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	<title>Loja &#8211; Impressões de Minas</title>
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	<description>Editora</description>
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	<title>Loja &#8211; Impressões de Minas</title>
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	<item>
		<title>Passageira, de Dalila Teles Veras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:36:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Organizado por ocasião dos 80 anos da poeta Dalila Teles Veras, o livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Passageira</span></i><span style="font-weight: 400;"> reúne poemas selecionados de dezoito títulos publicados entre 1982 e 2024. Mais do que uma reunião cronológica da obra, “Passageira” propõe uma travessia por mais de quatro décadas de escrita, aproximando diferentes momentos, temas e procedimentos estéticos que marcaram a trajetória poética de Dalila. </span><span style="font-weight: 400;">A organização dos poemas parte de temas recorrentes na obra da autora, criando uma espécie de cartografia afetiva de sua escrita. Ao embaralhar tempos, formas e experiências, o livro busca oferecer ao leitor a sensação de estar diante de uma obra nova, sem deixar de revelar a consistência e a singularidade de uma voz construída ao longo dos anos. </span><span style="font-weight: 400;">Escritora, editora e uma das importantes vozes da literatura brasileira contemporânea, Dalila Teles Veras construiu uma trajetória marcada pela experimentação, pela observação do cotidiano e pela atenção aos processos da memória, da viagem e do tempo.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Organizado por ocasião dos 80 anos da poeta Dalila Teles Veras, o livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Passageira</span></i><span style="font-weight: 400;"> reúne poemas selecionados de dezoito títulos publicados entre 1982 e 2024. Mais do que uma reunião cronológica da obra, “Passageira” propõe uma travessia por mais de quatro décadas de escrita, aproximando diferentes momentos, temas e procedimentos estéticos que marcaram a trajetória poética de Dalila. </span><span style="font-weight: 400;">A organização dos poemas parte de temas recorrentes na obra da autora, criando uma espécie de cartografia afetiva de sua escrita. Ao embaralhar tempos, formas e experiências, o livro busca oferecer ao leitor a sensação de estar diante de uma obra nova, sem deixar de revelar a consistência e a singularidade de uma voz construída ao longo dos anos. </span><span style="font-weight: 400;">Escritora, editora e uma das importantes vozes da literatura brasileira contemporânea, Dalila Teles Veras construiu uma trajetória marcada pela experimentação, pela observação do cotidiano e pela atenção aos processos da memória, da viagem e do tempo.</span>]]></content:encoded>
					
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		<title>Prosa à beira, de Nívea Sabino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:17:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Nívea Sabino celebra 15 anos de trajetória com o lançamento de </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira</span></i><span style="font-weight: 400;">, um livro que marca um retorno da autora à literatura impressa. Nascida em Nova Lima (MG), a poeta, slammer e educadora construiu a sua identidade literária na interseção entre a poesia falada, performance, oralidade e direitos humanos. </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira</span></i><span style="font-weight: 400;"> marca um momento de grande celebração para a autora, simbolizando um intervalo de dez anos entre uma publicação e outra. </span><span style="font-weight: 400;">A literatura de Nívea é conhecida por transformar memórias, oralidade e vivencias cotidianas em criações literárias coletivas, abordando temas urgentes como racismo, desigualdade, sustentabilidade ambiental e as vivencias das periferias e do interior mineiro. Escritos entre os anos de 2019 e 2025, em </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira</span></i><span style="font-weight: 400;"> a autora exercita a sua habilidade de registrar histórias da região, fortalecendo a memória oral e dando protagonismo para a narrativa em prosa, sem abandonar a musicalidade, a subjetividade poética e a sensibilidade que sempre dicionarizaram seus famosos versos. </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira </span></i><span style="font-weight: 400;">é, portanto, o marco de uma celebração: uma década vivia e regada à poesia falada e que agora é transformada em livro, um registro de período, coroando 15 anos de dedicação à arte da palavra. </span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Nívea Sabino celebra 15 anos de trajetória com o lançamento de </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira</span></i><span style="font-weight: 400;">, um livro que marca um retorno da autora à literatura impressa. Nascida em Nova Lima (MG), a poeta, slammer e educadora construiu a sua identidade literária na interseção entre a poesia falada, performance, oralidade e direitos humanos. </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira</span></i><span style="font-weight: 400;"> marca um momento de grande celebração para a autora, simbolizando um intervalo de dez anos entre uma publicação e outra. </span><span style="font-weight: 400;">A literatura de Nívea é conhecida por transformar memórias, oralidade e vivencias cotidianas em criações literárias coletivas, abordando temas urgentes como racismo, desigualdade, sustentabilidade ambiental e as vivencias das periferias e do interior mineiro. Escritos entre os anos de 2019 e 2025, em </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira</span></i><span style="font-weight: 400;"> a autora exercita a sua habilidade de registrar histórias da região, fortalecendo a memória oral e dando protagonismo para a narrativa em prosa, sem abandonar a musicalidade, a subjetividade poética e a sensibilidade que sempre dicionarizaram seus famosos versos. </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira </span></i><span style="font-weight: 400;">é, portanto, o marco de uma celebração: uma década vivia e regada à poesia falada e que agora é transformada em livro, um registro de período, coroando 15 anos de dedicação à arte da palavra. </span>]]></content:encoded>
					
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		<title>Meus poemas de Emily Dickinson, de Marcus Vinícius de Faria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 12:22:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">O livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Meus poemas de Emily Dickinson</span></i><span style="font-weight: 400;"> é composto de cem poemas traduzidos pelo poeta e tradutor Marcus Vinicius de Faria. Trata-se de uma seleção rigorosamente cuidada durante anos de dedicação por Marcus Vinicius, que é um leitor assíduo da poeta norte-americana. Não à toa que o pronome possessivo no título ("Meus") indica a cumplicidade que o tradutor tem com a obra de Emily Dickinson. </span><span style="font-weight: 400;">Se toda tradução é um modo de encontro entre duas línguas, nesse livro o leitor poderá, mais que comparar, perceber a habilidade do tradutor em trazer a linguagem coloquial da poeta para a coloquialidade da fala brasileira. Isso se deve não apenas pela habilidade do tradutor, mas pela convivência que Marcus Vinicius adquiriu ao se tornar um dos grandes leitores da poeta no Brasil. </span><span style="font-weight: 400;">Em tempo de muita exposição, é admirável e assustador pensarmos hoje que uma poeta que escreveu mais de 1800 poemas viu apenas 10 deles publicados. Sabe-se também que a poeta se retirou do convívio social, nem por isso deixou de ser admirada. Ao longo do século XX sua obra foi toda publicada e traduzida em diversas línguas. Sem dúvida, Marcus Vinicius é um desses leitores que cuida da obra da poeta. A prova está aí para os leitores conferirem. </span><span style="font-weight: 400;">Com uma edição bilíngue, projeto gráfico de Mário Vinícius e prefácio assinado por Ana Caetano, a Editora Impressões de Minas tem a satisfação de colocar no mercado brasileiro mais que uma nova tradução, mas uma antologia de cunho inventivo em que os poemas ganham materialidade ímpar em português.</span>

&#160;

&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">O livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Meus poemas de Emily Dickinson</span></i><span style="font-weight: 400;"> é composto de cem poemas traduzidos pelo poeta e tradutor Marcus Vinicius de Faria. Trata-se de uma seleção rigorosamente cuidada durante anos de dedicação por Marcus Vinicius, que é um leitor assíduo da poeta norte-americana. Não à toa que o pronome possessivo no título ("Meus") indica a cumplicidade que o tradutor tem com a obra de Emily Dickinson. </span><span style="font-weight: 400;">Se toda tradução é um modo de encontro entre duas línguas, nesse livro o leitor poderá, mais que comparar, perceber a habilidade do tradutor em trazer a linguagem coloquial da poeta para a coloquialidade da fala brasileira. Isso se deve não apenas pela habilidade do tradutor, mas pela convivência que Marcus Vinicius adquiriu ao se tornar um dos grandes leitores da poeta no Brasil. </span><span style="font-weight: 400;">Em tempo de muita exposição, é admirável e assustador pensarmos hoje que uma poeta que escreveu mais de 1800 poemas viu apenas 10 deles publicados. Sabe-se também que a poeta se retirou do convívio social, nem por isso deixou de ser admirada. Ao longo do século XX sua obra foi toda publicada e traduzida em diversas línguas. Sem dúvida, Marcus Vinicius é um desses leitores que cuida da obra da poeta. A prova está aí para os leitores conferirem. </span><span style="font-weight: 400;">Com uma edição bilíngue, projeto gráfico de Mário Vinícius e prefácio assinado por Ana Caetano, a Editora Impressões de Minas tem a satisfação de colocar no mercado brasileiro mais que uma nova tradução, mas uma antologia de cunho inventivo em que os poemas ganham materialidade ímpar em português.</span>

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		<title>Craca de tartaruga, de Raquel Castro de Souza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 14:20:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

Em <em>Craca de tartaruga</em>, Raquel Castro constrói uma escrita atravessada por desejo, deslocamento, memória, humor e sobrevivência. Os textos se movem entre delicadeza e intensidade, aproximando poesia, oralidade e performance em uma linguagem que parece sempre prestes a transbordar da página. Ao longo do livro, o corpo aparece não apenas como tema, mas como matéria da própria escrita: corpo que dança, deseja, se expõe, se protege, se transforma. As imagens criadas por Raquel transitam entre o íntimo e o coletivo, entre vulnerabilidade e força, fazendo da poesia um espaço de presença, invenção e reinvenção de si. Artista da palavra falada e presença marcante nos palcos da poesia e da performance, Raquel Castro leva para o livro algo da pulsação da cena e do encontro. Em <em>Craca de tartaruga</em>, a escrita preserva o ritmo da voz, o movimento da fala e a intensidade da experiência compartilhada. O projeto gráfico, de Mário Vinícius, amplia visualmente as tensões, camadas e deslocamentos presentes no livro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

Em <em>Craca de tartaruga</em>, Raquel Castro constrói uma escrita atravessada por desejo, deslocamento, memória, humor e sobrevivência. Os textos se movem entre delicadeza e intensidade, aproximando poesia, oralidade e performance em uma linguagem que parece sempre prestes a transbordar da página. Ao longo do livro, o corpo aparece não apenas como tema, mas como matéria da própria escrita: corpo que dança, deseja, se expõe, se protege, se transforma. As imagens criadas por Raquel transitam entre o íntimo e o coletivo, entre vulnerabilidade e força, fazendo da poesia um espaço de presença, invenção e reinvenção de si. Artista da palavra falada e presença marcante nos palcos da poesia e da performance, Raquel Castro leva para o livro algo da pulsação da cena e do encontro. Em <em>Craca de tartaruga</em>, a escrita preserva o ritmo da voz, o movimento da fala e a intensidade da experiência compartilhada. O projeto gráfico, de Mário Vinícius, amplia visualmente as tensões, camadas e deslocamentos presentes no livro.]]></content:encoded>
					
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		<title>Dicionário inexistente, de Alice Gonçalves</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/dicionarioinexistente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 18:11:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<em>Dicionário inexistente</em> nasce da pergunta: um sentimento indescritível é um sentimento inexistente? A partir dela, Alice Gonçalves inventa palavras para nomear sensações, estados emocionais, lembranças e afetos que atravessam a experiência cotidiana, mas que ainda não encontraram lugar na língua. Saudade de si mesmo, vontade de desaparecer sem morrer, tristeza de domingo, memória causada por um cheiro, felicidade ao sentir cheiro de café coado. Entre definições, fragmentos narrativos e experimentações visuais, o livro transforma a linguagem em espaço de jogo, escuta e invenção. Designer gráfica e artista visual, Alice começou a criar essas palavras durante a pandemia de 2020, em um processo que posteriormente se tornou seu Trabalho de Conclusão de Curso na Escola de Design da UEMG. O projeto ganhou forma editorial em um livro que entende a língua como matéria viva, móvel e eternamente incompleta. Pois só porque algo ainda não tem nome, não significa que não exista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<em>Dicionário inexistente</em> nasce da pergunta: um sentimento indescritível é um sentimento inexistente? A partir dela, Alice Gonçalves inventa palavras para nomear sensações, estados emocionais, lembranças e afetos que atravessam a experiência cotidiana, mas que ainda não encontraram lugar na língua. Saudade de si mesmo, vontade de desaparecer sem morrer, tristeza de domingo, memória causada por um cheiro, felicidade ao sentir cheiro de café coado. Entre definições, fragmentos narrativos e experimentações visuais, o livro transforma a linguagem em espaço de jogo, escuta e invenção. Designer gráfica e artista visual, Alice começou a criar essas palavras durante a pandemia de 2020, em um processo que posteriormente se tornou seu Trabalho de Conclusão de Curso na Escola de Design da UEMG. O projeto ganhou forma editorial em um livro que entende a língua como matéria viva, móvel e eternamente incompleta. Pois só porque algo ainda não tem nome, não significa que não exista.]]></content:encoded>
					
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