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	<title>Loja &#8211; Impressões de Minas</title>
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	<description>Editora</description>
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	<title>Loja &#8211; Impressões de Minas</title>
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		<title>SimToMas, de Luiza Fontes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:48:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Em “SimToMas”, Luiza Fontes</span><span style="font-weight: 400;"> reúne poemas em prosa e colagens que transformam pequenas experiências do cotidiano em matéria literária. Ao longo do livro, palavras e imagens se encontram para construir uma escrita feita de fragmentos, afetos, ausências e recomeços, revelando que até os sintomas mais íntimos podem abrir caminho para novas formas de perceber o mundo. </span><span style="font-weight: 400;">Entre a literatura e as artes visuais, a autora desenvolve uma obra em que texto e colagem não ocupam lugares separados, mas dialogam continuamente. Cada página amplia a experiência da leitura, convidando o olhar a percorrer diferentes camadas de sentido e a construir suas próprias conexões. </span><span style="font-weight: 400;">Livro de estreia de Luiza Fontes, “SimToMas” aproxima poesia, imagem e memória para transformar aquilo que nos atravessa em linguagem compartilhada.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Em “SimToMas”, Luiza Fontes</span><span style="font-weight: 400;"> reúne poemas em prosa e colagens que transformam pequenas experiências do cotidiano em matéria literária. Ao longo do livro, palavras e imagens se encontram para construir uma escrita feita de fragmentos, afetos, ausências e recomeços, revelando que até os sintomas mais íntimos podem abrir caminho para novas formas de perceber o mundo. </span><span style="font-weight: 400;">Entre a literatura e as artes visuais, a autora desenvolve uma obra em que texto e colagem não ocupam lugares separados, mas dialogam continuamente. Cada página amplia a experiência da leitura, convidando o olhar a percorrer diferentes camadas de sentido e a construir suas próprias conexões. </span><span style="font-weight: 400;">Livro de estreia de Luiza Fontes, “SimToMas” aproxima poesia, imagem e memória para transformar aquilo que nos atravessa em linguagem compartilhada.</span>]]></content:encoded>
					
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		<title>O lamento da bicharada, de Domingos Xakriabá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:19:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">“Que a bicharada falasse a língua dos Xakriabá não causa espanto, pois, na mata ou na caatinga, todo mundo é gente. Todos falam uma língua — e a pura língua da poesia. A que lemos com o corpo, seguindo o ritmo das palavras. Este</span><i><span style="font-weight: 400;"> Lamento da bicharada </span></i><span style="font-weight: 400;">— a terra sofrendo com a movimentação dos homens — tem uma toada. Sua composição seguiu a medida da tradição literária do povo Xakriabá. A visão do meio ambiente destruído, nos versos compostos na língua Xakriabá pelo cacique Domingos, é um aviso da literatura. Vamos enxergar e ouvir os outros, pois só assim podemos continuar na vida juntos. No ritmo da língua pura Xakriabá, os bichos falam e vão nos ensinando a ler, a entender o resultado da passagem do homem na terra. O lamento é um chamado para a gente ir se unindo, como uma família, filhos da mesma mãe natureza. Todos temos um ponto de vista, uma língua, um jeito de ser, por isso mesmo é possível a gente viver em comunidade. Sem ganância, obedecendo aos preceitos do povo, dá pra todos se sentarem na sombra da grande árvore da vida, sempre em compridas conversas, histórias que sempre estamos a contar uns para os outros…” ( Texto de apresentação de </span><span style="font-weight: 400;">Maria Inês de Almeida, pesquisadora da UFMG).</span>

<span style="font-weight: 400;">Domingos Nunes de Oliveira tem 51 anos. É pertencente ao povo Xakriabá, de São João das Missões, Minas Gerais. É casado com Diana Dourado Leite Oliveira e tem seis filhos: Jefferson, Geovânio, Werllison, Edilaine, Shirley e Fred. Tem também cinco netos: Lorrayne, Yessa, Davi Lucca, Antony Miguel e Jade. É filho de Rosalino Gomes de Oliveira e Anízia Nunes de Oliveira (em memória). No ano de 2003 foi indicado para assumir o cacicado do povo Xakriabá, após o falecimento do nosso saudoso cacique Manoel Gomes de Oliveira, conhecido como “Rodrigão”. Desde então, trabalha juntamente com seu povo na defesa e proteção dos direitos até o </span><span style="font-weight: 400;">presente momento. Com o objetivo de incentivar a juventude Xakriabá a dar continuidade aos seus estudos, se inscreveu e foi aprovado no vestibular do curso FIEI (Formação Intercultural para Educadores Indígenas) na UFMG, e está cursando a habilitação em Línguas, Artes e Literatura.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">“Que a bicharada falasse a língua dos Xakriabá não causa espanto, pois, na mata ou na caatinga, todo mundo é gente. Todos falam uma língua — e a pura língua da poesia. A que lemos com o corpo, seguindo o ritmo das palavras. Este</span><i><span style="font-weight: 400;"> Lamento da bicharada </span></i><span style="font-weight: 400;">— a terra sofrendo com a movimentação dos homens — tem uma toada. Sua composição seguiu a medida da tradição literária do povo Xakriabá. A visão do meio ambiente destruído, nos versos compostos na língua Xakriabá pelo cacique Domingos, é um aviso da literatura. Vamos enxergar e ouvir os outros, pois só assim podemos continuar na vida juntos. No ritmo da língua pura Xakriabá, os bichos falam e vão nos ensinando a ler, a entender o resultado da passagem do homem na terra. O lamento é um chamado para a gente ir se unindo, como uma família, filhos da mesma mãe natureza. Todos temos um ponto de vista, uma língua, um jeito de ser, por isso mesmo é possível a gente viver em comunidade. Sem ganância, obedecendo aos preceitos do povo, dá pra todos se sentarem na sombra da grande árvore da vida, sempre em compridas conversas, histórias que sempre estamos a contar uns para os outros…” ( Texto de apresentação de </span><span style="font-weight: 400;">Maria Inês de Almeida, pesquisadora da UFMG).</span>

<span style="font-weight: 400;">Domingos Nunes de Oliveira tem 51 anos. É pertencente ao povo Xakriabá, de São João das Missões, Minas Gerais. É casado com Diana Dourado Leite Oliveira e tem seis filhos: Jefferson, Geovânio, Werllison, Edilaine, Shirley e Fred. Tem também cinco netos: Lorrayne, Yessa, Davi Lucca, Antony Miguel e Jade. É filho de Rosalino Gomes de Oliveira e Anízia Nunes de Oliveira (em memória). No ano de 2003 foi indicado para assumir o cacicado do povo Xakriabá, após o falecimento do nosso saudoso cacique Manoel Gomes de Oliveira, conhecido como “Rodrigão”. Desde então, trabalha juntamente com seu povo na defesa e proteção dos direitos até o </span><span style="font-weight: 400;">presente momento. Com o objetivo de incentivar a juventude Xakriabá a dar continuidade aos seus estudos, se inscreveu e foi aprovado no vestibular do curso FIEI (Formação Intercultural para Educadores Indígenas) na UFMG, e está cursando a habilitação em Línguas, Artes e Literatura.</span>]]></content:encoded>
					
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		<title>Passageira, de Dalila Teles Veras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:36:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Organizado por ocasião dos 80 anos da poeta Dalila Teles Veras, o livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Passageira</span></i><span style="font-weight: 400;"> reúne poemas selecionados de dezoito títulos publicados entre 1982 e 2024. Mais do que uma reunião cronológica da obra, “Passageira” propõe uma travessia por mais de quatro décadas de escrita, aproximando diferentes momentos, temas e procedimentos estéticos que marcaram a trajetória poética de Dalila. </span><span style="font-weight: 400;">A organização dos poemas parte de temas recorrentes na obra da autora, criando uma espécie de cartografia afetiva de sua escrita. Ao embaralhar tempos, formas e experiências, o livro busca oferecer ao leitor a sensação de estar diante de uma obra nova, sem deixar de revelar a consistência e a singularidade de uma voz construída ao longo dos anos. </span><span style="font-weight: 400;">Escritora, editora e uma das importantes vozes da literatura brasileira contemporânea, Dalila Teles Veras construiu uma trajetória marcada pela experimentação, pela observação do cotidiano e pela atenção aos processos da memória, da viagem e do tempo.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Organizado por ocasião dos 80 anos da poeta Dalila Teles Veras, o livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Passageira</span></i><span style="font-weight: 400;"> reúne poemas selecionados de dezoito títulos publicados entre 1982 e 2024. Mais do que uma reunião cronológica da obra, “Passageira” propõe uma travessia por mais de quatro décadas de escrita, aproximando diferentes momentos, temas e procedimentos estéticos que marcaram a trajetória poética de Dalila. </span><span style="font-weight: 400;">A organização dos poemas parte de temas recorrentes na obra da autora, criando uma espécie de cartografia afetiva de sua escrita. Ao embaralhar tempos, formas e experiências, o livro busca oferecer ao leitor a sensação de estar diante de uma obra nova, sem deixar de revelar a consistência e a singularidade de uma voz construída ao longo dos anos. </span><span style="font-weight: 400;">Escritora, editora e uma das importantes vozes da literatura brasileira contemporânea, Dalila Teles Veras construiu uma trajetória marcada pela experimentação, pela observação do cotidiano e pela atenção aos processos da memória, da viagem e do tempo.</span>]]></content:encoded>
					
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		<title>Prosa à beira, de Nívea Sabino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:17:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Nívea Sabino celebra 15 anos de trajetória com o lançamento de </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira</span></i><span style="font-weight: 400;">, um livro que marca um retorno da autora à literatura impressa. Nascida em Nova Lima (MG), a poeta, slammer e educadora construiu a sua identidade literária na interseção entre a poesia falada, performance, oralidade e direitos humanos. </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira</span></i><span style="font-weight: 400;"> marca um momento de grande celebração para a autora, simbolizando um intervalo de dez anos entre uma publicação e outra. </span><span style="font-weight: 400;">A literatura de Nívea é conhecida por transformar memórias, oralidade e vivencias cotidianas em criações literárias coletivas, abordando temas urgentes como racismo, desigualdade, sustentabilidade ambiental e as vivencias das periferias e do interior mineiro. Escritos entre os anos de 2019 e 2025, em </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira</span></i><span style="font-weight: 400;"> a autora exercita a sua habilidade de registrar histórias da região, fortalecendo a memória oral e dando protagonismo para a narrativa em prosa, sem abandonar a musicalidade, a subjetividade poética e a sensibilidade que sempre dicionarizaram seus famosos versos. </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira </span></i><span style="font-weight: 400;">é, portanto, o marco de uma celebração: uma década vivia e regada à poesia falada e que agora é transformada em livro, um registro de período, coroando 15 anos de dedicação à arte da palavra. </span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Nívea Sabino celebra 15 anos de trajetória com o lançamento de </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira</span></i><span style="font-weight: 400;">, um livro que marca um retorno da autora à literatura impressa. Nascida em Nova Lima (MG), a poeta, slammer e educadora construiu a sua identidade literária na interseção entre a poesia falada, performance, oralidade e direitos humanos. </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira</span></i><span style="font-weight: 400;"> marca um momento de grande celebração para a autora, simbolizando um intervalo de dez anos entre uma publicação e outra. </span><span style="font-weight: 400;">A literatura de Nívea é conhecida por transformar memórias, oralidade e vivencias cotidianas em criações literárias coletivas, abordando temas urgentes como racismo, desigualdade, sustentabilidade ambiental e as vivencias das periferias e do interior mineiro. Escritos entre os anos de 2019 e 2025, em </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira</span></i><span style="font-weight: 400;"> a autora exercita a sua habilidade de registrar histórias da região, fortalecendo a memória oral e dando protagonismo para a narrativa em prosa, sem abandonar a musicalidade, a subjetividade poética e a sensibilidade que sempre dicionarizaram seus famosos versos. </span><i><span style="font-weight: 400;">Prosa à beira </span></i><span style="font-weight: 400;">é, portanto, o marco de uma celebração: uma década vivia e regada à poesia falada e que agora é transformada em livro, um registro de período, coroando 15 anos de dedicação à arte da palavra. </span>]]></content:encoded>
					
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		<title>Meus poemas de Emily Dickinson, de Marcus Vinícius de Faria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 12:22:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">O livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Meus poemas de Emily Dickinson</span></i><span style="font-weight: 400;"> é composto de cem poemas traduzidos pelo poeta e tradutor Marcus Vinicius de Faria. Trata-se de uma seleção rigorosamente cuidada durante anos de dedicação por Marcus Vinicius, que é um leitor assíduo da poeta norte-americana. Não à toa que o pronome possessivo no título ("Meus") indica a cumplicidade que o tradutor tem com a obra de Emily Dickinson. </span><span style="font-weight: 400;">Se toda tradução é um modo de encontro entre duas línguas, nesse livro o leitor poderá, mais que comparar, perceber a habilidade do tradutor em trazer a linguagem coloquial da poeta para a coloquialidade da fala brasileira. Isso se deve não apenas pela habilidade do tradutor, mas pela convivência que Marcus Vinicius adquiriu ao se tornar um dos grandes leitores da poeta no Brasil. </span><span style="font-weight: 400;">Em tempo de muita exposição, é admirável e assustador pensarmos hoje que uma poeta que escreveu mais de 1800 poemas viu apenas 10 deles publicados. Sabe-se também que a poeta se retirou do convívio social, nem por isso deixou de ser admirada. Ao longo do século XX sua obra foi toda publicada e traduzida em diversas línguas. Sem dúvida, Marcus Vinicius é um desses leitores que cuida da obra da poeta. A prova está aí para os leitores conferirem. </span><span style="font-weight: 400;">Com uma edição bilíngue, projeto gráfico de Mário Vinícius e prefácio assinado por Ana Caetano, a Editora Impressões de Minas tem a satisfação de colocar no mercado brasileiro mais que uma nova tradução, mas uma antologia de cunho inventivo em que os poemas ganham materialidade ímpar em português.</span>

&#160;

&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">O livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Meus poemas de Emily Dickinson</span></i><span style="font-weight: 400;"> é composto de cem poemas traduzidos pelo poeta e tradutor Marcus Vinicius de Faria. Trata-se de uma seleção rigorosamente cuidada durante anos de dedicação por Marcus Vinicius, que é um leitor assíduo da poeta norte-americana. Não à toa que o pronome possessivo no título ("Meus") indica a cumplicidade que o tradutor tem com a obra de Emily Dickinson. </span><span style="font-weight: 400;">Se toda tradução é um modo de encontro entre duas línguas, nesse livro o leitor poderá, mais que comparar, perceber a habilidade do tradutor em trazer a linguagem coloquial da poeta para a coloquialidade da fala brasileira. Isso se deve não apenas pela habilidade do tradutor, mas pela convivência que Marcus Vinicius adquiriu ao se tornar um dos grandes leitores da poeta no Brasil. </span><span style="font-weight: 400;">Em tempo de muita exposição, é admirável e assustador pensarmos hoje que uma poeta que escreveu mais de 1800 poemas viu apenas 10 deles publicados. Sabe-se também que a poeta se retirou do convívio social, nem por isso deixou de ser admirada. Ao longo do século XX sua obra foi toda publicada e traduzida em diversas línguas. Sem dúvida, Marcus Vinicius é um desses leitores que cuida da obra da poeta. A prova está aí para os leitores conferirem. </span><span style="font-weight: 400;">Com uma edição bilíngue, projeto gráfico de Mário Vinícius e prefácio assinado por Ana Caetano, a Editora Impressões de Minas tem a satisfação de colocar no mercado brasileiro mais que uma nova tradução, mas uma antologia de cunho inventivo em que os poemas ganham materialidade ímpar em português.</span>

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&#160;]]></content:encoded>
					
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