Informação adicional
| Título | O ônibus, a cidade e a luta |
|---|---|
| Organizadora | Monica Toledo Silva |
| Gênero | Ensaio |
| Páginas | 272 |
| Formato | 20×20 |
| Acabamento | Brochura |
| ISBN | 978-85-63612-09-0 |
| Ano | 2013 |
R$46.00
[FRETE INCLUSO]
O encontro dos ensaios de “Performances da Memória” vem do desejo de se pensar a memória como performance. Para isso, a organizadora, Monica Toledo Silva, provocou artistas e pesquisadores que abordam o tema a partir das artes plásticas, cênicas, digitais, neurociência, psicanálise, psicologia, arquitetura, literatura, cinema e tecnologia. O resultado é um corpo histórico e fantástico, que comunica com gestos, afetos e com as teorias contemporâneas que melhor contemplam os estudos da memória.
| Título | O ônibus, a cidade e a luta |
|---|---|
| Organizadora | Monica Toledo Silva |
| Gênero | Ensaio |
| Páginas | 272 |
| Formato | 20×20 |
| Acabamento | Brochura |
| ISBN | 978-85-63612-09-0 |
| Ano | 2013 |
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Há cinquenta anos era publicada a Teoria Estética de Theodor W. Adorno, um ano após seu súbito falecimento. Hoje como há meio século, a obra é objeto de fascinação e de desafio para a crítica. Com efeito, sua condição de inacabamento confere-lhe aquele brilho enigmático dos grandes projetos interrompidos que, embora inconclusos, abandonados, muitas vezes inacabáveis ou, no melhor dos casos, arrematados por outrem de forma provisória, permanecem misteriosamente de pé, dando à própria fragmentação um aspecto de imponência e perenidade. Embora inacabada, a obra condensa a reflexão estética de toda uma vida desse autor que ofereceu uma das contribuições à disciplina mais decisivas do século passado. Pois trata-se de seu “grande livro sobre a estética”, como Adorno se referiu à Teoria Estética em uma das últimas entrevistas que concedeu. Este livro compreende-se como um gesto de celebração desse fascínio e uma tentativa de confrontação de seu desafio. Como toda celebração de uma efeméride do mundo do pensamento, também esta pretende, a um só tempo, afirmar e interrogar a sua vitalidade – ou, na melhor tradição crítica, afirmá-la justamente ao interrogá-la, na exata medida em que ela permanece sendo um objeto de interrogação produtiva para o presente.
Organizado por Rodrigo Duarte e Daniel Pucciarelli, o livro também traz textos de Silke Kapp, Bruno Pucci, Douglas Garcia Alves Júnior, Lucyane De Moraes, Verlaine Freitas, Luiz A. Calmon Nabuco Lastória e Rachel Cecília de Oliveira. O projeto gráfico é da Rita Davis.Eduardo Rennó troca em miúdos uns elementos da vida em 42 poemas cujos versos vêm nos lembrar de que há amor neste planeta fuliginoso e insalubre. O livro passa por temas como sexo e amor e fecha-se com a circularidade das coisas, mesmo dos escritos. (...) Começa, termina, começa, recomeça, mas sempre é outro começo. Não ficam por aí, no entanto, os versos do poeta. Temas sociais e políticos surgem aqui e ali, emprego, precariedades, mas Rennó soa otimista, dando relevo à nossa salvação autogerida de todo dia. Embora sua linguagem seja leve, despregada de dificuldades desnecessárias, as referências clássicas aparecem, traduzidas ao século em que vivemos. (...) Se é raiz, é, afinal, para onde sempre se volta, em ciclos que a vida traz marotamente, mangando de nós, como dizem nossos vizinhos baianos. Leia-se a poesia de Eduardo Rennó, no trânsito que nos torna vivos e móveis.” (Texto de Ana Elisa Ribeiro)
Graça, de Pedro Santos
2 × R$50.00
Desdobrar Leminski, por Tarso de Melo
2 × R$50.00
Macário, de Álvares de Azevedo. Ilustrações de Tiago Farias
1 × R$45.00
EnCerrado, de Nicolas Behr
2 × R$60.00
O lamento da bicharada, de Domingos Xakriabá
1 × R$73.00
Passageira, de Dalila Teles Veras
1 × R$80.00
Meus poemas de Emily Dickinson, de Marcus Vinícius de Faria
1 × R$82.00
Subtotal: R$600.00
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