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	<title>Poesias &#8211; Impressões de Minas</title>
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	<title>Poesias &#8211; Impressões de Minas</title>
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		<title>Poesia demais cansa, de Cesco Napoli</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 18:06:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">O livro é formado por oito pequenos livros, e cada um deles tem oito poemas. Essa estrutura surgiu durante a própria escrita. O autor escreveu um primeiro conjunto de oito poemas, depois outro com mais oito e, quando percebeu, aquele formato tinha começado a fazer sentido para ele. A obra é dividida em oito partes e contou com a colaboração de oito artistas visuais selecionados através de um edital para participação na residência artística “A Capa e o Verso”, realizada em 2025, com o objetivo de desenvolver as ilustrações do livro. Participaram dessa construção os ilustradores Arthur Moura Campos, Áster, Carolina Deptulsky, Efe Godoy, Iaci Públio Carneiro, Joana Diniz, Jorge Arndt e Yor. O projeto gráfico, assinado por Preto Matheus, apresenta uma caixa em papel kraft que traz os cinco livretos que compõem a obra. </span><i><span style="font-weight: 400;">Poesia demais cansa</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um livro de poesia que tem uma espécie de fio narrativo. “Não é exatamente uma história convencional, com começo, meio, fim e personagens, mas existe uma sequência entre as partes, um percurso que atravessa o livro inteiro e que fala sobre poesia, sobre o trabalho do artista e sobre o que significa criar no mundo de hoje”, contextualiza o autor. </span><span style="font-weight: 400;">Todo o processo foi realizado dentro da Faculdade de Letras da UFMG por meio do LABED (Laboratório de Edição da FALE/UFMG) e na Editora Impressões de Minas. A curadoria foi realizada por Cesco, Preto Matheus e professora Emília Mendes. </span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">O livro é formado por oito pequenos livros, e cada um deles tem oito poemas. Essa estrutura surgiu durante a própria escrita. O autor escreveu um primeiro conjunto de oito poemas, depois outro com mais oito e, quando percebeu, aquele formato tinha começado a fazer sentido para ele. A obra é dividida em oito partes e contou com a colaboração de oito artistas visuais selecionados através de um edital para participação na residência artística “A Capa e o Verso”, realizada em 2025, com o objetivo de desenvolver as ilustrações do livro. Participaram dessa construção os ilustradores Arthur Moura Campos, Áster, Carolina Deptulsky, Efe Godoy, Iaci Públio Carneiro, Joana Diniz, Jorge Arndt e Yor. O projeto gráfico, assinado por Preto Matheus, apresenta uma caixa em papel kraft que traz os cinco livretos que compõem a obra. </span><i><span style="font-weight: 400;">Poesia demais cansa</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um livro de poesia que tem uma espécie de fio narrativo. “Não é exatamente uma história convencional, com começo, meio, fim e personagens, mas existe uma sequência entre as partes, um percurso que atravessa o livro inteiro e que fala sobre poesia, sobre o trabalho do artista e sobre o que significa criar no mundo de hoje”, contextualiza o autor. </span><span style="font-weight: 400;">Todo o processo foi realizado dentro da Faculdade de Letras da UFMG por meio do LABED (Laboratório de Edição da FALE/UFMG) e na Editora Impressões de Minas. A curadoria foi realizada por Cesco, Preto Matheus e professora Emília Mendes. </span>]]></content:encoded>
					
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		<title>Não utilizar em pessoas sensíveis, de Ana Elisa Ribeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 14:04:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Em “Não utilizar em pessoas sensíveis”, Ana Elisa Ribeiro </span><span style="font-weight: 400;">parte de uma coleção construída ao longo de anos: embalagens de sabonetes, cremes, roupas, desodorantes, xampus e outros produtos, vindas de diferentes lugares e preservadas pelos dizeres que carregavam. Entre advertências, modos de usar e recomendações, a autora encontrou uma pergunta: o que pode ou não se transformar em poesia? </span><span style="font-weight: 400;">A partir desses materiais, frases criadas para orientar comportamentos e determinar usos são recortadas, combinadas e desviadas de suas funções originais. Ana Elisa brinca com gêneros textuais, idiomas, comandos e sentidos, fazendo com que palavras destinadas ao cotidiano revelem humor, estranhamento, afeto e até perigo quando passam a ocupar o espaço do poema. </span><span style="font-weight: 400;">O próprio livro prolonga essa investigação em sua materialidade. A edição dialoga com o universo das antigas boticas, das plantas e das embalagens que deram origem à pesquisa, aproximando forma e conteúdo em um objeto que guarda instruções feitas não apenas para serem lidas, mas também desobedecidas.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Em “Não utilizar em pessoas sensíveis”, Ana Elisa Ribeiro </span><span style="font-weight: 400;">parte de uma coleção construída ao longo de anos: embalagens de sabonetes, cremes, roupas, desodorantes, xampus e outros produtos, vindas de diferentes lugares e preservadas pelos dizeres que carregavam. Entre advertências, modos de usar e recomendações, a autora encontrou uma pergunta: o que pode ou não se transformar em poesia? </span><span style="font-weight: 400;">A partir desses materiais, frases criadas para orientar comportamentos e determinar usos são recortadas, combinadas e desviadas de suas funções originais. Ana Elisa brinca com gêneros textuais, idiomas, comandos e sentidos, fazendo com que palavras destinadas ao cotidiano revelem humor, estranhamento, afeto e até perigo quando passam a ocupar o espaço do poema. </span><span style="font-weight: 400;">O próprio livro prolonga essa investigação em sua materialidade. A edição dialoga com o universo das antigas boticas, das plantas e das embalagens que deram origem à pesquisa, aproximando forma e conteúdo em um objeto que guarda instruções feitas não apenas para serem lidas, mas também desobedecidas.</span>]]></content:encoded>
					
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		<title>SimToMas, de Luiza Fontes</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/simtomas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:48:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Em “SimToMas”, Luiza Fontes</span><span style="font-weight: 400;"> reúne poemas em prosa e colagens que transformam pequenas experiências do cotidiano em matéria literária. Ao longo do livro, palavras e imagens se encontram para construir uma escrita feita de fragmentos, afetos, ausências e recomeços, revelando que até os sintomas mais íntimos podem abrir caminho para novas formas de perceber o mundo. </span><span style="font-weight: 400;">Entre a literatura e as artes visuais, a autora desenvolve uma obra em que texto e colagem não ocupam lugares separados, mas dialogam continuamente. Cada página amplia a experiência da leitura, convidando o olhar a percorrer diferentes camadas de sentido e a construir suas próprias conexões. </span><span style="font-weight: 400;">Livro de estreia de Luiza Fontes, “SimToMas” aproxima poesia, imagem e memória para transformar aquilo que nos atravessa em linguagem compartilhada.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Em “SimToMas”, Luiza Fontes</span><span style="font-weight: 400;"> reúne poemas em prosa e colagens que transformam pequenas experiências do cotidiano em matéria literária. Ao longo do livro, palavras e imagens se encontram para construir uma escrita feita de fragmentos, afetos, ausências e recomeços, revelando que até os sintomas mais íntimos podem abrir caminho para novas formas de perceber o mundo. </span><span style="font-weight: 400;">Entre a literatura e as artes visuais, a autora desenvolve uma obra em que texto e colagem não ocupam lugares separados, mas dialogam continuamente. Cada página amplia a experiência da leitura, convidando o olhar a percorrer diferentes camadas de sentido e a construir suas próprias conexões. </span><span style="font-weight: 400;">Livro de estreia de Luiza Fontes, “SimToMas” aproxima poesia, imagem e memória para transformar aquilo que nos atravessa em linguagem compartilhada.</span>]]></content:encoded>
					
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		<title>O lamento da bicharada, de Domingos Xakriabá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:19:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">“Que a bicharada falasse a língua dos Xakriabá não causa espanto, pois, na mata ou na caatinga, todo mundo é gente. Todos falam uma língua — e a pura língua da poesia. A que lemos com o corpo, seguindo o ritmo das palavras. Este</span><i><span style="font-weight: 400;"> Lamento da bicharada </span></i><span style="font-weight: 400;">— a terra sofrendo com a movimentação dos homens — tem uma toada. Sua composição seguiu a medida da tradição literária do povo Xakriabá. A visão do meio ambiente destruído, nos versos compostos na língua Xakriabá pelo cacique Domingos, é um aviso da literatura. Vamos enxergar e ouvir os outros, pois só assim podemos continuar na vida juntos. No ritmo da língua pura Xakriabá, os bichos falam e vão nos ensinando a ler, a entender o resultado da passagem do homem na terra. O lamento é um chamado para a gente ir se unindo, como uma família, filhos da mesma mãe natureza. Todos temos um ponto de vista, uma língua, um jeito de ser, por isso mesmo é possível a gente viver em comunidade. Sem ganância, obedecendo aos preceitos do povo, dá pra todos se sentarem na sombra da grande árvore da vida, sempre em compridas conversas, histórias que sempre estamos a contar uns para os outros…” ( Texto de apresentação de </span><span style="font-weight: 400;">Maria Inês de Almeida, pesquisadora da UFMG).</span>

<span style="font-weight: 400;">Domingos Nunes de Oliveira tem 51 anos. É pertencente ao povo Xakriabá, de São João das Missões, Minas Gerais. É casado com Diana Dourado Leite Oliveira e tem seis filhos: Jefferson, Geovânio, Werllison, Edilaine, Shirley e Fred. Tem também cinco netos: Lorrayne, Yessa, Davi Lucca, Antony Miguel e Jade. É filho de Rosalino Gomes de Oliveira e Anízia Nunes de Oliveira (em memória). No ano de 2003 foi indicado para assumir o cacicado do povo Xakriabá, após o falecimento do nosso saudoso cacique Manoel Gomes de Oliveira, conhecido como “Rodrigão”. Desde então, trabalha juntamente com seu povo na defesa e proteção dos direitos até o </span><span style="font-weight: 400;">presente momento. Com o objetivo de incentivar a juventude Xakriabá a dar continuidade aos seus estudos, se inscreveu e foi aprovado no vestibular do curso FIEI (Formação Intercultural para Educadores Indígenas) na UFMG, e está cursando a habilitação em Línguas, Artes e Literatura.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">“Que a bicharada falasse a língua dos Xakriabá não causa espanto, pois, na mata ou na caatinga, todo mundo é gente. Todos falam uma língua — e a pura língua da poesia. A que lemos com o corpo, seguindo o ritmo das palavras. Este</span><i><span style="font-weight: 400;"> Lamento da bicharada </span></i><span style="font-weight: 400;">— a terra sofrendo com a movimentação dos homens — tem uma toada. Sua composição seguiu a medida da tradição literária do povo Xakriabá. A visão do meio ambiente destruído, nos versos compostos na língua Xakriabá pelo cacique Domingos, é um aviso da literatura. Vamos enxergar e ouvir os outros, pois só assim podemos continuar na vida juntos. No ritmo da língua pura Xakriabá, os bichos falam e vão nos ensinando a ler, a entender o resultado da passagem do homem na terra. O lamento é um chamado para a gente ir se unindo, como uma família, filhos da mesma mãe natureza. Todos temos um ponto de vista, uma língua, um jeito de ser, por isso mesmo é possível a gente viver em comunidade. Sem ganância, obedecendo aos preceitos do povo, dá pra todos se sentarem na sombra da grande árvore da vida, sempre em compridas conversas, histórias que sempre estamos a contar uns para os outros…” ( Texto de apresentação de </span><span style="font-weight: 400;">Maria Inês de Almeida, pesquisadora da UFMG).</span>

<span style="font-weight: 400;">Domingos Nunes de Oliveira tem 51 anos. É pertencente ao povo Xakriabá, de São João das Missões, Minas Gerais. É casado com Diana Dourado Leite Oliveira e tem seis filhos: Jefferson, Geovânio, Werllison, Edilaine, Shirley e Fred. Tem também cinco netos: Lorrayne, Yessa, Davi Lucca, Antony Miguel e Jade. É filho de Rosalino Gomes de Oliveira e Anízia Nunes de Oliveira (em memória). No ano de 2003 foi indicado para assumir o cacicado do povo Xakriabá, após o falecimento do nosso saudoso cacique Manoel Gomes de Oliveira, conhecido como “Rodrigão”. Desde então, trabalha juntamente com seu povo na defesa e proteção dos direitos até o </span><span style="font-weight: 400;">presente momento. Com o objetivo de incentivar a juventude Xakriabá a dar continuidade aos seus estudos, se inscreveu e foi aprovado no vestibular do curso FIEI (Formação Intercultural para Educadores Indígenas) na UFMG, e está cursando a habilitação em Línguas, Artes e Literatura.</span>]]></content:encoded>
					
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		<title>Passageira, de Dalila Teles Veras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:36:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Organizado por ocasião dos 80 anos da poeta Dalila Teles Veras, o livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Passageira</span></i><span style="font-weight: 400;"> reúne poemas selecionados de dezoito títulos publicados entre 1982 e 2024. Mais do que uma reunião cronológica da obra, “Passageira” propõe uma travessia por mais de quatro décadas de escrita, aproximando diferentes momentos, temas e procedimentos estéticos que marcaram a trajetória poética de Dalila. </span><span style="font-weight: 400;">A organização dos poemas parte de temas recorrentes na obra da autora, criando uma espécie de cartografia afetiva de sua escrita. Ao embaralhar tempos, formas e experiências, o livro busca oferecer ao leitor a sensação de estar diante de uma obra nova, sem deixar de revelar a consistência e a singularidade de uma voz construída ao longo dos anos. </span><span style="font-weight: 400;">Escritora, editora e uma das importantes vozes da literatura brasileira contemporânea, Dalila Teles Veras construiu uma trajetória marcada pela experimentação, pela observação do cotidiano e pela atenção aos processos da memória, da viagem e do tempo.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Organizado por ocasião dos 80 anos da poeta Dalila Teles Veras, o livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Passageira</span></i><span style="font-weight: 400;"> reúne poemas selecionados de dezoito títulos publicados entre 1982 e 2024. Mais do que uma reunião cronológica da obra, “Passageira” propõe uma travessia por mais de quatro décadas de escrita, aproximando diferentes momentos, temas e procedimentos estéticos que marcaram a trajetória poética de Dalila. </span><span style="font-weight: 400;">A organização dos poemas parte de temas recorrentes na obra da autora, criando uma espécie de cartografia afetiva de sua escrita. Ao embaralhar tempos, formas e experiências, o livro busca oferecer ao leitor a sensação de estar diante de uma obra nova, sem deixar de revelar a consistência e a singularidade de uma voz construída ao longo dos anos. </span><span style="font-weight: 400;">Escritora, editora e uma das importantes vozes da literatura brasileira contemporânea, Dalila Teles Veras construiu uma trajetória marcada pela experimentação, pela observação do cotidiano e pela atenção aos processos da memória, da viagem e do tempo.</span>]]></content:encoded>
					
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