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  • Fissuras
    R$38.00

    [FRETE INCLUSO]

    "Fissuras", o primeiro livro escrito pela antropóloga Laetitia Jourdan, nasceu da sua inquietação diante do lugar comum do olhar - pelas andanças no centro da cidade e nos bairros periféricos que margeiam a grande metrópole. Laetitia está frente ao caos e dispõe cuidadosamente os fragmentos do cotidiano, compondo uma linguagem que é ao mesmo tempo incômoda e acolhedora, como no conto “Cítrica”, que é narrado pela perspectiva de uma laranja. Ou no único poema presente no livro, onde as vozes se misturam gerando um contraponto surpreendente. O livro possui um ritmo marcado, criando uma linguagem com efeitos de um estranhamento encantatório. A obra traz em si uma constante possibilidade de aberturas e se mostra infinita nas suas múltiplas fissuras. (Texto de Tatiana Bicalho)

  • Manuscorte
    R$45.00

    [FRETE INCLUSO]

    Manuscorte é uma palavra inventada que designa algo que foi escrito com o uso da tesoura, um neologismo composto pela junção das palavras manuscrito e recorte. Este é o título do livro criado e editado pela artista Sylvia Amélia, uma obra narrativa que se situa entre as artes visuais, a poesia e o romance gráfico. Escrito inteiramente à tesoura, a obra propõe a expansão da linguagem por articular o ver e o ler em registros de leitura híbridos.

    O livro oferece ao leitor uma experiência singular pela topografia da palavra, articulando elementos espaciais, sonoridades plásticas, os silêncios e ruídos da escrita. É também um livro sobre extrair palavras da imagem, resultado de uma longa pesquisa sobre as relações entre escrever e recortar.

  • Permanência
    R$38.00
    [FRETE INCLUSO] Permanência é palavra que se escreve no tempo que se esvai. Grafada no título de um romance anuncia a constância, a continuidade, a firmeza de alguma coisa. Mas na diegese tudo corre o risco de ir embora como água do mar, como aquarela sobre o papel, como duna entregue ao vento. O fato é que algo estará sempre lá. A sensação é que são acasos previstos, pensados, esperados, borrados como que cuidando das formas e sítios onde foram guardadas as lembranças no presente. Bom lembrar: o mundo faz suas revoluções. Permanência é memória e esquecimento de um corpo narrado junto a outros: das paixões vividas, das paixões não vividas, dos amores inventados. Não nos interessa saber quantos personagens entrelaçam essa trama amorosa, muito menos se são homens, mulheres, pensamentos ou barcos à vela. Coisas maiores, nada em excesso e ausências presentes constroem o cenário, as narrativas e as expectativas. O fato é que alguém foi feliz à beira do absurdo. Alguém se fez um precipício. Alguém vive e permanece Ausência.