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	<title>Poesias &#8211; Impressões de Minas</title>
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	<title>Poesias &#8211; Impressões de Minas</title>
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		<title>Meus poemas de Emily Dickinson, de Marcus Vinícius de Faria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 12:22:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">O livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Meus poemas de Emily Dickinson</span></i><span style="font-weight: 400;"> é composto de cem poemas traduzidos pelo poeta e tradutor Marcus Vinicius de Faria. Trata-se de uma seleção rigorosamente cuidada durante anos de dedicação por Marcus Vinicius, que é um leitor assíduo da poeta norte-americana. Não à toa que o pronome possessivo no título ("Meus") indica a cumplicidade que o tradutor tem com a obra de Emily Dickinson. </span><span style="font-weight: 400;">Se toda tradução é um modo de encontro entre duas línguas, nesse livro o leitor poderá, mais que comparar, perceber a habilidade do tradutor em trazer a linguagem coloquial da poeta para a coloquialidade da fala brasileira. Isso se deve não apenas pela habilidade do tradutor, mas pela convivência que Marcus Vinicius adquiriu ao se tornar um dos grandes leitores da poeta no Brasil. </span><span style="font-weight: 400;">Em tempo de muita exposição, é admirável e assustador pensarmos hoje que uma poeta que escreveu mais de 1800 poemas viu apenas 10 deles publicados. Sabe-se também que a poeta se retirou do convívio social, nem por isso deixou de ser admirada. Ao longo do século XX sua obra foi toda publicada e traduzida em diversas línguas. Sem dúvida, Marcus Vinicius é um desses leitores que cuida da obra da poeta. A prova está aí para os leitores conferirem. </span><span style="font-weight: 400;">Com uma edição bilíngue, projeto gráfico de Mário Vinícius e prefácio assinado por Ana Caetano, a Editora Impressões de Minas tem a satisfação de colocar no mercado brasileiro mais que uma nova tradução, mas uma antologia de cunho inventivo em que os poemas ganham materialidade ímpar em português.</span>

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&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">O livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Meus poemas de Emily Dickinson</span></i><span style="font-weight: 400;"> é composto de cem poemas traduzidos pelo poeta e tradutor Marcus Vinicius de Faria. Trata-se de uma seleção rigorosamente cuidada durante anos de dedicação por Marcus Vinicius, que é um leitor assíduo da poeta norte-americana. Não à toa que o pronome possessivo no título ("Meus") indica a cumplicidade que o tradutor tem com a obra de Emily Dickinson. </span><span style="font-weight: 400;">Se toda tradução é um modo de encontro entre duas línguas, nesse livro o leitor poderá, mais que comparar, perceber a habilidade do tradutor em trazer a linguagem coloquial da poeta para a coloquialidade da fala brasileira. Isso se deve não apenas pela habilidade do tradutor, mas pela convivência que Marcus Vinicius adquiriu ao se tornar um dos grandes leitores da poeta no Brasil. </span><span style="font-weight: 400;">Em tempo de muita exposição, é admirável e assustador pensarmos hoje que uma poeta que escreveu mais de 1800 poemas viu apenas 10 deles publicados. Sabe-se também que a poeta se retirou do convívio social, nem por isso deixou de ser admirada. Ao longo do século XX sua obra foi toda publicada e traduzida em diversas línguas. Sem dúvida, Marcus Vinicius é um desses leitores que cuida da obra da poeta. A prova está aí para os leitores conferirem. </span><span style="font-weight: 400;">Com uma edição bilíngue, projeto gráfico de Mário Vinícius e prefácio assinado por Ana Caetano, a Editora Impressões de Minas tem a satisfação de colocar no mercado brasileiro mais que uma nova tradução, mas uma antologia de cunho inventivo em que os poemas ganham materialidade ímpar em português.</span>

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		<title>Craca de tartaruga, de Raquel Castro de Souza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 14:20:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

Em <em>Craca de tartaruga</em>, Raquel Castro constrói uma escrita atravessada por desejo, deslocamento, memória, humor e sobrevivência. Os textos se movem entre delicadeza e intensidade, aproximando poesia, oralidade e performance em uma linguagem que parece sempre prestes a transbordar da página. Ao longo do livro, o corpo aparece não apenas como tema, mas como matéria da própria escrita: corpo que dança, deseja, se expõe, se protege, se transforma. As imagens criadas por Raquel transitam entre o íntimo e o coletivo, entre vulnerabilidade e força, fazendo da poesia um espaço de presença, invenção e reinvenção de si. Artista da palavra falada e presença marcante nos palcos da poesia e da performance, Raquel Castro leva para o livro algo da pulsação da cena e do encontro. Em <em>Craca de tartaruga</em>, a escrita preserva o ritmo da voz, o movimento da fala e a intensidade da experiência compartilhada. O projeto gráfico, de Mário Vinícius, amplia visualmente as tensões, camadas e deslocamentos presentes no livro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

Em <em>Craca de tartaruga</em>, Raquel Castro constrói uma escrita atravessada por desejo, deslocamento, memória, humor e sobrevivência. Os textos se movem entre delicadeza e intensidade, aproximando poesia, oralidade e performance em uma linguagem que parece sempre prestes a transbordar da página. Ao longo do livro, o corpo aparece não apenas como tema, mas como matéria da própria escrita: corpo que dança, deseja, se expõe, se protege, se transforma. As imagens criadas por Raquel transitam entre o íntimo e o coletivo, entre vulnerabilidade e força, fazendo da poesia um espaço de presença, invenção e reinvenção de si. Artista da palavra falada e presença marcante nos palcos da poesia e da performance, Raquel Castro leva para o livro algo da pulsação da cena e do encontro. Em <em>Craca de tartaruga</em>, a escrita preserva o ritmo da voz, o movimento da fala e a intensidade da experiência compartilhada. O projeto gráfico, de Mário Vinícius, amplia visualmente as tensões, camadas e deslocamentos presentes no livro.]]></content:encoded>
					
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		<title>Catálogo de endereços, de Douglas Ferreira</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/catalogodeenderecos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 14:03:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Nomes, números de telefone, anúncios publicitários e endereços. Apesar da objetividade de uma lista, Douglas Ferreira encontrava nos catálogos os lugares onde ia, as pessoas que conhecia, números que sabia de cor. Para ele, aquelas publicações eram também afetivas. Era como se toda a cidade pudesse caber ali, numa publicação impressa, e folheá-la fosse caminhar pelas ruas. Esse foi o mote para a escrita dos poemas que compõem o livro. Para o autor, ler e caminhar possuem o mesmo sentido, e ele aprendeu isso passeando por páginas de listas telefônicas. Hoje, o Douglas adulto, já em Belo Horizonte, caminha pela cidade lendo nomes de ruas, fachadas de estabelecimentos, pixos, placas de trânsito, outdoors, anúncios publicitários... como se folheasse uma lista antiga. Há muito para ler, recortar e colher do texto urbano, e <em>Catálogo de endereços</em>, primeiro livro de poesia de Douglas, foi escrito a partir dessa recolha. </span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Nomes, números de telefone, anúncios publicitários e endereços. Apesar da objetividade de uma lista, Douglas Ferreira encontrava nos catálogos os lugares onde ia, as pessoas que conhecia, números que sabia de cor. Para ele, aquelas publicações eram também afetivas. Era como se toda a cidade pudesse caber ali, numa publicação impressa, e folheá-la fosse caminhar pelas ruas. Esse foi o mote para a escrita dos poemas que compõem o livro. Para o autor, ler e caminhar possuem o mesmo sentido, e ele aprendeu isso passeando por páginas de listas telefônicas. Hoje, o Douglas adulto, já em Belo Horizonte, caminha pela cidade lendo nomes de ruas, fachadas de estabelecimentos, pixos, placas de trânsito, outdoors, anúncios publicitários... como se folheasse uma lista antiga. Há muito para ler, recortar e colher do texto urbano, e <em>Catálogo de endereços</em>, primeiro livro de poesia de Douglas, foi escrito a partir dessa recolha. </span>]]></content:encoded>
					
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		<title>arrebentos, de Kelly Primo</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/arrebentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 13:34:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<i><span style="font-weight: 400;">arrebentos</span></i><span style="font-weight: 400;"> mapeia algumas possíveis coordenadas do devir-mulher. Seus pontos cardeais se dão no que surge das marcas dos confrontos do direito das famílias e violência doméstica, primeiro campo de luta da escritora: no reverberar da escuta da autora, já então psicanalista; no mal-estar civilizatório do empilhamento de lutos e desejos sufocados na e pela pandemia; e nas vivências que o maternar solo impõem. </span><span style="font-weight: 400;">O livro apresenta poesias que reconstituem para, em seguida, arrebentar as beiradas do feminino, sem abrir mão do encantamento. </span><span style="font-weight: 400;">A poesia, que primeiro simplesmente brota (ou arrebenta?) no corpo como acontecimento, elabora-se em seu processo como fonte de sobrevivência psíquica e emocional e, nos diversos momento de edição, adquire contornos de compulsão à repetição, expondo o real de um reencontro, por vezes fascinante e por vezes hostil, com uma outra de si mesma.</span>

<span style="font-weight: 400;">O livro apresenta pinturas de Renata Laguardiae o projeto gráfico é de Elza Silveira. “Arrebentos” conta também com posfácio da psicanalista e professora Maria Helena Libório e o texto da quarta capa foi escrito por Carolina Dini. </span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<i><span style="font-weight: 400;">arrebentos</span></i><span style="font-weight: 400;"> mapeia algumas possíveis coordenadas do devir-mulher. Seus pontos cardeais se dão no que surge das marcas dos confrontos do direito das famílias e violência doméstica, primeiro campo de luta da escritora: no reverberar da escuta da autora, já então psicanalista; no mal-estar civilizatório do empilhamento de lutos e desejos sufocados na e pela pandemia; e nas vivências que o maternar solo impõem. </span><span style="font-weight: 400;">O livro apresenta poesias que reconstituem para, em seguida, arrebentar as beiradas do feminino, sem abrir mão do encantamento. </span><span style="font-weight: 400;">A poesia, que primeiro simplesmente brota (ou arrebenta?) no corpo como acontecimento, elabora-se em seu processo como fonte de sobrevivência psíquica e emocional e, nos diversos momento de edição, adquire contornos de compulsão à repetição, expondo o real de um reencontro, por vezes fascinante e por vezes hostil, com uma outra de si mesma.</span>

<span style="font-weight: 400;">O livro apresenta pinturas de Renata Laguardiae o projeto gráfico é de Elza Silveira. “Arrebentos” conta também com posfácio da psicanalista e professora Maria Helena Libório e o texto da quarta capa foi escrito por Carolina Dini. </span>]]></content:encoded>
					
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		<title>A coragem do primeiro pássaro, de André Dahmer</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/a-coragemdoprimeiropassaro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:24:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

André Dahmer expande os limites do verso livre ao confrontar a melancolia da solitude com a delicadeza dos afetos cotidianos. Em <em>A coragem do primeiro pássaro</em>, a linguagem acessível e cortante — já familiar aos leitores de seus quadrinhos — dá forma a uma jornada de reconstrução. O livro acompanha um eu lírico que atravessa o luto de um fim de relacionamento, percorrendo o caminho tortuoso que vai do corte à cicatrização. Mais de dez anos após seu lançamento, esta segunda edição, uma parceria entre as editoras Lote 42 e Impressões de Minas, ressurge com um projeto gráfico renovado. O volume traz ilustrações inéditas do autor e prefácio do poeta Fabio Weintraub, celebrando a memória que, enfim, se descola do ninho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

André Dahmer expande os limites do verso livre ao confrontar a melancolia da solitude com a delicadeza dos afetos cotidianos. Em <em>A coragem do primeiro pássaro</em>, a linguagem acessível e cortante — já familiar aos leitores de seus quadrinhos — dá forma a uma jornada de reconstrução. O livro acompanha um eu lírico que atravessa o luto de um fim de relacionamento, percorrendo o caminho tortuoso que vai do corte à cicatrização. Mais de dez anos após seu lançamento, esta segunda edição, uma parceria entre as editoras Lote 42 e Impressões de Minas, ressurge com um projeto gráfico renovado. O volume traz ilustrações inéditas do autor e prefácio do poeta Fabio Weintraub, celebrando a memória que, enfim, se descola do ninho.]]></content:encoded>
					
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