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	<title>Música &#8211; Impressões de Minas</title>
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	<title>Música &#8211; Impressões de Minas</title>
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		<title>Uma varanda no meio do rio, de Thiago Thiago de Mello</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 15:53:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

Poesia que inventa uma memória, Uma varanda no meio do rio, primeiro livro de Thiago Thiago de Mello (Editora Impressões de Minas, 2023) apresenta textos, poemas e letras de música do autor reunidos a cartas, e-mails, bilhetes e fotos de seus antepassados. Fruto de um trabalho de pesquisa pessoal e amoroso, o livro – com fotos inéditas de Andreas Valentim e Valdir Cruz – traz esses fragmentos da memória e os intercala com a produção poética de Thiago. Cantador, professor e compositor carioca, Thiago Thiago de Mello foi criado na Amazônia e até hoje faz uma ponte entre o Rio de Janeiro e o rio Andirá, que banha Barreirinha, cidade no Amazonas onde nasceu o poeta Thiago de Mello (1926-2022), seu pai. A esses Thiagos se somam muitos outros: primos, irmãos, tio, avô, bisavô… Essa profusão de Thiagos atravessa o livro, que revela os elementos que compõem a espinha dorsal daquilo que canta o autor. Aliás, o limite entre o poema e a letra de música é explorado até que não mais percebamos suas diferenças e singularidades, como se o essencial não fosse aquilo que os separa mas, pelo contrário, o que os aproxima e os amalgama.

Em um trabalho cuidadoso e delicado de edição e diagramação, o projeto gráfico ressalta a qualidade poética e histórica das fotos, protagonistas dessa longa história amazônica que Thiago percorre com sentimento e rigor, acompanhando os passos de sua família desde meados do século XIX até os dias de hoje. As incríveis fotografias em preto e branco, de Andreas Valentim e Valdir Cruz – feitas no Andirá em 1982 (por Andreas) e 2017/18 (por Valdir) – enfatizam o tom memorialista do livro, que faz uma espécie de viagem embarcada pelo passado do autor, o levando até a Casa da Poesia, último refúgio de seu pai. Hoje cuidador dessa casa, lugar de afeto e redenção, Thiago parece ser a própria canoa, fazendo uma travessia por todas as águas que levam até a varanda, de cujo parapeito podem ser observados os movimentos dos rios, dos animais e da gente ribeirinha. O universo da gente que vive na beira dos rios amazônicos permeia os textos e as fotos, que chegam a exalar o perfume doce das acapuranas e do cupuaçu.

Com 15 anos de carreira fonográfica, 5 discos lançados (em projetos coletivos e solo), o cantador Thiago revela, em seu primeiro livro, os caminhos de suas criações, trazendo à público a intimidade de seus sentimentos e relações familiares. Expressando trégua com o já vivido, percebe-se saudade, mas não melancolia. Por isso, Uma varanda no meio do rio é contemporâneo, com destaque para as muitas parcerias musicais presentes no livro – letras feitas por Thiago para melodias de Nilson Chaves, Allan Carvalho, Ilessi, Diogo Sili, Renato Frazão, Pedro Ivo Frota, Marcelo Fedrá, Claudia Castelo Branco, Demarca, Pou. A memória é matéria, assim como nos dois álbuns amazônicos já lançados por Thiago: Amazonia underground (Blacksalt Records, 2017) e Amazônia Subterrânea (2020).

É emocionante acompanhar a relação de Thiago com sua família. Herdeiro desses legados poéticos, o autor nos revela parte do mapa sentimental e afetivo percorrido por suas criações: cartas, bilhetes, dedicatórias de livros, fotografias, histórias, poemas. Escrito e organizado durante o período da pandemia, a finalização do livro se deu após a morte de seu pai, no início de 2022. Desse modo, marca-se um ciclo na vida e na produção poética de Thiago, como se o livro fosse o relato de uma viagem – viagem incessante entre os rios que banham sua vida e alimentam sua alma. Que essa canoa amazônica siga singrando as águas!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

Poesia que inventa uma memória, Uma varanda no meio do rio, primeiro livro de Thiago Thiago de Mello (Editora Impressões de Minas, 2023) apresenta textos, poemas e letras de música do autor reunidos a cartas, e-mails, bilhetes e fotos de seus antepassados. Fruto de um trabalho de pesquisa pessoal e amoroso, o livro – com fotos inéditas de Andreas Valentim e Valdir Cruz – traz esses fragmentos da memória e os intercala com a produção poética de Thiago. Cantador, professor e compositor carioca, Thiago Thiago de Mello foi criado na Amazônia e até hoje faz uma ponte entre o Rio de Janeiro e o rio Andirá, que banha Barreirinha, cidade no Amazonas onde nasceu o poeta Thiago de Mello (1926-2022), seu pai. A esses Thiagos se somam muitos outros: primos, irmãos, tio, avô, bisavô… Essa profusão de Thiagos atravessa o livro, que revela os elementos que compõem a espinha dorsal daquilo que canta o autor. Aliás, o limite entre o poema e a letra de música é explorado até que não mais percebamos suas diferenças e singularidades, como se o essencial não fosse aquilo que os separa mas, pelo contrário, o que os aproxima e os amalgama.

Em um trabalho cuidadoso e delicado de edição e diagramação, o projeto gráfico ressalta a qualidade poética e histórica das fotos, protagonistas dessa longa história amazônica que Thiago percorre com sentimento e rigor, acompanhando os passos de sua família desde meados do século XIX até os dias de hoje. As incríveis fotografias em preto e branco, de Andreas Valentim e Valdir Cruz – feitas no Andirá em 1982 (por Andreas) e 2017/18 (por Valdir) – enfatizam o tom memorialista do livro, que faz uma espécie de viagem embarcada pelo passado do autor, o levando até a Casa da Poesia, último refúgio de seu pai. Hoje cuidador dessa casa, lugar de afeto e redenção, Thiago parece ser a própria canoa, fazendo uma travessia por todas as águas que levam até a varanda, de cujo parapeito podem ser observados os movimentos dos rios, dos animais e da gente ribeirinha. O universo da gente que vive na beira dos rios amazônicos permeia os textos e as fotos, que chegam a exalar o perfume doce das acapuranas e do cupuaçu.

Com 15 anos de carreira fonográfica, 5 discos lançados (em projetos coletivos e solo), o cantador Thiago revela, em seu primeiro livro, os caminhos de suas criações, trazendo à público a intimidade de seus sentimentos e relações familiares. Expressando trégua com o já vivido, percebe-se saudade, mas não melancolia. Por isso, Uma varanda no meio do rio é contemporâneo, com destaque para as muitas parcerias musicais presentes no livro – letras feitas por Thiago para melodias de Nilson Chaves, Allan Carvalho, Ilessi, Diogo Sili, Renato Frazão, Pedro Ivo Frota, Marcelo Fedrá, Claudia Castelo Branco, Demarca, Pou. A memória é matéria, assim como nos dois álbuns amazônicos já lançados por Thiago: Amazonia underground (Blacksalt Records, 2017) e Amazônia Subterrânea (2020).

É emocionante acompanhar a relação de Thiago com sua família. Herdeiro desses legados poéticos, o autor nos revela parte do mapa sentimental e afetivo percorrido por suas criações: cartas, bilhetes, dedicatórias de livros, fotografias, histórias, poemas. Escrito e organizado durante o período da pandemia, a finalização do livro se deu após a morte de seu pai, no início de 2022. Desse modo, marca-se um ciclo na vida e na produção poética de Thiago, como se o livro fosse o relato de uma viagem – viagem incessante entre os rios que banham sua vida e alimentam sua alma. Que essa canoa amazônica siga singrando as águas!]]></content:encoded>
					
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		<title>Olho da Rua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 18:37:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Numa praça banhada por sol e sombra no Recife, quase cem pessoas se reúnem para uma celebração. Em um dia atípico e utópico, onde não há qualquer sorte de problemas, vibra a potência da coletividade e dos encontros. “Olho da rua” é um livro que conta a história de um filme a partir de sua música, uma abertura para o processo de criação sob a direção de Jonathas de Andrade e da trilha sonora, composta por Homero Basílio.

Trazendo um songbook com as partituras e a história de seus instrumentos, o livro ecoa, em cena e som, as vozes de seus criadores, estabelecendo um diálogo com o Teatro do Oprimido de Augusto Boal, método que instigou as proposições teatrais da obra.

Com fotografias e ilustrações inéditas, textos por Jonathas, Homero e Márcio Bastos, o projeto gráfico assinado por Priscila Gonzaga é um convite a adentrar os sons que permeiam o filme — uma rica textura que nasce da mistura de instrumentos de raízes indígenas e de todo o mundo, orquestrada pela ampla e diversa experiência musical de Homero.

“Olho da rua — o livro da música do filme” será lançado em uma edição especial de apenas 300 exemplares, já disponíveis para pré-venda. Na caixa, impressa em serigrafia, há um volume com apresentação das cenas, anotações teatrais e história dos instrumentos; um songbook com as partituras ato a ato; e um poster criado para o livro, mostrando os instrumentos que dão vida à trilha sonora. O livro é destinado a apreciadores do cinema, das artes gráficas, do teatro, e também a músicos e compositores.

(Fotos do livro: Emanuel da Costa)

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&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[Numa praça banhada por sol e sombra no Recife, quase cem pessoas se reúnem para uma celebração. Em um dia atípico e utópico, onde não há qualquer sorte de problemas, vibra a potência da coletividade e dos encontros. “Olho da rua” é um livro que conta a história de um filme a partir de sua música, uma abertura para o processo de criação sob a direção de Jonathas de Andrade e da trilha sonora, composta por Homero Basílio.

Trazendo um songbook com as partituras e a história de seus instrumentos, o livro ecoa, em cena e som, as vozes de seus criadores, estabelecendo um diálogo com o Teatro do Oprimido de Augusto Boal, método que instigou as proposições teatrais da obra.

Com fotografias e ilustrações inéditas, textos por Jonathas, Homero e Márcio Bastos, o projeto gráfico assinado por Priscila Gonzaga é um convite a adentrar os sons que permeiam o filme — uma rica textura que nasce da mistura de instrumentos de raízes indígenas e de todo o mundo, orquestrada pela ampla e diversa experiência musical de Homero.

“Olho da rua — o livro da música do filme” será lançado em uma edição especial de apenas 300 exemplares, já disponíveis para pré-venda. Na caixa, impressa em serigrafia, há um volume com apresentação das cenas, anotações teatrais e história dos instrumentos; um songbook com as partituras ato a ato; e um poster criado para o livro, mostrando os instrumentos que dão vida à trilha sonora. O livro é destinado a apreciadores do cinema, das artes gráficas, do teatro, e também a músicos e compositores.

(Fotos do livro: Emanuel da Costa)

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		<title>Espelhos, de Felipe S</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Impressões de Minas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 18:55:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

Felipe S é conhecido por ser o frontman da banda pernambucana Mombojó, e também pela sua carreira solo com o disco Cabeça de Felipe, lançado em 2017, e o Espelhos (que dá título ao livro), lançado neste ano.  Espelhos, de Felipe S, possui 55 páginas com letras, cifras, ilustrações e comentários sobre cada canção. O leitor, ao ter em mãos o livro Espelhos, poderá não só saber o que inspirou o artista Felipe S. ao fazer as canções, como também poderá tocar as músicas ou ouvi-las acompanhado da leitura. Junto às letras e cifras, estão as ilustrações de Pedro de Albuquerque e Maurício Silva, pai e irmão de Felipe, respectivamente. O livro possui formato que remete aos encartes dos antigos discos compacto 7 polegadas, e também foi inspirado nas revistas de cifras publicadas nos anos 80.

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Felipe S é conhecido por ser o frontman da banda pernambucana Mombojó, e também pela sua carreira solo com o disco Cabeça de Felipe, lançado em 2017, e o Espelhos (que dá título ao livro), lançado neste ano.  Espelhos, de Felipe S, possui 55 páginas com letras, cifras, ilustrações e comentários sobre cada canção. O leitor, ao ter em mãos o livro Espelhos, poderá não só saber o que inspirou o artista Felipe S. ao fazer as canções, como também poderá tocar as músicas ou ouvi-las acompanhado da leitura. Junto às letras e cifras, estão as ilustrações de Pedro de Albuquerque e Maurício Silva, pai e irmão de Felipe, respectivamente. O livro possui formato que remete aos encartes dos antigos discos compacto 7 polegadas, e também foi inspirado nas revistas de cifras publicadas nos anos 80.

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