<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Poesias &#8211; Impressões de Minas</title>
	<atom:link href="https://impressoesdeminas.com.br/product-category/poesias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://impressoesdeminas.com.br</link>
	<description>Editora</description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Apr 2026 14:24:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://impressoesdeminas.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1.png</url>
	<title>Poesias &#8211; Impressões de Minas</title>
	<link>https://impressoesdeminas.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Catálogo de endereços, de Douglas Ferreira</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/catalogodeenderecos/</link>
					<comments>https://impressoesdeminas.com.br/produto/catalogodeenderecos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 14:03:46 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://impressoesdeminas.com.br/?post_type=product&#038;p=6219</guid>

					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Nomes, números de telefone, anúncios publicitários e endereços. Apesar da objetividade de uma lista, Douglas Ferreira encontrava nos catálogos os lugares onde ia, as pessoas que conhecia, números que sabia de cor. Para ele, aquelas publicações eram também afetivas. Era como se toda a cidade pudesse caber ali, numa publicação impressa, e folheá-la fosse caminhar pelas ruas. Esse foi o mote para a escrita dos poemas que compõem o livro. Para o autor, ler e caminhar possuem o mesmo sentido, e ele aprendeu isso passeando por páginas de listas telefônicas. Hoje, o Douglas adulto, já em Belo Horizonte, caminha pela cidade lendo nomes de ruas, fachadas de estabelecimentos, pixos, placas de trânsito, outdoors, anúncios publicitários... como se folheasse uma lista antiga. Há muito para ler, recortar e colher do texto urbano, e <em>Catálogo de endereços</em>, primeiro livro de poesia de Douglas, foi escrito a partir dessa recolha. </span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Nomes, números de telefone, anúncios publicitários e endereços. Apesar da objetividade de uma lista, Douglas Ferreira encontrava nos catálogos os lugares onde ia, as pessoas que conhecia, números que sabia de cor. Para ele, aquelas publicações eram também afetivas. Era como se toda a cidade pudesse caber ali, numa publicação impressa, e folheá-la fosse caminhar pelas ruas. Esse foi o mote para a escrita dos poemas que compõem o livro. Para o autor, ler e caminhar possuem o mesmo sentido, e ele aprendeu isso passeando por páginas de listas telefônicas. Hoje, o Douglas adulto, já em Belo Horizonte, caminha pela cidade lendo nomes de ruas, fachadas de estabelecimentos, pixos, placas de trânsito, outdoors, anúncios publicitários... como se folheasse uma lista antiga. Há muito para ler, recortar e colher do texto urbano, e <em>Catálogo de endereços</em>, primeiro livro de poesia de Douglas, foi escrito a partir dessa recolha. </span>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://impressoesdeminas.com.br/produto/catalogodeenderecos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>arrebentos, de Kelly Primo</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/arrebentos/</link>
					<comments>https://impressoesdeminas.com.br/produto/arrebentos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 13:34:46 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://impressoesdeminas.com.br/?post_type=product&#038;p=6203</guid>

					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<i><span style="font-weight: 400;">arrebentos</span></i><span style="font-weight: 400;"> mapeia algumas possíveis coordenadas do devir-mulher. Seus pontos cardeais se dão no que surge das marcas dos confrontos do direito das famílias e violência doméstica, primeiro campo de luta da escritora: no reverberar da escuta da autora, já então psicanalista; no mal-estar civilizatório do empilhamento de lutos e desejos sufocados na e pela pandemia; e nas vivências que o maternar solo impõem. </span><span style="font-weight: 400;">O livro apresenta poesias que reconstituem para, em seguida, arrebentar as beiradas do feminino, sem abrir mão do encantamento. </span><span style="font-weight: 400;">A poesia, que primeiro simplesmente brota (ou arrebenta?) no corpo como acontecimento, elabora-se em seu processo como fonte de sobrevivência psíquica e emocional e, nos diversos momento de edição, adquire contornos de compulsão à repetição, expondo o real de um reencontro, por vezes fascinante e por vezes hostil, com uma outra de si mesma.</span>

<span style="font-weight: 400;">O livro apresenta pinturas de Renata Laguardiae o projeto gráfico é de Elza Silveira. “Arrebentos” conta também com posfácio da psicanalista e professora Maria Helena Libório e o texto da quarta capa foi escrito por Carolina Dini. </span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<i><span style="font-weight: 400;">arrebentos</span></i><span style="font-weight: 400;"> mapeia algumas possíveis coordenadas do devir-mulher. Seus pontos cardeais se dão no que surge das marcas dos confrontos do direito das famílias e violência doméstica, primeiro campo de luta da escritora: no reverberar da escuta da autora, já então psicanalista; no mal-estar civilizatório do empilhamento de lutos e desejos sufocados na e pela pandemia; e nas vivências que o maternar solo impõem. </span><span style="font-weight: 400;">O livro apresenta poesias que reconstituem para, em seguida, arrebentar as beiradas do feminino, sem abrir mão do encantamento. </span><span style="font-weight: 400;">A poesia, que primeiro simplesmente brota (ou arrebenta?) no corpo como acontecimento, elabora-se em seu processo como fonte de sobrevivência psíquica e emocional e, nos diversos momento de edição, adquire contornos de compulsão à repetição, expondo o real de um reencontro, por vezes fascinante e por vezes hostil, com uma outra de si mesma.</span>

<span style="font-weight: 400;">O livro apresenta pinturas de Renata Laguardiae o projeto gráfico é de Elza Silveira. “Arrebentos” conta também com posfácio da psicanalista e professora Maria Helena Libório e o texto da quarta capa foi escrito por Carolina Dini. </span>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://impressoesdeminas.com.br/produto/arrebentos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A coragem do primeiro pássaro, de André Dahmer</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/a-coragemdoprimeiropassaro/</link>
					<comments>https://impressoesdeminas.com.br/produto/a-coragemdoprimeiropassaro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:24:50 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://impressoesdeminas.com.br/?post_type=product&#038;p=6184</guid>

					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

André Dahmer expande os limites do verso livre ao confrontar a melancolia da solitude com a delicadeza dos afetos cotidianos. Em <em>A coragem do primeiro pássaro</em>, a linguagem acessível e cortante — já familiar aos leitores de seus quadrinhos — dá forma a uma jornada de reconstrução. O livro acompanha um eu lírico que atravessa o luto de um fim de relacionamento, percorrendo o caminho tortuoso que vai do corte à cicatrização. Mais de dez anos após seu lançamento, esta segunda edição, uma parceria entre as editoras Lote 42 e Impressões de Minas, ressurge com um projeto gráfico renovado. O volume traz ilustrações inéditas do autor e prefácio do poeta Fabio Weintraub, celebrando a memória que, enfim, se descola do ninho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

André Dahmer expande os limites do verso livre ao confrontar a melancolia da solitude com a delicadeza dos afetos cotidianos. Em <em>A coragem do primeiro pássaro</em>, a linguagem acessível e cortante — já familiar aos leitores de seus quadrinhos — dá forma a uma jornada de reconstrução. O livro acompanha um eu lírico que atravessa o luto de um fim de relacionamento, percorrendo o caminho tortuoso que vai do corte à cicatrização. Mais de dez anos após seu lançamento, esta segunda edição, uma parceria entre as editoras Lote 42 e Impressões de Minas, ressurge com um projeto gráfico renovado. O volume traz ilustrações inéditas do autor e prefácio do poeta Fabio Weintraub, celebrando a memória que, enfim, se descola do ninho.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://impressoesdeminas.com.br/produto/a-coragemdoprimeiropassaro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Livro das Interrogações, de Mario Geraldo da Fonseca</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/livrodasinterrogacoes/</link>
					<comments>https://impressoesdeminas.com.br/produto/livrodasinterrogacoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 15:06:32 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://impressoesdeminas.com.br/?post_type=product&#038;p=6098</guid>

					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Livro das Interrogações</span></i><span style="font-weight: 400;"> conta dois tipos de histórias. A primeira diz respeito à história que o livro conta, mesmo que ele não seja um livro propriamente de história. A sua narrativa não é nada convencional. A começar pelo seu personagem principal, se é que podemos falar assim. Como o título sugere, o personagem principal é o ponto de interrogação. Pode-se dizer que a obra é uma grande brincadeira com este marcador que indica quando a frase escrita ou falada é uma pergunta. Mas, na obra, o uso do ponto de interrogação não é propriamente para fazer uma pergunta; ou melhor, é para colocar perguntas em relação, disparando assim uma espécie de terceira posição, essa, sim, a maneira própria do livro interrogar. Assim, se a brincadeira com o ponto de interrogação dita o núcleo da história que o livro conta, esta brincadeira, tocada pela relação nada convencional entre imagem e palavra, pela grafia das palavras e pela grafia do próprio ponto de interrogação faz deste livro um manancial de interrogações sérias feitas com a leveza, com a beleza e com a destreza que só a poesia – esta grande brincadeira séria inventada pela criatividade human – é capaz de contar. </span><span style="font-weight: 400;">A segunda história que precisamos rapidamente contar é de como o livro surgiu. Foi realmente em um momento de muitas interrogações, no início da Pandemia da Covid-19 em que a Humanidade se viu diante de muitas perguntas a respeito do seu próprio destino. O autor passou aqueles dias dramáticos de 2020 e 2021  dando forma às inquietações que ouvia de si próprio e aquelas que colhia nas redes sociais e nas conversas à distância, organizando-as por temas. O que é ser humano?  E o tempo, o que é? O amor? A fé? A natureza, a cultura? E outros…</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Livro das Interrogações</span></i><span style="font-weight: 400;"> conta dois tipos de histórias. A primeira diz respeito à história que o livro conta, mesmo que ele não seja um livro propriamente de história. A sua narrativa não é nada convencional. A começar pelo seu personagem principal, se é que podemos falar assim. Como o título sugere, o personagem principal é o ponto de interrogação. Pode-se dizer que a obra é uma grande brincadeira com este marcador que indica quando a frase escrita ou falada é uma pergunta. Mas, na obra, o uso do ponto de interrogação não é propriamente para fazer uma pergunta; ou melhor, é para colocar perguntas em relação, disparando assim uma espécie de terceira posição, essa, sim, a maneira própria do livro interrogar. Assim, se a brincadeira com o ponto de interrogação dita o núcleo da história que o livro conta, esta brincadeira, tocada pela relação nada convencional entre imagem e palavra, pela grafia das palavras e pela grafia do próprio ponto de interrogação faz deste livro um manancial de interrogações sérias feitas com a leveza, com a beleza e com a destreza que só a poesia – esta grande brincadeira séria inventada pela criatividade human – é capaz de contar. </span><span style="font-weight: 400;">A segunda história que precisamos rapidamente contar é de como o livro surgiu. Foi realmente em um momento de muitas interrogações, no início da Pandemia da Covid-19 em que a Humanidade se viu diante de muitas perguntas a respeito do seu próprio destino. O autor passou aqueles dias dramáticos de 2020 e 2021  dando forma às inquietações que ouvia de si próprio e aquelas que colhia nas redes sociais e nas conversas à distância, organizando-as por temas. O que é ser humano?  E o tempo, o que é? O amor? A fé? A natureza, a cultura? E outros…</span>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://impressoesdeminas.com.br/produto/livrodasinterrogacoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uma sessão no parque, de Luís Matheus Brito</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/umasessaonoparque/</link>
					<comments>https://impressoesdeminas.com.br/produto/umasessaonoparque/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 20:07:27 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://impressoesdeminas.com.br/?post_type=product&#038;p=6071</guid>

					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Dividido em prelúdio e três partes, <em>Uma sessão no parque</em> põe em perspectiva o vínculo entre discurso amoroso e espaço geográfico. O vínculo se expressa por meio de títulos que são extraídos de topônimos, como “Avenida São Paulo”, “Cinema Vitória” e “Morro do Urubu”, num primeiro plano. Ao mesmo tempo, ele se expressa por meio de um palco que, na maioria dos textos, remonta a paisagem de lugares do estado de Sergipe, sobretudo de Aracaju, a cidade natal da poeta. A combinação é um modo de inventar trânsitos para sujeito lírico e desejo: “Os deslocamentos em </span><i><span style="font-weight: 400;">Uma sessão no parque</span></i><span style="font-weight: 400;">”, diz Luís Matheus, “são de curta e média distâncias. Mas, às vezes, há imobilidade”. </span><span style="font-weight: 400;">De caráter híbrido, o livro reúne poemas e uma pequena narrativa, que, em todo o caso, dá continuidade às operações líricas da autora. O conjunto de cenas de </span><i><span style="font-weight: 400;">Uma sessão no parque</span></i><span style="font-weight: 400;"> representa acontecimentos ínfimos, combinando experiência e imaginação. Em “Luz natural”, acompanhamos o sujeito lírico numa viagem para um litoral: “Sem túneis ao longo da estrada,/ os efeitos fílmicos de passagem/ do claro para o escuro/ e, aproximando-se do último trecho,/ do escuro para o claro,/ eles não me atingem,/ aí escapo da cegueira provisória”. A codificação é flagrante no trabalho, que preserva a oscilação entre opacidade e transparência de página em página. Isso é uma maneira pela qual os poemas podem adiar o sentido. “Nas composições”, afirma a autora, “sempre há um desvio que impede a formação de quadros completos. Por isso que o inacabamento é inevitável”.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Dividido em prelúdio e três partes, <em>Uma sessão no parque</em> põe em perspectiva o vínculo entre discurso amoroso e espaço geográfico. O vínculo se expressa por meio de títulos que são extraídos de topônimos, como “Avenida São Paulo”, “Cinema Vitória” e “Morro do Urubu”, num primeiro plano. Ao mesmo tempo, ele se expressa por meio de um palco que, na maioria dos textos, remonta a paisagem de lugares do estado de Sergipe, sobretudo de Aracaju, a cidade natal da poeta. A combinação é um modo de inventar trânsitos para sujeito lírico e desejo: “Os deslocamentos em </span><i><span style="font-weight: 400;">Uma sessão no parque</span></i><span style="font-weight: 400;">”, diz Luís Matheus, “são de curta e média distâncias. Mas, às vezes, há imobilidade”. </span><span style="font-weight: 400;">De caráter híbrido, o livro reúne poemas e uma pequena narrativa, que, em todo o caso, dá continuidade às operações líricas da autora. O conjunto de cenas de </span><i><span style="font-weight: 400;">Uma sessão no parque</span></i><span style="font-weight: 400;"> representa acontecimentos ínfimos, combinando experiência e imaginação. Em “Luz natural”, acompanhamos o sujeito lírico numa viagem para um litoral: “Sem túneis ao longo da estrada,/ os efeitos fílmicos de passagem/ do claro para o escuro/ e, aproximando-se do último trecho,/ do escuro para o claro,/ eles não me atingem,/ aí escapo da cegueira provisória”. A codificação é flagrante no trabalho, que preserva a oscilação entre opacidade e transparência de página em página. Isso é uma maneira pela qual os poemas podem adiar o sentido. “Nas composições”, afirma a autora, “sempre há um desvio que impede a formação de quadros completos. Por isso que o inacabamento é inevitável”.</span>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://impressoesdeminas.com.br/produto/umasessaonoparque/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
