem a Portugal com alguns livros na mala. Um desses livros é o Short movies do Gonçalo M. Tavares. Uma mulher, que escreve poemas e desenha, pega o livro emprestado e começa a leitura. A leitura faz com que essa mulher comece a imaginar coisas, a se lembrar de coisas, o livro transborda. Ela começa a escrever um pequeno texto para cada conto do livro, relatando as imagens que lhe ocorrem: violências cotidianas, quadros que caem das paredes, crianças e mulheres, bichos, museus, lixões, dunas de areia... Assim nasce Pequenos cortes, de Rosa Araújo: a resposta concreta de uma leitura, mas que não necessariamente depende dela para completar seu ciclo. Contar uma história pode sempre ser recontá-la, uma vez que ela já foi dita em voz alta, ou lida em outra página, ou ainda: traz a sensação vaga de que já se viveu aquilo, em algum lugar. Pequenos cortes é um livro de produzir estranhamentos: a área cinza entre o conto e a poesia, a verdade e a mentira, os números saltados dos textos, o velho e o novo. (Texto de Laura Cohen Rabelo)
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A Casa Onde Eu, de Ludmila BenquererR$40.00[FRETE INCLUSO] “A Casa Onde Eu” é uma ficção autobiográfica, escrita em prosa poética, que aborda temas como dor e superação. O livro apresenta um entrecruzamento de vozes que fazem uma reflexão, a partir da história da personagem Violinha, acerca dos processos humanos e de questões delicadas sobre violências sofridas na infância.
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La Chica Zombie, de Gabriela AlbuquerqueR$40.00[PRÉ-VENDA – BRINDE: CADERNINHO] [FRETE INCLUSO] Em seu livro de estreia, La Chica Zombie, a cineasta, tradutora e escritora Gabriela Albuquerque, traz uma literatura que versa sobre mudanças vividas nas cidades de Belo Horizonte e Buenos Aires. A escritora aborda, com ironia, diferentes temas, ora escritos em português, ora escritos em espanhol, numa mescla entre a poesia, a prosa e o diário. Com capa assinada por Lola Gonzalez e projeto gráfico de Rita Davis, Gabriela Albuquerque contou também com a preparação do original de Carolina Fenati e revisão de Bernardo Bethonico .
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Generalidades ou Passarinho Loque Esse, de JoMaKaR$40.00[ESGOTADO] "O livro conta a história de um poeta que começa a receber cartas e a responder vozes que falam de várias maneiras e por muitos meios, muitas vezes em prosa, outras em verso, algumas respostas a perguntas impostas e agressivas e também a perguntas que nem sabemos se foram feitas. Às vezes chegam pelo correio, envelopadas em cartas assinadas, outras não, muitas parecem continuar um assunto que não havia sido começado. O fato é que dentro de todas as variantes do estado de ser, há uma ordenação, uma narrativa que apresenta um processo de grande mudança, o anúncio de uma metamorfose. As primeiras páginas do livro são preenchidas por frases e parágrafos curtos que introduzem as diversas vozes que se colocarão diante do leitor nas páginas seguintes. "Certa noite eu ouvia tango sob a luz de velas", e a partir daí o que se revela é uma escrita que parte do questionamento de si mesmo e tudo aquilo que chega com esse movimento, todos os conflitos construídos pela mente a partir da indagação sobre a estrutura básica que é o corpo."Terceira edição, primeiro livro de uma trilogia, primeiro volume da coleção Ouvido Falante, que nasceu do encontro da Impressões de Minas com os poetas Nívea Sabino e Pedro Bomba. Os trabalhos reunidos na Ouvido Falante envolvem poetas que no seu fazer artístico de tessitura da palavra, optam por partilhar seus trabalhos em diferentes espaços coletivos da Poesia Falada – Saraus, Slam’s e Rodas de Poesia. A partir da performance oral, concebem, nesses espaços, a entrega da obra poética. Os textos publicados em cada livro dessa coleção já foram ditos e falados em algum momento por suas autoras e autores. Podemos dizer que esses textos foram publicados primeiramente através da boca e chegam agora a esta publicação impressa, pensada para contar e registrar os sons, a voz, a escritura e a obra de poetas da poesia falada. João Maria Kaisen nasceu em 1991, na cidade de Belo Horizonte. Pessoa intersexo transmasculina não binária. Poeta marginal antimanicomial, artista da cena, performer, produtor cultural e integrante do coletivo Academia TransLiterária. Vez ou outra é Pochety, o palhaço. Estudante de Letras, pesquisador, tradutor, revisor, palestrante e, em 2016, foi eleito Delegado Nacional de Direitos Humanos, em decorrência de sua atuação pela pauta LGBTQIA+. Generalidades ou Passarinho Loque Esse tem capa de Sofia Coeli, prefácio de Marta Neves, projeto gráfico e posfácio de Elza Silveira, ilustrações de Heitor Rezende e Madu Machado.