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Mostrando 1–20 de 27 resultados

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  • A sola dos pés respira melhor quando toca o solo
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Tristão Macedo nasceu em Formiga, Minas Gerais, em 1959, e é professor de Língua Portuguesa da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte. É autor dos livros Sem cuecas na gaveta (Impressões de Minas, 2012) e Poesia visível (Impressões de Minas, 2014). "A sola dos pés respira melhor quando toca o solo" é seu segundo livro de poesias.
  • Árvore nômade
    R$36.00

    [FRETE INCLUSO]

    Árvore nômade é um livro dedicado às árvores e aos povos indígenas, e à relação entre eles. Composto por algumas dezenas de poemas, é uma pequena exposição do que o autor chama de uma poética da paisagem, da terra. No livro, além das impressões das palavras, estão presentes as ilustrações de diversos artistas plásticos que se dedicam às árvores e aos modos de ver os mundos em suas obras plásticas: Leonora Weissmann, Nila Guarani Kaiowá, Humberto Mundim e Jaider Esbell.

  • corpo-concreto
    R$40.00
    [FRETE INCLUSO] O livro “corpo-concreto” é um objeto novo no mundo. Brisa Marques traz a gema de uma escrita assumidamente disfarçada em si. Ela passa pela fenda da vida e introduz poemicros duráveis. Ela encontra a consistência de instantâneos sortidos e sorri para o estranho das próprias sentenças. Ela acolhe o trôpego da queda e coloca a dor para dormir com o poema. (Julia Panadés)
  • Crônicas de alhures
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Crônicas de alhures é essa infinita rede de conexões estabelecida ocasionalmente entre indivíduos que vivem suas frustrações, alegrias, contradições, tristezas, vicissitudes. São histórias que se intercalam e se estendem, num movimento análogo a uma corrida de revezamento com bastão quando passamos imperceptivelmente a ação para o próximo, que repassa ao seguinte... Cada qual seguindo o seu caminho, munido das máscaras necessárias às relações humanas diárias.
  • Dicionário de imprecisões
    R$35.00

    [FRETE INCLUSO]

    O que diz um dicionário sobre as coisas do mundo, sobre tudo e sobre o indescritível? A resposta a esse tipo de questão pode muito bem estar em um livro de poemas, que não tem, a rigor, o compromisso de definir ou descrever com precisão. E quem disse que os dicionários alcançam esse intento, afinal? Dicionário de Imprecisões é o oitavo livro solo de poesia de Ana Elisa Ribeiro, autora também de Álbum (Relicário, 2018, Prêmio Manaus), Xadrez (Scriptum, 2015) e Anzol de pescar infernos (Patuá, 2013, semifinalista Portugal Telecom). Provocada por situações reais de consulta a dicionários, a autora compôs um imprevisível e impreciso volume, com palavras aleatórias, das mais substantivas às mais abstratas, como saudade ou pelo, por onde passeia sem cerimônia, hibridizando gêneros discursivos, confundindo e ironizando significados possíveis e as classes de palavras, sem deixar de tocar em temas micropolíticos e sociais. Este Dicionário, que certamente confundiria também livreiros mais distraídos, é editado pela Impressões de Minas, dentro do selo Leme, com o apuro gráfico-visual que somente um livro semiartesanal poderia apresentar. O design gráfico é de Elza Silveira e as ilustrações, em nankin, são de Wallison Gontijo. Papel metalizado, papel vegetal, cores e clichês ajudam a compor o objeto que chegará às mãos do/a leitor/a. Sem paratextos convencionais, este Dicionário se apoia na solitude dos livros para serem consultados, sem serem totalmente lidos, se for o caso.

  • Diminuto
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Em um movimento de corte e recomposição, os poemas de Diminuto conseguem criar um máximo de sentido com um mínimo de palavras. Ler um poema pela primeira vez não é como lê-lo pela segunda ou pela terceira, e mesmo depois de conviver com este livro por algum tempo, ele é sempre novo: um susto, um arrepio, um medo, uma mentira, uma verdade, um calor no coração.
  • Do pau
    R$16.00
    [FRETE INCLUSO] O livro é composto por um poema de Diogo Rufatto que é uma paródia de Do pó, também de sua autoria.
  • Do pó
    R$16.00
    [FRETE INCLUSO] Do pó é um livreto que traz um poema do autor Diogo da Costa Ruffato.
  • Ferro
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Ferro é o primeiro volume de poemas de Laura Cohen Rabelo, e, embora curto, mostra a força de uma dicção cheia de armadilhas. Desde o seu título seco, quase áspero, temas como a passagem da vida, a precariedade, a opressão, a condição feminina e a memória são explorados em uma linguagem muito particular, habitando um não lugar entre poesia/prosa, já que a leitura é ao mesmo tempo fluida e densa.
  • Fissuras
    R$38.00

    [FRETE INCLUSO]

    "Fissuras", o primeiro livro escrito pela antropóloga Laetitia Jourdan, nasceu da sua inquietação diante do lugar comum do olhar - pelas andanças no centro da cidade e nos bairros periféricos que margeiam a grande metrópole. Laetitia está frente ao caos e dispõe cuidadosamente os fragmentos do cotidiano, compondo uma linguagem que é ao mesmo tempo incômoda e acolhedora, como no conto “Cítrica”, que é narrado pela perspectiva de uma laranja. Ou no único poema presente no livro, onde as vozes se misturam gerando um contraponto surpreendente. O livro possui um ritmo marcado, criando uma linguagem com efeitos de um estranhamento encantatório. A obra traz em si uma constante possibilidade de aberturas e se mostra infinita nas suas múltiplas fissuras. (Texto de Tatiana Bicalho)

  • Gratifica-se quem me encontrar
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Gratifica-se quem ​​me ​​encontrar releitura gráfico/literária da biografia de Marília Pires Entre palavras e desenhos, histórias e descobertas, essa publicação é fruto do encontro de duas gerações. Impulsionadas por questões sobre como estar no mundo, sobre os paradigmas das relações sociais, sobre ser mulher, mãe e sobre como ser por inteiro, neta e avó traçam um caminho gráfico-literário para contar uma história. Fazendo uso de minicontos, fotos, desenhos, cartas e colagens, cruzam com a angústia, o prazer, os silêncios e os êxitos da vida. Juntas, elas constroem e desconstroem ideias e palavras que se originam nos anos dourados no Brasil, passam pelo período da ditadura militar, até chegar aos dias de hoje.
  • Homem cão
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Homem cão é composto por 33 poemas escritos entre 2010 e 2017.
  • Invasões
    R$38.00

    [FRETE INCLUSO]

    "Invasões" é o primeiro livro de Bernardo Gondim, artista que transita entre a literatura, a música e as artes cênicas e que busca, em todas essas expressões, um lugar cotidiano ainda que de natureza fantástica. O livro é dividido em três cadernos: ‘a medida das coisas’, ‘cartas’ e ‘invasões’, delineando um caminho que aponta para o surreal, como se a obra, aos poucos, fosse sendo invadida por insetos, plantas e objetos fora de seu habitat natural. Os desenhos de Maria Clara Cheib retratam com extrema delicadeza este universo, criando uma atmosfera mágica, mas ainda assim, tangível. Esse livro trata de invasões. Daquilo que nos toma e nos coloca em outro lugar. Daquilo que nos revira, revê, refaz e revolta. Daquilo que nos encontra e nos torna o que somos: seres humanos. Mas ser no sentido conjugado: o de estar-humano.

  • Jabuticaba
    R$35.00

    [FRETE INCLUSO]

    Jabuticaba, primeiro livro do artista gráfico Filipe Costa, é um livro autoficcional que mistura fotografia e poesia. Semelhante a um livro de artista ou a um diário de bordo, a publicação apresenta fragmentos da viagem de dois amigos pelo interior de Minas. A obra é composta por 48 fotografias de celular, 2 prints de whatsapp, 10 poemas e 2 anexos. Num jogo de possíveis combinações e brincadeiras entre imagem e palavra, o livro acaba revelando o olhar pessoal do artista nessa viagem: as fronteiras entre amor e amizade, real e virtual, velho e novo, sagrado e profano, banal e sublime, literal e metafórico. A paisagem íntima do autor se mistura à paisagem geográfica das seis cidades mineiras por onde ele andou: vegetações, casas, objetos e estradas. Jabuticaba é um livro de detalhes, que com humor e poesia pede para ser decifrado. Um livro enigmático, como os interiores: de Minas e do olho do artista.

  • Jurema
    R$30.00
    [FRETE INCLUSO] A Jurema nasceu em um curso sobre o cotidiano, oferecido pela Carina Gonçalves lá no ateliê de escrita Estratégias Narrativas. Com o fim curso, as escritoras resolveram transformar em livro o que havia sido escrito“A ‘rotina como material de vida’ foi nosso ponto de partida e o cotidiano, nossa fonte de inspiração. ‘Acontecimentos, estranhamentos, instantâneos, experiências estéticas e personagens ambientados no cotidiano’. Roubamos cenas e nos apropriamos de objetos. Inventamos histórias para pessoas que não conhecemos, mas costumamos vê-las na rua, no ônibus, no elevador, na praça e até para pessoas desconhecidas em uma foto com nome, lugar e data no verso. Observamos traços, gestos, hábitos, expressões e escutamos conversas de pessoas desconhecidas ou conhecidas. Até nossas manias foram observadas – por que não? Manias, traços, gestos, hábitos, expressões, falas. Cenas entre o fora e o dentro. Frases. Objetos e seus deslocamentos. Textos em movimento. E, entre eles, o corpo. O corpo do real. O corpo do que não existe. O corpo do silêncio. O corpo do poema. O corpo da narrativa. O corpo do texto. Entre esses corpos, o corpo de linguagem de cada uma das sete mulheres atravessado pelo ordinário.” (Viviane Moreira)
  • Livre é abelha
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO] Amanda Ribeiro parece achar graça de tudo que aparenta ser rígido, como as convenções, os lugares comuns e a própria palavra. No seu exercício de causar fluidez nas coisas ditas fixas, a poeta quebra as nossas expectativas. Quando pensamos que podemos completar o verso que se inicia, ela inverte, descola e desloca a ordem das “palavras que se esparramam pelo chão” e nos surpreende com uma poesia esculpida e talhada para se apresentar leve. Leve não como plumas, que levitam sem direção, mas sim como pássaros – que são precisos e sabem ao certo onde vão pousar (parafraseando Valéry e Calvino). Ou até – quem sabe – como uma abelha, que deixa um zumbido longo no ouvido mesmo depois que passa.
  • Minhas férias
    R$31.00
    [FRETE INCLUSO] Em Minhas férias, de Mariana Zande, temos a reinvenção da infância em histórias que ressignificam a vida depois que se vira gente grande. Pequenos instantâneos que congelam o que há de melhor da criança em nós e que, muitas vezes, deixamos escondido, mas nunca perdido.
  • Muda
    R$31.00
    [FRETE INCLUSO] Muda é o livro de estreia da poeta Karen Simões Corrêa. Muda não se restringe apenas ao título escolhido a rigor pela poeta na compilação deste livro de poemas, mas também é a potência própria de uma singela muda que aqui ganha a forma da palavra, do verso, da poesia.
  • No coração fosco da cidade
    R$36.00
    [FRETE INCLUSO]

    "Este livro de poemas é um pouco sobre isso: sobre esses passantes que vemos todos os dias e não chegam nem mesmo a serem desconhecidos, e que por isso são também qualquer um de nós. Andamos pela cidade grande e as referências nunca são as mesmas, os galos cantam sempre na hora errada. Nas proporções desmedidas de São Paulo, onde é que fica o centro? É o que este livro procura: “o centro se faz pelos cantos, pelos suspiros cansados já de manhã, pelos passos firmes malgrado o suspiro”. Na insônia dos pedestres, que continua para além da cama, os poemas de Juliana Ramos encontram o que sobrou do sonho, que as pessoas levam consigo para o meio da rua. Nos olhares estranhos que se cruzam “e se sustentam sem disputa”, surge o pequeno segredo que acompanha a pressa e a multidão sem nunca se confundir com elas." (Texto de Leda Cartum)

  • Notícias da contenda
    R$40.00

    [FRETE INCLUSO]

    Em Notícias da contenda, Adilson aprimora sua linguagem, indo além: parte de uma espécie de distopia pretérita, enquadrada na década de 1980, em plena Guerra Fria. Abolindo o passado e reinventando a história, subverte a disputa de poder de influência política, econômica, militar e ideológica entre os dois blocos, em uma disputa lúdica e amistosa, como ele escreve logo na primeira página. No lugar de ogivas nucleares, seu arsenal são os livros das principais bibliotecas do mundo. A “corrida armamentista” entre os países adversários é travada pela mensuração do conteúdo dos acervos e dos alvos onde são lançados, na distinção de uma supremacia canônica literária universal. Nada mais oportuno em dias sombrios como os atuais. O conhecimento ao invés do obscurantismo, a civilidade ao invés da barbárie. Patrimônios culturais inteiros antes restritos às prateleiras das bibliotecas, agora acanhoados nas ruas e praças, ao bel-prazer de quem se interessar resgatá-los. Entremeado a isto, nos capítulos pares, desenrola-se relato epistolar, psicológico, memorialístico, roteirístico e investigativo; afinal, independentemente da abrangência dos conflitos, a vida segue desenfreadamente o seu curso. (Texto de Luiz Guilherme Romancini)

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