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	<title>Loja &#8211; Impressões de Minas</title>
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	<description>Editora</description>
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	<title>Loja &#8211; Impressões de Minas</title>
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		<title>Dicionário inexistente, de Alice Gonçalves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 18:11:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<em>Dicionário inexistente</em> nasce da pergunta: um sentimento indescritível é um sentimento inexistente? A partir dela, Alice Gonçalves inventa palavras para nomear sensações, estados emocionais, lembranças e afetos que atravessam a experiência cotidiana, mas que ainda não encontraram lugar na língua. Saudade de si mesmo, vontade de desaparecer sem morrer, tristeza de domingo, memória causada por um cheiro, felicidade ao sentir cheiro de café coado. Entre definições, fragmentos narrativos e experimentações visuais, o livro transforma a linguagem em espaço de jogo, escuta e invenção. Designer gráfica e artista visual, Alice começou a criar essas palavras durante a pandemia de 2020, em um processo que posteriormente se tornou seu Trabalho de Conclusão de Curso na Escola de Design da UEMG. O projeto ganhou forma editorial em um livro que entende a língua como matéria viva, móvel e eternamente incompleta. Pois só porque algo ainda não tem nome, não significa que não exista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<em>Dicionário inexistente</em> nasce da pergunta: um sentimento indescritível é um sentimento inexistente? A partir dela, Alice Gonçalves inventa palavras para nomear sensações, estados emocionais, lembranças e afetos que atravessam a experiência cotidiana, mas que ainda não encontraram lugar na língua. Saudade de si mesmo, vontade de desaparecer sem morrer, tristeza de domingo, memória causada por um cheiro, felicidade ao sentir cheiro de café coado. Entre definições, fragmentos narrativos e experimentações visuais, o livro transforma a linguagem em espaço de jogo, escuta e invenção. Designer gráfica e artista visual, Alice começou a criar essas palavras durante a pandemia de 2020, em um processo que posteriormente se tornou seu Trabalho de Conclusão de Curso na Escola de Design da UEMG. O projeto ganhou forma editorial em um livro que entende a língua como matéria viva, móvel e eternamente incompleta. Pois só porque algo ainda não tem nome, não significa que não exista.]]></content:encoded>
					
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		<title>Escrita sem fins, de Breno Silva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 18:01:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;"><em>Escrita sem fins</em>, de Breno Silva, é um ensaio teórico-filosófico-poético sobre o que está em jogo nos processos e nas finalidades da escrita, suas distâncias e proximidades das realidades. Dialoga com a contribuição transgressiva sobre a escrita de autores como Bataille, Burroughs e Artaud.  E também com as reverberações sobre outras possibilidades de escrita com alguma ênfase nas práticas acadêmicas no âmbito das humanidades. </span><span style="font-weight: 400;">Grande parte das reflexões presentes no livro decorrem das aulas e seminários realizados pelo autor entre os anos de 2021 e 2024 no Programa de Pós-Graduação em Crítica Cultural na UNEB, Alagoinhas – BA, juntamente com os colegas e amigos Washington Drummond, José Felix e Eduardo Amorim.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;"><em>Escrita sem fins</em>, de Breno Silva, é um ensaio teórico-filosófico-poético sobre o que está em jogo nos processos e nas finalidades da escrita, suas distâncias e proximidades das realidades. Dialoga com a contribuição transgressiva sobre a escrita de autores como Bataille, Burroughs e Artaud.  E também com as reverberações sobre outras possibilidades de escrita com alguma ênfase nas práticas acadêmicas no âmbito das humanidades. </span><span style="font-weight: 400;">Grande parte das reflexões presentes no livro decorrem das aulas e seminários realizados pelo autor entre os anos de 2021 e 2024 no Programa de Pós-Graduação em Crítica Cultural na UNEB, Alagoinhas – BA, juntamente com os colegas e amigos Washington Drummond, José Felix e Eduardo Amorim.</span>]]></content:encoded>
					
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		<title>Catálogo de endereços, de Douglas Ferreira</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/catalogodeenderecos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 14:03:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Nomes, números de telefone, anúncios publicitários e endereços. Apesar da objetividade de uma lista, Douglas Ferreira encontrava nos catálogos os lugares onde ia, as pessoas que conhecia, números que sabia de cor. Para ele, aquelas publicações eram também afetivas. Era como se toda a cidade pudesse caber ali, numa publicação impressa, e folheá-la fosse caminhar pelas ruas. Esse foi o mote para a escrita dos poemas que compõem o livro. Para o autor, ler e caminhar possuem o mesmo sentido, e ele aprendeu isso passeando por páginas de listas telefônicas. Hoje, o Douglas adulto, já em Belo Horizonte, caminha pela cidade lendo nomes de ruas, fachadas de estabelecimentos, pixos, placas de trânsito, outdoors, anúncios publicitários... como se folheasse uma lista antiga. Há muito para ler, recortar e colher do texto urbano, e <em>Catálogo de endereços</em>, primeiro livro de poesia de Douglas, foi escrito a partir dessa recolha. </span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<span style="font-weight: 400;">Nomes, números de telefone, anúncios publicitários e endereços. Apesar da objetividade de uma lista, Douglas Ferreira encontrava nos catálogos os lugares onde ia, as pessoas que conhecia, números que sabia de cor. Para ele, aquelas publicações eram também afetivas. Era como se toda a cidade pudesse caber ali, numa publicação impressa, e folheá-la fosse caminhar pelas ruas. Esse foi o mote para a escrita dos poemas que compõem o livro. Para o autor, ler e caminhar possuem o mesmo sentido, e ele aprendeu isso passeando por páginas de listas telefônicas. Hoje, o Douglas adulto, já em Belo Horizonte, caminha pela cidade lendo nomes de ruas, fachadas de estabelecimentos, pixos, placas de trânsito, outdoors, anúncios publicitários... como se folheasse uma lista antiga. Há muito para ler, recortar e colher do texto urbano, e <em>Catálogo de endereços</em>, primeiro livro de poesia de Douglas, foi escrito a partir dessa recolha. </span>]]></content:encoded>
					
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		<title>arrebentos, de Kelly Primo</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/arrebentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 13:34:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<i><span style="font-weight: 400;">arrebentos</span></i><span style="font-weight: 400;"> mapeia algumas possíveis coordenadas do devir-mulher. Seus pontos cardeais se dão no que surge das marcas dos confrontos do direito das famílias e violência doméstica, primeiro campo de luta da escritora: no reverberar da escuta da autora, já então psicanalista; no mal-estar civilizatório do empilhamento de lutos e desejos sufocados na e pela pandemia; e nas vivências que o maternar solo impõem. </span><span style="font-weight: 400;">O livro apresenta poesias que reconstituem para, em seguida, arrebentar as beiradas do feminino, sem abrir mão do encantamento. </span><span style="font-weight: 400;">A poesia, que primeiro simplesmente brota (ou arrebenta?) no corpo como acontecimento, elabora-se em seu processo como fonte de sobrevivência psíquica e emocional e, nos diversos momento de edição, adquire contornos de compulsão à repetição, expondo o real de um reencontro, por vezes fascinante e por vezes hostil, com uma outra de si mesma.</span>

<span style="font-weight: 400;">O livro apresenta pinturas de Renata Laguardiae o projeto gráfico é de Elza Silveira. “Arrebentos” conta também com posfácio da psicanalista e professora Maria Helena Libório e o texto da quarta capa foi escrito por Carolina Dini. </span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

<i><span style="font-weight: 400;">arrebentos</span></i><span style="font-weight: 400;"> mapeia algumas possíveis coordenadas do devir-mulher. Seus pontos cardeais se dão no que surge das marcas dos confrontos do direito das famílias e violência doméstica, primeiro campo de luta da escritora: no reverberar da escuta da autora, já então psicanalista; no mal-estar civilizatório do empilhamento de lutos e desejos sufocados na e pela pandemia; e nas vivências que o maternar solo impõem. </span><span style="font-weight: 400;">O livro apresenta poesias que reconstituem para, em seguida, arrebentar as beiradas do feminino, sem abrir mão do encantamento. </span><span style="font-weight: 400;">A poesia, que primeiro simplesmente brota (ou arrebenta?) no corpo como acontecimento, elabora-se em seu processo como fonte de sobrevivência psíquica e emocional e, nos diversos momento de edição, adquire contornos de compulsão à repetição, expondo o real de um reencontro, por vezes fascinante e por vezes hostil, com uma outra de si mesma.</span>

<span style="font-weight: 400;">O livro apresenta pinturas de Renata Laguardiae o projeto gráfico é de Elza Silveira. “Arrebentos” conta também com posfácio da psicanalista e professora Maria Helena Libório e o texto da quarta capa foi escrito por Carolina Dini. </span>]]></content:encoded>
					
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		<title>A coragem do primeiro pássaro, de André Dahmer</title>
		<link>https://impressoesdeminas.com.br/produto/a-coragemdoprimeiropassaro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elza Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:24:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

André Dahmer expande os limites do verso livre ao confrontar a melancolia da solitude com a delicadeza dos afetos cotidianos. Em <em>A coragem do primeiro pássaro</em>, a linguagem acessível e cortante — já familiar aos leitores de seus quadrinhos — dá forma a uma jornada de reconstrução. O livro acompanha um eu lírico que atravessa o luto de um fim de relacionamento, percorrendo o caminho tortuoso que vai do corte à cicatrização. Mais de dez anos após seu lançamento, esta segunda edição, uma parceria entre as editoras Lote 42 e Impressões de Minas, ressurge com um projeto gráfico renovado. O volume traz ilustrações inéditas do autor e prefácio do poeta Fabio Weintraub, celebrando a memória que, enfim, se descola do ninho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[FRETE INCLUSO]

André Dahmer expande os limites do verso livre ao confrontar a melancolia da solitude com a delicadeza dos afetos cotidianos. Em <em>A coragem do primeiro pássaro</em>, a linguagem acessível e cortante — já familiar aos leitores de seus quadrinhos — dá forma a uma jornada de reconstrução. O livro acompanha um eu lírico que atravessa o luto de um fim de relacionamento, percorrendo o caminho tortuoso que vai do corte à cicatrização. Mais de dez anos após seu lançamento, esta segunda edição, uma parceria entre as editoras Lote 42 e Impressões de Minas, ressurge com um projeto gráfico renovado. O volume traz ilustrações inéditas do autor e prefácio do poeta Fabio Weintraub, celebrando a memória que, enfim, se descola do ninho.]]></content:encoded>
					
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