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	<title>Contos &#8211; Impressões de Minas</title>
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	<title>Contos &#8211; Impressões de Minas</title>
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		<title>Todos nós sonhávamos em ser Carmen Miranda, de Kaio Phelipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 13:15:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">“Todos nós sonhávamos em ser Carmen Miranda", quarto livro do autor,  “marca a segunda incursão de Kaio pelo universo de contos e, assim como em seu primeiro livro, temos uma cena dissidente de corpos que reivindicam novos modos de ser, sentir e estar no mundo. Além desse caráter eminentemente político da literatura desse jovem autor carioca, me chama a atenção, desde a leitura de seus primeiros livros, o modo como as posições de gênero e sexualidade reverberam também numa linguagem que marca na assinatura do autor sua importância na nova cena literária LGBTQIA+ no Brasil. Se por um lado, os dezesseis contos que compõem “Todos nós sonhávamos em ser Carmen Miranda” são escritos a partir de um lugar político muito intenso em que o enfrentamento das violências exercidas contra os corpos LGBTQIA+ pode ser pensado como uma das linhas de força dessa literatura, por outro lado, essa temática nunca é criada pelo autor sem uma reflexão do modo de dizer e defender a não-violência. Trata-se, portanto, de um livro de contos em que cada narrador possui uma dicção particular que revela, de algum modo, um lugar enunciativo que também é singular: são corpos que se enunciam a partir de recortes etários, sociais e filosóficos. Há uma multidão queer, para usar o termo de Paul B. Preciado, que grita por meio dessas narrativas curtas. E essa multiplicidade de modos de ser também é outro valor absoluto desse conjunto de contos.” (Texto de Luiz Lopes (@iluizlopes), doutor em Literatura Comparada pela UFMG e professor do POSLING/CEFET-MG).</span>

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<span style="font-weight: 400;">“Todos nós sonhávamos em ser Carmen Miranda", quarto livro do autor,  “marca a segunda incursão de Kaio pelo universo de contos e, assim como em seu primeiro livro, temos uma cena dissidente de corpos que reivindicam novos modos de ser, sentir e estar no mundo. Além desse caráter eminentemente político da literatura desse jovem autor carioca, me chama a atenção, desde a leitura de seus primeiros livros, o modo como as posições de gênero e sexualidade reverberam também numa linguagem que marca na assinatura do autor sua importância na nova cena literária LGBTQIA+ no Brasil. Se por um lado, os dezesseis contos que compõem “Todos nós sonhávamos em ser Carmen Miranda” são escritos a partir de um lugar político muito intenso em que o enfrentamento das violências exercidas contra os corpos LGBTQIA+ pode ser pensado como uma das linhas de força dessa literatura, por outro lado, essa temática nunca é criada pelo autor sem uma reflexão do modo de dizer e defender a não-violência. Trata-se, portanto, de um livro de contos em que cada narrador possui uma dicção particular que revela, de algum modo, um lugar enunciativo que também é singular: são corpos que se enunciam a partir de recortes etários, sociais e filosóficos. Há uma multidão queer, para usar o termo de Paul B. Preciado, que grita por meio dessas narrativas curtas. E essa multiplicidade de modos de ser também é outro valor absoluto desse conjunto de contos.” (Texto de Luiz Lopes (@iluizlopes), doutor em Literatura Comparada pela UFMG e professor do POSLING/CEFET-MG).</span>

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		<title>Carbono, de Breno Silva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2022 15:10:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

Composto por sete narrativas que têm como plano de fundo o distrito de São Benedito, em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, o livro <em>Carbono</em>, de Breno Silva, aborda a memória coletiva dos moradores. Em caminhadas pelos bairros de São Benedito, observações das ruas, álbuns de fotografias de família e conversas com pessoas, Breno Silva traz para <em>Carbono</em>, uma narrativa coletiva a partir de fragmentos de memórias dos outros e de documentos organizados pelo projeto Espaço da Memória, projeto em que Breno é um dos coordenadores, ao lado de Roxane Sidney, e que investiga a produção da memória relacionada aos processos históricos de construção nos bairros de Santa Luzia. Autor dos livros <em>O radicalmente outro nas</em> cidades (Edufba, 2018) e <em>Atravessando as terras de ninguém</em> (Fábrica de Letras, 2018), Breno Silva é editor da revista DESMANCHE e professor do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG). <em>Carbono</em> é o seu terceiro livro.]]></description>
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Composto por sete narrativas que têm como plano de fundo o distrito de São Benedito, em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, o livro <em>Carbono</em>, de Breno Silva, aborda a memória coletiva dos moradores. Em caminhadas pelos bairros de São Benedito, observações das ruas, álbuns de fotografias de família e conversas com pessoas, Breno Silva traz para <em>Carbono</em>, uma narrativa coletiva a partir de fragmentos de memórias dos outros e de documentos organizados pelo projeto Espaço da Memória, projeto em que Breno é um dos coordenadores, ao lado de Roxane Sidney, e que investiga a produção da memória relacionada aos processos históricos de construção nos bairros de Santa Luzia. Autor dos livros <em>O radicalmente outro nas</em> cidades (Edufba, 2018) e <em>Atravessando as terras de ninguém</em> (Fábrica de Letras, 2018), Breno Silva é editor da revista DESMANCHE e professor do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG). <em>Carbono</em> é o seu terceiro livro.]]></content:encoded>
					
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		<title>A vida mínima, de Luiz Guilherme Romancini</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2020 18:11:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Em A vida mínima, Luiz Guilherme Romancini emprega o mínimo de palavras para informar o máximo, discorrendo relatos verídicos, ficcionais, de trabalho, causos, anedotas e abstrações diversas, sobretudo no que diz respeito às vicissitudes humanas. No âmbito da linguagem, por meio de texto coloquial, apresenta 120 microtextos com até 120 palavras. </span><span style="font-weight: 400;">"Os textos de 'A vida mínima' se encontram em um espaço limite entre vários modos de escrita: as fábulas, com seus bichos pensantes e suas lições morais (aqui, prezam por um mistério do negativo); os aforismos filosóficos; a criação de mundos e seus apocalipses; as lendas de cidades grandes e pequenas; os diálogos abertos com outros autores e seus personagens eternos; as piadas, anedotas e charadas; as contemplações de um lirismo irônico (que parece não contemplar apenas belezas, mas as feiuras e os atritos); as linguagens múltiplas e seus lugares comuns. Ora em humor, ora em tragédia, os feitos narrados nestes pequenos contos possuem apenas a grandeza paradoxal que o cotidiano lhes permite ter. A vida mínima vai criando espaços, às vezes enganadores, que parecem valer menos, às vezes como tesouros, mas sempre mostrando a autenticidade de uma escrita justa e contínua." (Trecho da orelha do livro, escrita por Laura Cohen, que fez a preparação dos textos originais do autor). Ilustrações de Wallison Gontijo.</span>

<span style="font-family: Calibri, Verdana, Helvetica, Arial;"><span style="font-size: 11pt;"> </span></span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Em A vida mínima, Luiz Guilherme Romancini emprega o mínimo de palavras para informar o máximo, discorrendo relatos verídicos, ficcionais, de trabalho, causos, anedotas e abstrações diversas, sobretudo no que diz respeito às vicissitudes humanas. No âmbito da linguagem, por meio de texto coloquial, apresenta 120 microtextos com até 120 palavras. </span><span style="font-weight: 400;">"Os textos de 'A vida mínima' se encontram em um espaço limite entre vários modos de escrita: as fábulas, com seus bichos pensantes e suas lições morais (aqui, prezam por um mistério do negativo); os aforismos filosóficos; a criação de mundos e seus apocalipses; as lendas de cidades grandes e pequenas; os diálogos abertos com outros autores e seus personagens eternos; as piadas, anedotas e charadas; as contemplações de um lirismo irônico (que parece não contemplar apenas belezas, mas as feiuras e os atritos); as linguagens múltiplas e seus lugares comuns. Ora em humor, ora em tragédia, os feitos narrados nestes pequenos contos possuem apenas a grandeza paradoxal que o cotidiano lhes permite ter. A vida mínima vai criando espaços, às vezes enganadores, que parecem valer menos, às vezes como tesouros, mas sempre mostrando a autenticidade de uma escrita justa e contínua." (Trecho da orelha do livro, escrita por Laura Cohen, que fez a preparação dos textos originais do autor). Ilustrações de Wallison Gontijo.</span>

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