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	<title>Romance &#8211; Impressões de Minas</title>
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	<description>Editora</description>
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	<title>Romance &#8211; Impressões de Minas</title>
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	<item>
		<title>Essa história faz de mim um covarde?, de João H. Bayão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 15:19:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Alberto Munhoz, um diplomata em crise, parte para uma embaixada desimportante, para ser esquecido até a maré baixar, deixando para trás um país em pleno avanço autoritário. Entre dias de neblina e neve, coquetéis e relatórios burocráticos, na pequena República de Lavinski, ele busca se esconder do próprio tempo histórico, enquanto é, pouco a pouco, arrastado de volta para o centro do conflito moral que vinha tentando evitar.​ Resignado a preencher seus dias com a produção de relatórios sobre a irrelevante política local, Alberto logo suspeita estar sendo envolvido em uma insólita trama de perseguição e espionagem. Mas, ao mesmo tempo em que reluta entre desvendar ou ignorar os enigmas que o cercam, o diplomata precisa lidar com os fantasmas de seu passado recente. </span><span style="font-weight: 400;">A trama de “Essa história faz de mim um covarde?” percorre tensões entre amizade, desejo e culpa nos bastidores da diplomacia, enquanto acompanha o angustiante confronto de Alberto com a pergunta que atravessa o livro: qual é o limite entre o profissionalismo, a omissão e o oportunismo inescrupuloso para um funcionário de Estado, em um contexto extremo?​ O enredo oscila entre o cômico e o trágico, o excêntrico e o prosaico, em torno do questionamento que Alberto se faz sobre seu papel no mundo. Tudo isso, também, permeado por uma boa dose de humor.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Alberto Munhoz, um diplomata em crise, parte para uma embaixada desimportante, para ser esquecido até a maré baixar, deixando para trás um país em pleno avanço autoritário. Entre dias de neblina e neve, coquetéis e relatórios burocráticos, na pequena República de Lavinski, ele busca se esconder do próprio tempo histórico, enquanto é, pouco a pouco, arrastado de volta para o centro do conflito moral que vinha tentando evitar.​ Resignado a preencher seus dias com a produção de relatórios sobre a irrelevante política local, Alberto logo suspeita estar sendo envolvido em uma insólita trama de perseguição e espionagem. Mas, ao mesmo tempo em que reluta entre desvendar ou ignorar os enigmas que o cercam, o diplomata precisa lidar com os fantasmas de seu passado recente. </span><span style="font-weight: 400;">A trama de “Essa história faz de mim um covarde?” percorre tensões entre amizade, desejo e culpa nos bastidores da diplomacia, enquanto acompanha o angustiante confronto de Alberto com a pergunta que atravessa o livro: qual é o limite entre o profissionalismo, a omissão e o oportunismo inescrupuloso para um funcionário de Estado, em um contexto extremo?​ O enredo oscila entre o cômico e o trágico, o excêntrico e o prosaico, em torno do questionamento que Alberto se faz sobre seu papel no mundo. Tudo isso, também, permeado por uma boa dose de humor.</span>]]></content:encoded>
					
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		<title>Índigo, de Juca Magalhães</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/indigo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 14:13:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">“Índigo” foi pensado ao longo de sete anos, de uma meditação inicial sobre sistemas de apoio negativos esmiuçada em projeto de mestrado, então concretizado na dissertação-livro no curso de Escrita Criativa da PUCRS, que por sua vez foi polida no Ateliê de Escrita do Estratégias Narrativas e materializada na Impressões de Minas. </span>

&#160;

<span style="font-weight: 400;"><em>Índigo</em> é um romance de narrativa fechada, centrado na perspectiva de um rapaz não nomeado, um filho bom que, aos dezoito anos, decide sair de uma rua isolada para encontrar a irmã e o primo, a dupla que sempre o encheu de fascínio e cuja fuga o assombra a toda curva da estrada. Ao mesmo tempo, é um romance que mescla o fantástico e o histórico no desenrolar desse mundo novo e desconhecido ao narrador, um Brasil da Ditadura Militar em que o horror e o maravilhoso ocorrem lado a lado. Esse encontro é concretizado, como bem destaca o professor Assis Brasil, na quarta capa do livro, em uma flor que cresce no peito do narrador-protagonista, um abismo que o faz recordar – ou não o permite esquecer – de sua natureza aparentemente inescapável.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">“Índigo” foi pensado ao longo de sete anos, de uma meditação inicial sobre sistemas de apoio negativos esmiuçada em projeto de mestrado, então concretizado na dissertação-livro no curso de Escrita Criativa da PUCRS, que por sua vez foi polida no Ateliê de Escrita do Estratégias Narrativas e materializada na Impressões de Minas. </span>

&#160;

<span style="font-weight: 400;"><em>Índigo</em> é um romance de narrativa fechada, centrado na perspectiva de um rapaz não nomeado, um filho bom que, aos dezoito anos, decide sair de uma rua isolada para encontrar a irmã e o primo, a dupla que sempre o encheu de fascínio e cuja fuga o assombra a toda curva da estrada. Ao mesmo tempo, é um romance que mescla o fantástico e o histórico no desenrolar desse mundo novo e desconhecido ao narrador, um Brasil da Ditadura Militar em que o horror e o maravilhoso ocorrem lado a lado. Esse encontro é concretizado, como bem destaca o professor Assis Brasil, na quarta capa do livro, em uma flor que cresce no peito do narrador-protagonista, um abismo que o faz recordar – ou não o permite esquecer – de sua natureza aparentemente inescapável.</span>]]></content:encoded>
					
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		<title>de onde se avista o céu, de Julieta Dobbin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 12:54:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<i><span style="font-weight: 400;">De onde se avista o céu</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um livro escrito à beira de um abismo. A história tem como protagonista uma mulher que corre de seu passado em direção ao nada e, estando frente a frente com ele, freia de súbito. Então, com o desconhecido que se mostra em um buraco sem fim, resgata suas memórias, entre o desejo de saltar e o medo do que pode vir, entre suas memórias que lhe pedem para voltar e o impulso de um corpo, que quer mergulhar em uma incerta escuridão. </span><span style="font-weight: 400;">Este livro traz, a partir de uma escrita poética, reflexões sobre a memória e a morte. Foi escrito em um fluxo de pensamentos e sentimentos pela autora e se torna algo para além dela. </span><span style="font-weight: 400;">Na criação do projeto gráfico de </span><i><span style="font-weight: 400;">De onde se avista o céu</span></i><span style="font-weight: 400;">,  atentou-se para palavras que se destacavam da história e que reescrevem uma poesia. Criou-se, então, um segundo desenho de escrita, que descola do texto breves passagens, que passam a se mover e deslocar sentidos, promovendo uma leitura ritmada com a poesia que a encerra.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<i><span style="font-weight: 400;">De onde se avista o céu</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um livro escrito à beira de um abismo. A história tem como protagonista uma mulher que corre de seu passado em direção ao nada e, estando frente a frente com ele, freia de súbito. Então, com o desconhecido que se mostra em um buraco sem fim, resgata suas memórias, entre o desejo de saltar e o medo do que pode vir, entre suas memórias que lhe pedem para voltar e o impulso de um corpo, que quer mergulhar em uma incerta escuridão. </span><span style="font-weight: 400;">Este livro traz, a partir de uma escrita poética, reflexões sobre a memória e a morte. Foi escrito em um fluxo de pensamentos e sentimentos pela autora e se torna algo para além dela. </span><span style="font-weight: 400;">Na criação do projeto gráfico de </span><i><span style="font-weight: 400;">De onde se avista o céu</span></i><span style="font-weight: 400;">,  atentou-se para palavras que se destacavam da história e que reescrevem uma poesia. Criou-se, então, um segundo desenho de escrita, que descola do texto breves passagens, que passam a se mover e deslocar sentidos, promovendo uma leitura ritmada com a poesia que a encerra.</span>]]></content:encoded>
					
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		<title>O vento roubou meu chapéu, de Aline Silva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 12:26:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Em 2019, Aline Silva começou a escrever o livro </span><i><span style="font-weight: 400;">O vento roubou meu chapéu</span></i><span style="font-weight: 400;">. Segundo a autora, foram alguns começos interrompidos. Em 2022, a partir da interlocução com Júlia Arantes, a escrita fluiu num movimento fértil e ritmado, quase constante, até meados de 2024, quando foi finalizado. </span><span style="font-weight: 400;">O livro foi inspirado na história de vida do pai da autora, que migrou de Pernambuco para o Rio de Janeiro. Com uma narrativa que não obedece uma ordem cronológica, a autora também estabelece em seu texto um diálogo com sua filha de oito anos, ao mesmo tempo que resgata uma conexão ancestral com sua avó paterna. </span><span style="font-weight: 400;">Júlia Arantes, que assina a orelha do livro, destaca que “com uma escrita poética e precisa, a autora costura um romance transgeracional, no qual o leitor se vê refletido, revisitando sua própria história. Mais do que sobre um homem, é sobre viver, morrer e nascer.” Nadja Rodrigues, no texto de apresentação, afirma que </span><i><span style="font-weight: 400;">O vento roubou meu chapéu</span></i><span style="font-weight: 400;"> é "um romance de todos os Silvas, narrativa que se presta ao íntimo e se empresta à intimidade de cada leitor, de cada história de migração e de travessia da morte à vida." </span><span style="font-weight: 400;">O livro, que tem projeto gráfico de Elza Silveira, apresenta, na capa e na sobrecapa, ilustração de Julia Panadés. A sobrecapa tem ainda, em seu verso, um desenho de árvore genealógica feito pela própria autora.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Em 2019, Aline Silva começou a escrever o livro </span><i><span style="font-weight: 400;">O vento roubou meu chapéu</span></i><span style="font-weight: 400;">. Segundo a autora, foram alguns começos interrompidos. Em 2022, a partir da interlocução com Júlia Arantes, a escrita fluiu num movimento fértil e ritmado, quase constante, até meados de 2024, quando foi finalizado. </span><span style="font-weight: 400;">O livro foi inspirado na história de vida do pai da autora, que migrou de Pernambuco para o Rio de Janeiro. Com uma narrativa que não obedece uma ordem cronológica, a autora também estabelece em seu texto um diálogo com sua filha de oito anos, ao mesmo tempo que resgata uma conexão ancestral com sua avó paterna. </span><span style="font-weight: 400;">Júlia Arantes, que assina a orelha do livro, destaca que “com uma escrita poética e precisa, a autora costura um romance transgeracional, no qual o leitor se vê refletido, revisitando sua própria história. Mais do que sobre um homem, é sobre viver, morrer e nascer.” Nadja Rodrigues, no texto de apresentação, afirma que </span><i><span style="font-weight: 400;">O vento roubou meu chapéu</span></i><span style="font-weight: 400;"> é "um romance de todos os Silvas, narrativa que se presta ao íntimo e se empresta à intimidade de cada leitor, de cada história de migração e de travessia da morte à vida." </span><span style="font-weight: 400;">O livro, que tem projeto gráfico de Elza Silveira, apresenta, na capa e na sobrecapa, ilustração de Julia Panadés. A sobrecapa tem ainda, em seu verso, um desenho de árvore genealógica feito pela própria autora.</span>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Máscaras de pele, tecido e titânio, de Daniela Funez</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/mascaras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 14:50:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">“Máscaras de pele, tecido e titânio” é um romance pandêmico, que começou a ser escrito durante uma viagem pela Europa no meio da explosão da variante Ômicron, com lugares reabertos e refechados, testes, burocracias e a sensação constante de estranheza, de ser um corpo estranho em um lugar estrangeiro, e vice-versa, num mix de ficção científica e relato de viagem semiautobiográfico. </span><span style="font-weight: 400;">Viajando enquanto tenta escrever uma distopia cyberpunk bem convencional e clichê, a escritora se percebe parte de um turismo destrutivo em um continente atrasado, mas que quer posar de símbolo de progresso. Como uma pessoa trans, ela não é uma estranha apenas enquanto atravessa estações de trem desorganizadas, fiordes e ruínas de antes do ano um, mas também é estranha em sua própria cidade e círculo social, carregando essa sensação para a história de ação futurista que é construída no decorrer do livro.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">“Máscaras de pele, tecido e titânio” é um romance pandêmico, que começou a ser escrito durante uma viagem pela Europa no meio da explosão da variante Ômicron, com lugares reabertos e refechados, testes, burocracias e a sensação constante de estranheza, de ser um corpo estranho em um lugar estrangeiro, e vice-versa, num mix de ficção científica e relato de viagem semiautobiográfico. </span><span style="font-weight: 400;">Viajando enquanto tenta escrever uma distopia cyberpunk bem convencional e clichê, a escritora se percebe parte de um turismo destrutivo em um continente atrasado, mas que quer posar de símbolo de progresso. Como uma pessoa trans, ela não é uma estranha apenas enquanto atravessa estações de trem desorganizadas, fiordes e ruínas de antes do ano um, mas também é estranha em sua própria cidade e círculo social, carregando essa sensação para a história de ação futurista que é construída no decorrer do livro.</span>]]></content:encoded>
					
		
		
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