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	<title>Leme &#8211; Impressões de Minas</title>
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	<title>Leme &#8211; Impressões de Minas</title>
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		<title>Jamais escrevi isto, de André Villani</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2024 17:17:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<em>Jamais escrevi isto,</em> novo livro de poesias do autor mineiro André Villani, busca conectar passado e presente, intercalando poemas com vozes de figuras conhecidas e anônimas. De Van Gogh a Tupac, passando por Pizarnik e Pagu, até uma astuta sobrevivente do Titanic, o  segundo livro de André Villani resgata aquilo que deixamos para trás como forma de imprimir novos significados e ruídos. Uma desilusão amorosa,  homenagens equivocadas a um escritor argentino, guerrilhas latino-americanas e o mais belo recado até hoje gravado em uma secretária eletrônica são alguns dos temas explorados no livro. O projeto gráfico do livro, realizado pelo artista Preto Matheus, traz elementos comuns às correspondências escritas e enviadas à distância, como traços de selos e envelopes, e dialogam com os poemas-cartas, linguagem que materializa a escrita. A edição, publicada pela Impressões de Minas e feita em sua gráfica, ganhou impressão tipográfica, com tipos de madeira, no título.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<em>Jamais escrevi isto,</em> novo livro de poesias do autor mineiro André Villani, busca conectar passado e presente, intercalando poemas com vozes de figuras conhecidas e anônimas. De Van Gogh a Tupac, passando por Pizarnik e Pagu, até uma astuta sobrevivente do Titanic, o  segundo livro de André Villani resgata aquilo que deixamos para trás como forma de imprimir novos significados e ruídos. Uma desilusão amorosa,  homenagens equivocadas a um escritor argentino, guerrilhas latino-americanas e o mais belo recado até hoje gravado em uma secretária eletrônica são alguns dos temas explorados no livro. O projeto gráfico do livro, realizado pelo artista Preto Matheus, traz elementos comuns às correspondências escritas e enviadas à distância, como traços de selos e envelopes, e dialogam com os poemas-cartas, linguagem que materializa a escrita. A edição, publicada pela Impressões de Minas e feita em sua gráfica, ganhou impressão tipográfica, com tipos de madeira, no título.]]></content:encoded>
					
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		<title>1929, de Rafael Fava Belúzio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Impressões de Minas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 15:25:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[PRÉ-VENDA COM 20% DE DESCONTO]

[FRETE INCLUSO]

<strong>1929</strong>

O livro <em>1929</em> reúne 29 crônicas escritas por Rafael Fava Belúzio entre os anos de 2009 a 2014, retrabalhados, principalmente, durante a pandemia de 2020-2021. Doutor em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais, Rafael Belúzio é conhecido pelo seu olhar de cronista, atento e certeiro nas observações do cotidiano das cidades. Em <em>1929</em>, o autor traz releituras de tradições literárias brasileiras, articulando aspectos locais e universais, de modo a trazer potentes reflexões sobre a vida por meio de uma linguagem fluida. Segundo a autora Maria Esther Maciel, que assina a quarta capa do livro, “<em>1929</em> é um livro de crônicas incomum, que vai ‘do mais simples rés-do-chão’ aos voos (altos e rasantes) sobre cenas, cenários e acontecimentos diversos, deles extraindo pequenos e grandes assombros”. A cidade mineira de Carangola, por sua vez, é flagrada, no livro, em cenas prosaicas, vívidos cenários e paisagens íntimas. Para Maria Esther, Rafael Belúzio “traz à tona diversos temas, como também experimenta novas formas e formatos textuais, levando assim, o gênero crônica para além de seus limites, sem prescindir das linhas de força que o caracterizam”, afirma.  <em>1929 </em>traz imagens de Camila Monteiro de Lima, Gilmar Soares, Paulo Bevilacqua e Thiago Assis Felisberto Petronilho, além de projeto gráfico de Elza Silveira. Postais impressos com ilustrações de Thiago Assis Felisberto Petronilho acompanham o livro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[PRÉ-VENDA COM 20% DE DESCONTO]

[FRETE INCLUSO]

<strong>1929</strong>

O livro <em>1929</em> reúne 29 crônicas escritas por Rafael Fava Belúzio entre os anos de 2009 a 2014, retrabalhados, principalmente, durante a pandemia de 2020-2021. Doutor em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais, Rafael Belúzio é conhecido pelo seu olhar de cronista, atento e certeiro nas observações do cotidiano das cidades. Em <em>1929</em>, o autor traz releituras de tradições literárias brasileiras, articulando aspectos locais e universais, de modo a trazer potentes reflexões sobre a vida por meio de uma linguagem fluida. Segundo a autora Maria Esther Maciel, que assina a quarta capa do livro, “<em>1929</em> é um livro de crônicas incomum, que vai ‘do mais simples rés-do-chão’ aos voos (altos e rasantes) sobre cenas, cenários e acontecimentos diversos, deles extraindo pequenos e grandes assombros”. A cidade mineira de Carangola, por sua vez, é flagrada, no livro, em cenas prosaicas, vívidos cenários e paisagens íntimas. Para Maria Esther, Rafael Belúzio “traz à tona diversos temas, como também experimenta novas formas e formatos textuais, levando assim, o gênero crônica para além de seus limites, sem prescindir das linhas de força que o caracterizam”, afirma.  <em>1929 </em>traz imagens de Camila Monteiro de Lima, Gilmar Soares, Paulo Bevilacqua e Thiago Assis Felisberto Petronilho, além de projeto gráfico de Elza Silveira. Postais impressos com ilustrações de Thiago Assis Felisberto Petronilho acompanham o livro.]]></content:encoded>
					
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		<title>A trilogia do álcool e outros poemas, de Jovino Machado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Impressões de Minas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 13:42:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<strong>o eu etílico de Jovino Machado</strong>

está ali

na trilogia de ateu

ator

e à toa

bebendo no malleta com seu jeito

bêbado de Ser

olhando o mundo

girar

cambalear sabendo que a vida é

neblina tropeçando

o leitor na trapaça

porque Jovino Antônio Rabelo Machado escreve em casa, sóbrio, comendo pamonha, ousando inventar a cerveja, sendo ateu de muitos deuses, sendo ator de muitas peças e taças e tintos, sendo à toa no verso enquanto se dedica à leitura de dante alighieri, rindo do riso de quem não entendeu que a verdade está no vinho e o

poeta é

um

eu etílico trino

que bebe tão completamente

que chega a fingir que é vinho

o vinho que deveras mente

na missa

na música

nas noites

brumas do cenário de papel a fumaça dissolve o retrato do bêbado enquanto o artista de fígado e osso é aquele que avança titubeante e construindo com destilada lucidez uma poética mística erótica, solvendo Leminskis &#38; relaxos, diluindo no seu sangue românticos, modernistas e marginais, sambando aos goles dessa modernidade cada vez mais líquida, porque tudo que é sóbrio se desmancha

no bar

(Texto de Rafael Fava Belúzio para o posfácio do livro)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<strong>o eu etílico de Jovino Machado</strong>

está ali

na trilogia de ateu

ator

e à toa

bebendo no malleta com seu jeito

bêbado de Ser

olhando o mundo

girar

cambalear sabendo que a vida é

neblina tropeçando

o leitor na trapaça

porque Jovino Antônio Rabelo Machado escreve em casa, sóbrio, comendo pamonha, ousando inventar a cerveja, sendo ateu de muitos deuses, sendo ator de muitas peças e taças e tintos, sendo à toa no verso enquanto se dedica à leitura de dante alighieri, rindo do riso de quem não entendeu que a verdade está no vinho e o

poeta é

um

eu etílico trino

que bebe tão completamente

que chega a fingir que é vinho

o vinho que deveras mente

na missa

na música

nas noites

brumas do cenário de papel a fumaça dissolve o retrato do bêbado enquanto o artista de fígado e osso é aquele que avança titubeante e construindo com destilada lucidez uma poética mística erótica, solvendo Leminskis &#38; relaxos, diluindo no seu sangue românticos, modernistas e marginais, sambando aos goles dessa modernidade cada vez mais líquida, porque tudo que é sóbrio se desmancha

no bar

(Texto de Rafael Fava Belúzio para o posfácio do livro)]]></content:encoded>
					
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		<title>A vida mínima, de Luiz Guilherme Romancini</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2020 18:11:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Em A vida mínima, Luiz Guilherme Romancini emprega o mínimo de palavras para informar o máximo, discorrendo relatos verídicos, ficcionais, de trabalho, causos, anedotas e abstrações diversas, sobretudo no que diz respeito às vicissitudes humanas. No âmbito da linguagem, por meio de texto coloquial, apresenta 120 microtextos com até 120 palavras. </span><span style="font-weight: 400;">"Os textos de 'A vida mínima' se encontram em um espaço limite entre vários modos de escrita: as fábulas, com seus bichos pensantes e suas lições morais (aqui, prezam por um mistério do negativo); os aforismos filosóficos; a criação de mundos e seus apocalipses; as lendas de cidades grandes e pequenas; os diálogos abertos com outros autores e seus personagens eternos; as piadas, anedotas e charadas; as contemplações de um lirismo irônico (que parece não contemplar apenas belezas, mas as feiuras e os atritos); as linguagens múltiplas e seus lugares comuns. Ora em humor, ora em tragédia, os feitos narrados nestes pequenos contos possuem apenas a grandeza paradoxal que o cotidiano lhes permite ter. A vida mínima vai criando espaços, às vezes enganadores, que parecem valer menos, às vezes como tesouros, mas sempre mostrando a autenticidade de uma escrita justa e contínua." (Trecho da orelha do livro, escrita por Laura Cohen, que fez a preparação dos textos originais do autor). Ilustrações de Wallison Gontijo.</span>

<span style="font-family: Calibri, Verdana, Helvetica, Arial;"><span style="font-size: 11pt;"> </span></span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Em A vida mínima, Luiz Guilherme Romancini emprega o mínimo de palavras para informar o máximo, discorrendo relatos verídicos, ficcionais, de trabalho, causos, anedotas e abstrações diversas, sobretudo no que diz respeito às vicissitudes humanas. No âmbito da linguagem, por meio de texto coloquial, apresenta 120 microtextos com até 120 palavras. </span><span style="font-weight: 400;">"Os textos de 'A vida mínima' se encontram em um espaço limite entre vários modos de escrita: as fábulas, com seus bichos pensantes e suas lições morais (aqui, prezam por um mistério do negativo); os aforismos filosóficos; a criação de mundos e seus apocalipses; as lendas de cidades grandes e pequenas; os diálogos abertos com outros autores e seus personagens eternos; as piadas, anedotas e charadas; as contemplações de um lirismo irônico (que parece não contemplar apenas belezas, mas as feiuras e os atritos); as linguagens múltiplas e seus lugares comuns. Ora em humor, ora em tragédia, os feitos narrados nestes pequenos contos possuem apenas a grandeza paradoxal que o cotidiano lhes permite ter. A vida mínima vai criando espaços, às vezes enganadores, que parecem valer menos, às vezes como tesouros, mas sempre mostrando a autenticidade de uma escrita justa e contínua." (Trecho da orelha do livro, escrita por Laura Cohen, que fez a preparação dos textos originais do autor). Ilustrações de Wallison Gontijo.</span>

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			</item>
		<item>
		<title>Sobre avencas, ervas daninhas e flores do mato, de Monica Toledo e Sergio Kal</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/sobre-avencas-ervas-daninhas-e-flores-do-mato/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 12:32:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<i>Sobre avencas, ervas daninhas e flores do mato </i>é um livreto de poesias escrito por Monica Toledo a partir das ilustrações do gravurista Sergio Kal. Palavra e imagem se encontram com frutos, raízes e toda a vida verde, celebrando um imenso corpo sensório e comum.<span style="font-family: Calibri, Verdana, Helvetica, Arial;"><span style="font-size: 11pt;">
</span></span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<i>Sobre avencas, ervas daninhas e flores do mato </i>é um livreto de poesias escrito por Monica Toledo a partir das ilustrações do gravurista Sergio Kal. Palavra e imagem se encontram com frutos, raízes e toda a vida verde, celebrando um imenso corpo sensório e comum.<span style="font-family: Calibri, Verdana, Helvetica, Arial;"><span style="font-size: 11pt;">
</span></span>]]></content:encoded>
					
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