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	<title>Novela &#8211; Impressões de Minas</title>
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	<description>Editora</description>
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	<title>Novela &#8211; Impressões de Minas</title>
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		<title>Capitão Madureira: uma novelinha, de Felipe Bernardo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 12:29:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

Em <em>Capitão Madureira: uma novelinha</em>, Felipe Bernardo permite ao leitor bisbilhotar as desventuras de um capitão da reserva que volta à ativa depois que um governo militar ascende ao poder. Em seu primeiro livro, o autor retrata de forma satírica e irônica o ambiente aloprado de um clube militar. A simplicidade da trama esconde uma alegoria crítica sobre os últimos anos da política brasileira. Para a escritora Laura Cohen, <em>Capitão Madureira</em> “é um romance-retrato de um personagem que todos nós temos o desprazer de conhecer: um militar reformado que leva uma vida boa e odeia trabalhar, cheio de pensamentos de grandiloquência, ressentimento, medo e muita preguiça (exceto para o hobbie da natação).” Na orelha para o livro, Laura Cohen reconhece a importância do tom adotado pelo autor: “a ficção e o riso são remédios para o trauma que vivemos no passado e uma vacina contra o que há de vir.” <em>Capitão Madureira: uma novelinha</em> tem ilustrações de Frederico Guerra, Laura Lao e Lucas Emanuel e projeto gráfico de Elza Silveira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

Em <em>Capitão Madureira: uma novelinha</em>, Felipe Bernardo permite ao leitor bisbilhotar as desventuras de um capitão da reserva que volta à ativa depois que um governo militar ascende ao poder. Em seu primeiro livro, o autor retrata de forma satírica e irônica o ambiente aloprado de um clube militar. A simplicidade da trama esconde uma alegoria crítica sobre os últimos anos da política brasileira. Para a escritora Laura Cohen, <em>Capitão Madureira</em> “é um romance-retrato de um personagem que todos nós temos o desprazer de conhecer: um militar reformado que leva uma vida boa e odeia trabalhar, cheio de pensamentos de grandiloquência, ressentimento, medo e muita preguiça (exceto para o hobbie da natação).” Na orelha para o livro, Laura Cohen reconhece a importância do tom adotado pelo autor: “a ficção e o riso são remédios para o trauma que vivemos no passado e uma vacina contra o que há de vir.” <em>Capitão Madureira: uma novelinha</em> tem ilustrações de Frederico Guerra, Laura Lao e Lucas Emanuel e projeto gráfico de Elza Silveira.]]></content:encoded>
					
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		<title>São José da Ventania, de Roberto B. de Carvalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 12:58:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

As três novelas reunidas neste livro, embora independentes, se interligam no tempo e no espaço. Todas partem das histórias que o narrador, quando menino, ouvia da voz de Iná, a empregada da casa, disfarçando o impacto que aquelas narrativas produziam em sua imaginação infantil. Adulto, o narrador dá carne e alma às histórias ouvidas, tornando-se praticamente invisível para que suas personagens ganhem o primeiro plano e se movimentem sem sua intromissão.

No texto de apresentação da obra, a jornalista Sheila Kaplan, doutora em estudos literários pela PUC-Rio, destaca as personagens femininas das narrativas: “São mulheres que, sob a aparente pasmaceira da vidinha no interior de Minas Gerais, protagonizam tragédias de estatura shakespeariana”. “É, assim, uma Minas trágica que respira nas páginas do livro”, conclui. Para a professora Sônia Queiroz, da Faculdade de Letras da UFMG, as narrativas de São José da Ventania são histórias de ouvir contar, buscadas na memória do menino que ouvia, e mesmo via, cenas da ventania varrendo o céu e o chão da cidade. “Na maturidade”, observa, “o escritor firma em letra de fôrma as narrativas vindas da voz, inscritas há muito tempo no seu corpo — memória”.  A capa do livro traz imagem do artista  Amilcar de Castro emoldurada em uma almofada tipográfica em baixo relevo, e o projeto gráfico é de Elza Silveira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

As três novelas reunidas neste livro, embora independentes, se interligam no tempo e no espaço. Todas partem das histórias que o narrador, quando menino, ouvia da voz de Iná, a empregada da casa, disfarçando o impacto que aquelas narrativas produziam em sua imaginação infantil. Adulto, o narrador dá carne e alma às histórias ouvidas, tornando-se praticamente invisível para que suas personagens ganhem o primeiro plano e se movimentem sem sua intromissão.

No texto de apresentação da obra, a jornalista Sheila Kaplan, doutora em estudos literários pela PUC-Rio, destaca as personagens femininas das narrativas: “São mulheres que, sob a aparente pasmaceira da vidinha no interior de Minas Gerais, protagonizam tragédias de estatura shakespeariana”. “É, assim, uma Minas trágica que respira nas páginas do livro”, conclui. Para a professora Sônia Queiroz, da Faculdade de Letras da UFMG, as narrativas de São José da Ventania são histórias de ouvir contar, buscadas na memória do menino que ouvia, e mesmo via, cenas da ventania varrendo o céu e o chão da cidade. “Na maturidade”, observa, “o escritor firma em letra de fôrma as narrativas vindas da voz, inscritas há muito tempo no seu corpo — memória”.  A capa do livro traz imagem do artista  Amilcar de Castro emoldurada em uma almofada tipográfica em baixo relevo, e o projeto gráfico é de Elza Silveira.]]></content:encoded>
					
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		<title>Crônicas de alhures, de Luiz Guilherme Romancini</title>
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		<dc:creator><![CDATA[impressoes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Mar 2018 01:26:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]
Crônicas de alhures é essa infinita rede de conexões estabelecida ocasionalmente entre indivíduos que vivem suas frustrações, alegrias, contradições, tristezas, vicissitudes. São histórias que se intercalam e se estendem, num movimento análogo a uma corrida de revezamento com bastão quando passamos imperceptivelmente a ação para o próximo, que repassa ao seguinte... Cada qual seguindo o seu caminho, munido das máscaras necessárias às relações humanas diárias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]
Crônicas de alhures é essa infinita rede de conexões estabelecida ocasionalmente entre indivíduos que vivem suas frustrações, alegrias, contradições, tristezas, vicissitudes. São histórias que se intercalam e se estendem, num movimento análogo a uma corrida de revezamento com bastão quando passamos imperceptivelmente a ação para o próximo, que repassa ao seguinte... Cada qual seguindo o seu caminho, munido das máscaras necessárias às relações humanas diárias.]]></content:encoded>
					
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